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Paciente de 61 anos vence o coronavírus após quase dois meses de internação hospitalar

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“Não temos descansado um dia sequer, pois o coronavírus requer vigilância. Nos solidarizamos com aqueles que infelizmente perderam seus entes queridos, mas comemoramos quando podemos acompanhar a alta médica de um paciente. Nos congratulamos com os familiares, profissionais e todos que fazem parte desta luta”, disse o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Quando Celma Rodrigues deu entrada no Hospital Dr. Genésio Rêgo, a sua saturação alternava entre 60 e 70%, sendo que o pulmão estava com 92% de comprometimento. Ao todo, foram 31 dias internada em um leito de UTI e outros 21 dias na enfermaria. “Quando soube que estava com a Covid-19 eu já estava na UTI, mas mesmo assim foi chocante. Eu sabia que algo muito sério estava acontecendo comigo, ainda mais por ter ido direto para UTI”, comentou a paciente.

“Quando recebi alta da UTI, brotou esperança no meu coração pelo fato de o meu quadro ter se estabilizado. Eu sempre tive muita confiança nos profissionais que estavam cuidando de mim. Eles são profissionais excelentes, toda a equipe está de parabéns por sua dedicação. Agora, em primeiro lugar, eu agradeço a Deus por ter recebido alta do hospital e passarei a valorizar mais ainda a vida. Eu sempre me dediquei para a minha família e agora, mais do que nunca, continuarei a fazer isso”, acrescentou dona Celma.

O diretor clínico do hospital, Demian Borges, que integrou a equipe de profissionais que cuidou da dona Celma disse que ela é um milagre. “Através de estudos do que estava acontecendo em outros países, foi verificado que os pacientes que eram submetidos à ventilação mecânica tinham geralmente uma evolução extremamente desfavorável na maioria dos casos. A dona Celma tinha mais que 92% do pulmão comprometido, de acordo com a tomografia inicial. Mas, com a colaboração dela, conseguimos vencer o principal período inflamatório”, destacou.

Outra forma de tratamento dispensado pela equipe médica à paciente foi a humanização dos procedimentos realizados. Durante os 31 dias de internação na UTI, dona Celma recebia visitas de enfermeiros e médicos que não apenas faziam o acompanhamento farmacológico, mas também com música, brincadeiras, diálogo e contação de histórias.

Foi em uma dessas oportunidades que o supervisor da equipe de enfermagem da UTI, Ulysses Moura, notou que apesar de todo o esforço, a paciente estava triste e por isso resolveu fazer uma surpresa. “Inicialmente dissemos para ela que a levaríamos para ver o pôr do sol, mas ao chegar na porta do hospital o semblante dela mudou ao ver seus familiares todos ali juntos.

“No dia seguinte a saturação estava bem melhor, o que garantiu a sua saída da UTI para um leito de enfermaria onde ficou mais 21 dias até receber alta hospitalar”, disse Ulysses. Ele ainda completou dizendo que todos se emocionaram quando dona Celma lembrou de uma promessa feita no dia da sua chegada. “Quando ela chegou, dissemos que só iríamos soltar a mão dela recebesse alta e foi isso que fizemos. Hoje na sua alta médica ela lembrou disso e todos nos emocionamos bastante”, completou.

Para Douglas Moreno, irmão da dona Celma, o atendimento foi o diferencial. “Desde o início todos foram bastante atenciosos com a minha irmã. O Governo do Estado tem investido muito forte na saúde e a minha irmã é a prova disso, pois os profissionais foram fundamentais para a melhora dela. Hoje é um dia de grande felicidade por essa nova vida que ela ganhou”, falou.



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Fonte imirante.com

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