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Empresário vira réu por morte de funcionária de supermercado após briga por causa de máscara, em Araucária | Paraná- Blog Giga Medical

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O empresário Danir Garbossa, de 58 anos, foi denunciado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), na quinta-feira (14), pelos crimes de homicídio, lesão corporal e por infração de medida sanitária.

A denúncia foi aceita na segunda-feira (18), pela juíza Débora Cassiano Redmond, da Vara Criminal de Araucária.

A funcionária Sandra Ribeiro, de 45 anos, foi baleada no supermercado onde trabalhava, depois de uma confusão entre Garbossa, que se recusou a usar a máscara, o segurança do estabelecimento.

  • ‘Se ele tivesse colocado a máscara, tudo estaria bem’, disse mãe da vítima

O uso de máscara passou a ser obrigatórias por decreto municipal um dia depois do caso. Na data do ocorrido, havia uma recomendação do uso, segundo a prefeitura.

No despacho desta segunda-feira, a magistrada também decidiu pelo arquivamento da investigação contra o segurança do supermercado Wilhan Soares, de 28 anos, que se envolveu na briga com o empresário.

De acordo com a Justiça, Soares agiu em legítima defesa. Ele chegou a ser preso em flagrante por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, mas foi solto após pagar fiança de R$ 10 mil.

O segurança não havia sido denunciado pelo MP-PR.

Sandra Ribeiro morreu atingida por um tiro, em Araucária, após uma confusão em um supermercado. — Foto: Reprodução/RPC

A juíza destacou que as imagens de câmeras de segurança e relatos da denúncia apontam que o empresário tentou se apoderar da arma do segurança, “momento em que ele, procurando repelir injusta agressão se utilizando de meios necessários aplicados de forma moderada, efetuou o disparo”.

Ainda segundo a decisão, “fica exposto que Danir Garbossa não só provocou as agressões físicas que ocasionaram o embate entre ele e Wilhan, como permaneceu sobre o segurança buscando alcançar algo com as mãos mesmo após a efetivação do disparo que atingiu Sandra Ribeiro”.

O G1 aguarda retorno da defesa de Danir Garbossa e tenta contato com o advogado do segurança Wilhan Soares.

O advogado Igor José Ogar, que defende a família da vítima, informou que confia no poder judiciário e que a defesa lutará “de forma intransigente, para que o senhor Danir Garbossa, seja levado as barras do Tribunal do Júri”.

Segundo a defesa da família, o caso deve ir a júri popular “para que a sociedade de Araucária, decida se aquele ato covarde merece uma severa reprimenda ou não”.

O advogado destacou que o crime configura caso de homicídio doloso.

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Fonte g1.globo.com

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