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Quando crianas devem usar mscaras?

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Apesar de no ser consenso entre infectologistas se crianas pequenas devem usar mscaras, a orientao da SBP que o uso ocorra a partir dos dois anos, e com superviso constante dos responsveis (foto: Pixabay)

Uso de máscara não é confortável e requer condutas bastante específicas, como a troca constante, a retirada pelas laterais, evitar o toque na parte da frente, entre outras. Se não é fácil para adultos, que dirá para adolescentes e crianças. No intuito de ajudar os pais na questão, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou nota com orientações sobre o uso de máscaras por esse público.

Um dos alertas do documento é de que crianças e adolescentes, na verdade, não devem sair de casa e, dentro dos domicílios, o uso de máscaras não é necessário. Caso tenham de sair para compromissos inadiáveis, como consultas médicas ou idas ao supermercado (se não houver alguém que possa ficar com eles em casa), o uso da máscara é necessário, pois essa é a maior população de assintomáticos respiratórios. Isso significa que muitas pessoas entre os menores de 18 anos não apresentam qualquer sintoma da Covid-19, ainda que estejam contaminados. Assim, diminui a chance de transmissão se estiverem com a barreira que o acessório proporciona.

Contudo, a nota alerta que não é consenso entre infectologistas se crianças pequenas devem usá-las, já que colocar, retirar e manter a máscara no rosto não são condutas tão simples. A orientação é o uso a partir dos dois anos, e com supervisão constante dos responsáveis. Entre dois e cinco anos e 11 meses, a SBP sugere avaliar individualmente a possibilidade e pertinência do uso, de acordo com a maturidade de cada criança. Isso porque se o protocolo do uso da máscara não for seguido à risca, ela pode aumentar o risco de contaminação. E, nessa faixa etária, devido às características inerentes à idade, o benefício pode não compensar o risco.

Há outros casos de contraindicação, como  crianças ou adolescentes com doenças crônicas ou diagnósticos de transtorno do desenvolvimento, dificuldade de comunicação ou movimentação com dificuldade de remoção da máscara e em que a compreensão desta atitude seja considerada limitadora do uso adequado, aumentando o risco de contaminação, sufocamento.

Assim como em relação aos adultos, os especialistas afirmam que as medidas de afastamento e higiene são as maiores armas de combate ao novo coronavírus, e que máscaras – principalmente para crianças – são secundárias. Sendo assim, os responsáveis devem sempre reforçar com os pequenos a importância de lavar as mãos com frequência e corretamente, tossir e espirrar “nos cotovelos”, evitar tocar o rosto, manter distância de outras pessoas na rua, entre outras orientações. “Em ambientes como supermercados, farmácias e outros onde haja trânsito de pessoas, orienta-se que idealmente as crianças não sejam levadas, pois elas passam a mão em tudo. Elas vão tocar no olho, no nariz, na boca e em outros equipamentos do ambiente e em outras pessoas”, diz o texto.

Clique aqui e acesse, na íntegra, o documento da Sociedade Brasileira de Pediatria sobre o uso de máscaras em crianças https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/22543e-NA_-_O_uso_mascaras_faciais_em_COVID19_por_crc_e_adl__1_.pdf  

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Fonte www.revistaencontro.com.br

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