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Distanciamento controlado deve ter regras mais rígidas

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11 - Razia

O aumento no número de casos confirmados de coronavírus e, principalmente, de internações nas UTIs de hospitais do Estado fez com que o governo alterasse o modelo de distanciamento controlado do Rio Grande do Sul, que pode deixar as medidas mais rígidas para regiões que apresentarem piora nos índices.

O anúncio foi feito na tarde de quinta-feira, 11, pelo governador Eduardo Leite, durante uma live nas redes sociais, e passa a valer já na atualização de hoje, 13. “O modelo vai ficar mais sensível a alterações. Não comprometeu as etapas anteriores, mas, daqui para frente, precisa ter outro modelo para dar mais segurança no atendimento hospitalar para o futuro”, diz Leite.

Na quinta-feira, 11, a taxa de ocupação de leitos de UTI no Estado se mantinha na média – 70,3% –, porém o percentual de pacientes com Covid-19 ou com suspeita de alguma síndrome respiratória aguda grave (SRAG) internados já havia subido para 25,6%, o que fez com que a equipe do governo revisse os critérios usados para medir a transição de uma cor para outra.

 

O que muda?

São, basicamente, três alterações na avaliação dos indicadores que determinam as cores de bandeiras das 20 macrorregiões do Estado.

 

1 – Ponto de corte de sete indicadores

Sete dos 11 indicadores serão mais rigorosos, como velocidade do avanço do coronavírus na região, incidência de novos casos e capacidade de atendimento hospitalar.

 

2 – Indicadores de óbitos, casos ativos x recuperados, leitos de UTI livres no estado e leitos de UTI livres na região

– O cálculo deixa de utilizar o número de óbitos ocorridos na semana de referência e passa a utilizar projeções para os próximos 14 dias, com base na variação de pacientes confirmados para Covid-19 em leitos de UTI e no número de óbitos acumulados na semana de referência.;

– O indicador de Estágio da Evolução passa a considerar todos os casos ativos na semana de referência em relação aos recuperados nos 50 dias anteriores ao início da semana. Ao considerar um período maior de tempo, amenizam-se os efeitos da defasagem entre a data do início dos sintomas e a inclusão dos casos confirmados;

– A capacidade de atendimento passa a ser avaliada com base na razão entre a quantidade de leitos de UTI livres e o número de leitos de UTI ocupados por pacientes confirmados para Covid-19. A proposta vale para os indicadores que avaliam a capacidade do Estado e das macrorregiões, que antes levava em consideração o número de leitos de UTI livres para Covid-19 para cada 100 mil idosos.

 

3 – Gatilhos de segurança

Para “voltar” uma bandeira será preciso ter três hospitalizações por Covid-19, e não mais cinco, nos últimos 14 dias, além de aumentar para duas semanas, e não mais uma, o período de estabilidade na classificação para deixar de ser classificado como bandeira vermelha ou preta.

 

-> Atualmente, a região de abrangência do jornal AU – R15, R20, de Palmeira das Missões –, está em bandeira laranja de risco médio, e a atualização que será realizada neste sábado, 13, pelo governo do Estado, passará a valer a partir de segunda-feira, 15.

 

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Fonte www.oaltouruguai.com.br

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