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Hospital Santa Catarina passa a atuar com porta regulada; entenda

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O Hospital Dr. José Pedro Bezerra (Santa Catarina) passou a atuar, desde a segunda-feira (8), com sua porta clínica e cirúrgica regulada. Com a medida, o hospital receberá pacientes encaminhados das unidades básicas, unidades de urgência dos municípios e doentes com necessidade para internação em estado complexo, de acordo com a especialidade do hospital. Os pacientes, dessa forma, não poderão dar entrada diretamente na unidade de saúde sem que tenham sido encaminhados.

Créditos: Adriano AbreuHospital Santa Catarina passa a ter porta reguladaHospital Santa Catarina passa a ter porta regulada

Segundo o Governo do Estado, a medida se respalda na Portaria 2.809, de 2012, que estabelece a organização dos Cuidados Prolongados para retaguarda à Rede de Atenção às Urgências e Emergências e às demais Redes Temáticas de Atenção à Saúde no SUS e na Portaria 3.390, de 2013, que institui a Política Nacional de Atenção Hospitalar (PNHOSP) e estabelece as diretrizes para organização do componente hospitalar da Rede de Atenção à Saúde (RAS), ambas do Ministério da Saúde.

De acordo com o Governo, a organização do acesso aos serviços hospitalares “visa melhorar a resposta aos casos dentro do perfil traçado para a unidade e também para uma melhor resposta ao atendimento pré-hospitalar”. Em nota, o Executivo também salientou que a necessidade da regulação ocorreu devido à pandemia da Covid-19 e a necessidade de garantir os leitos preparados para atender pacientes gestantes com a doença, além dos casos internos que possam apresentar os sintomas.

O Governo do Estado informou que o processo educativo de como realizar a solicitação da regulação foi iniciado em agosto de 2019, sendo comunicado à rede e oficialmente ao Conselho Estadual de Saúde (CES). “Ressalta-se que houve parecer do Conselho Regional de Medicina do RN e do Ministério Público do RN reforçando essa regulação para ajudar na organização dos fluxos e separação dos pacientes de forma a evitar infecção cruzada”.

O Hospital Santa Catarina é referência para serviço de atendimento a gestantes com suspeita ou confirmação do novo coronavírus, mas o serviço da unidade não é referência para casos clínicos de Covid-19. O Governo disse que a porta está regulada para casos clínicos graves não Covid-19 e cirúrgicos.

Além disso, o hospital também é referência clínica para casos com suspeita de Insuficiência Cardíaca Congestiva, suspeita de Síndrome Coronariana, urgência nefrológica, parecer da ritmologia, suspeita de doença no trato digestivo e sepse grave. A entrada dos pacientes está sendo feita, desde a noite da segunda-feira, após contato com o hospital.

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Fonte www.tribunadonorte.com.br

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Abaixo, o G1 reúne o que se sabe, até agora, sobre o incêndio que provocou a morte de duas mulheres e um terceiro paciente não identificado, e também esvaziou uma das unidades de saúde mais importantes do estado.

As duas mulheres que morreram após o incêndio eram pacientes em estado grave internadas no 3º andar do Prédio 1. No espaço destinado a pessoas infectadas pelo novo coronavírus, estavam 23 pacientes hospitalizados quando o fogo começou.

Houve ainda uma terceira morte confirmada pelo Ministério da Saúde na terça à noite, mas não foram divulgadas mais informações sobre a vítima.

Dois pacientes morrem durante incêndio em hospital do Rio de Janeiro

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O filho de Núbia, Patrick Machado, afirmou à TV Globo que a mãe tinha uma saúde boa, sem comorbidades, mas que começou a se sentir mal na quarta-feira (21), com sintomas do novo coronavírus. Depois, o estado de saúde dela piorou.

Núbia chegou a ser transferida para o Prédio 2, mas não suportou a troca de local e morreu.

Pacientes foram retirados às pressas do Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio — Foto: Reginaldo Pimenta/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

A segunda vítima, uma idosa de 83 anos, não teve a identidade revelada. A assessoria do hospital informou que ela estava no CTI coronariano da unidade já em estado grave. Ela também não teria suportado a transferência e morreu.

A direção do Hospital Federal de Bonsucesso informou que o fogo começou no subsolo do Prédio 1, por volta das 9h45. No local, segundo o comunicado, ficava o almoxarifado da unidade de saúde, com mais de 30 mil fraldas descartáveis guardadas. Essa seria uma explicação para a dificuldade dos bombeiros em controlar as chamas.

Incêndio atinge o Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio

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O Prédio 1 é considerado o principal edifício do complexo hospitalar (veja abaixo o que funcionava em cada prédio). Lá funcionava a emergência e também ficavam pacientes internados. Além disso, era no edifício que eram realizados exames de imagem da unidade de saúde.

O Hospital Federal de Bonsucesso é composto por seis alas – duas delas tem internações.

  • Prédio 1 (onde começou o fogo): Emergência, internações e exames de imagem.
  • Prédio 2: Centro de atenção à mulher, à criança e ao adolescente
  • Prédio 3: Oncologia clínica e perícia médica
  • Prédio 4: Administração
  • Prédio 5: Laboratório, centro de estudos e residência médica
  • Prédio 6: Ambulatório

Incêndio no Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio de Janeiro — Foto: G1

Sem certificado dos bombeiros

‘Hospital não possui certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros’, diz comandante-geral

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A unidade, concluiu o comandante, “não possui certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros”.

“Eu já tinha conversado com o diretor do hospital. O hospital possui duas notificações e dois autos de infração junto à corporação. É muito difícil, quase impossível, interditarmos um hospital com aproximadamente 600 leitos”, contemporizou Monteiro.

Relatório indicava problemas

Bombeiros trabalham para controlar as chamas de hospital que pegou fogo em Bonsucesso, no Rio. — Foto: REUTERS/Ricardo Moraes

No documento, a Defensoria pediu que os gestores dessem explicações sobre a estrutura de combate a incêndios da unidade. Um relatório de abril deste ano indicava que o prédio tinha diversos problemas que poderiam se transformar em um grande incêndio.

Em outro ofício, a DPU solicitou ao Corpo de Bombeiros que apurasse as condições de funcionamento do hospital, e checasse principalmente se havia planos de gerenciamento de riscos e combate a incêndios e situações de pânico.

“O protocolo do estado é que, primeiramente, entre o Corpo de Bombeiro e a Defesa Civil apagando o incêndio e socorrendo as vítimas. Logo após, entra a Polícia Civil com todo o processo de perícia. A fase agora é de perícia. Após a perícia, podemos abrir inquérito para que possamos encontrar o que aconteceu”, comentou o governador.

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