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MÁSCARA

Blog Giga Medical

Tenho visto em diversos lugares da cidade muita gente, muita gente mesmo, transitando sem o uso da máscara protetiva contra a Covid.19 e os casos na cidade, aumentando a cada dia. Para essas pessoas que teimam em não usar a máscara, uma boa medida é multar, e não mais orientar. Multar mesmo, já que expostos, irresponsavelmente sem a proteção, colocam em risco permanente os responsáveis que usam. Teimosia tem limites, não utilizando máscara, o risco de contaminar e ser contaminado é muito maior, isso é fato comprovado. Atitude já e urgente, contra os que continuam circulando por aí sem máscara, ajudando aumentar o pico.

Antônio Carlos Novaes Filho, Rio Preto

RUMO

Desapropriações, decretos de utilidade pública e perseguições. Acredito que seja isso o que vamos ver daqui para frente. Pode parecer estranho. Mas não é. E fica fácil explicar: se o menor caminho entre dois pontos é o caminho reto, porque a Rumo faz uma curva de 90° para fazer seu viaduto em Bálsamo passar sobre minha casa? O Dnit aprovou o viaduto na rua Rio de Janeiro. Mas desviou-se a “bússola” da rota em 90° para direita, aparentemente para “calar e sacrificar” quem sempre denunciou os desmandos e abusos da Rumo. É a lei do mais forte, dos poderosos, contra os pais de famílias que buscam a verdade e qualidade de vida. Sabemos que a corda sem rompe do lado mais fraco.

Quando vi o pessoal da topografia fazer aquela marca *GPS3 em frente da minha casa, que fica a 100 metros à direita da rua Rio de Janeiro, já imaginei: é a vingança da Rumo. O cronograma das obras está escondido da população, para evitar desgastes. Até o momento não apresentaram a maquete nem o projeto oficial. Isso provavelmente não seja exclusividade nossa, moradores de Bálsamo. Mirassol, Jaci, Bady Bassitt e Cedral pelo traçado da nova linha estarão sujeitos a grandes desapropriações. Mas, e agora? E a nossa história de vida? Não aceito que o rumo da minha vida esteja nas mãos da Rumo. Espero um milagre, justiça de verdade. Sempre reclamei da potência da buzina, da falta de segurança e de um plano de emergência, para prevenir casos iguais ao que aconteceu no Jardim Conceição, em Rio Preto, e os três descarrilamentos (2 cemitérios de vagões abandonados) aqui na área rural da cidade.

Audinei Lopes Bonfanti, Bálsamo

MINAS GERAIS

O perfil empresarial e eminentemente técnico do governador Romeu Zema, de Minas Gerais, mostra para todo o Brasil a forma diferente de governar do Partido Novo. A estabilidade econômica atraiu a confiança dos investidores que fez criar 26 mil novos empregos no primeiro ano de seu governo. Zema começou dando exemplo que não tem vaidades. Ao assumir o comando do estado expõe no hall de entrada da Cidade Administrativa, sede do governo, pilhas e pilhas com centenas de quadros emoldurados com a fotografia do ex-governador Fernando Pimentel. Os retratos, geralmente pendurados nas paredes de repartições públicas, lembrando ditaduras de Hitler na Alemanha ou do Máo Tse-Tung na China, ficaram em exposição para mostrar o desperdício com dinheiro público. Não existe em Minas Gerais quadros nas repartições públicas para endeusar o governador. O dinheiro que seria gasto nisso, que não é pouco, está sendo investido em estradas, em escolas e na compra de medicamentos. Zema também colocou à venda o avião a jato, que serviu ex-governadores, por R$ 2,3 milhões. Recusou-se a morar no Palácio das Mangabeiras, que também está à venda, para evitar privilégios. Projetado por Oscar Niemeyer, com jardins idealizado por Burle Marx, o Mangabeiras foi inaugurado em 1955, por Juscelino Kubitscheck. Com cerca de 4.000 metros de área construída com 60 ambientes, entre suítes e espaçosas salas. No entanto, Zema preferiu morar, numa casa simples, próximo à Cidade Administrativa, para evitar tempo e gastos desnecessários com deslocamentos.

Com emprego em alta, a criminalidade também caiu 33% em Minas Gerais. No meio de um país estagnado economicamente por causa da pandemia do coronavírus, o governador deu liberdade aos prefeitos mineiros para decidirem sobre as restrições ou não das atividades do comércio e das escolas. E não entrou em briga com essa clara divisão político-ideológica. Com uma estreia dessa no Executivo, de longe o melhor governador da nação, Zema deixa inveja para nós paulistas. Neste ano são 31 cidades do Brasil terão candidatos a prefeito pelo Novo, e Rio Preto vai ter esse privilégio.

Filipe Marchesoni, Rio Preto

PARLAMENTARISMO

Homenagens ao professor doutor Salvatore D’Onofreo pela persistência em sua luta a favor do sistema parlamentarista. Esse modelo, sempre atual e justo, balizou nossa governança, de 1961 a 1963, graças a emenda constitucional n.4 que fora elaborada às pressas, como última tentativa de manutenção da democracia no Brasil abalado pela renúncia do ex presidente Jânio Quadros que abandonara o mandato e da resistência dos militares que se opunham à posse do vice João Goulart. Infelizmente essa PEC que instituiu o parlamentarismo foi deletada por um malfadado plebiscito proposto por políticos profissionais, que até hoje, exploram a polarização entre o bem e o mal , típica dos latinos maniqueístas que discutem a cor dos olhos dos candidatos ao invés de propostas de governo. A unanimidade dos analistas políticos concorda que o presidencialismo de coalizão, é um convite à corrupção e que a indispensável formação da base parlamentar é montada de forma amoral (toma lá dá cá), apoio pago em dinheiro, cargos ou emendas parlamentares destinadas a favorecer essa ou aquela bancada, enquanto num governo parlamentarista o presidente é eleito apresentando um plano de governo e uma política de estado. A partir de então. o presidente forma seu ministério comandado pelo chamado “primeiro ministro”, que terá a função de executar as promessas do, então, candidato por isso, “poder executivo”. Ao presidente caberá a função de cobrar dos ministros o cumprimento dos seus compromissos de campanha, para que ele, presidente, não seja condenado por estelionato eleitoral. A qualquer tempo, caso não esteja conseguindo cumprir as políticas de governo, cai o primeiro ministro ou todo ministério.

Norberto Carlos Dieguez, Rio Preto



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Fonte www.diariodaregiao.com.br

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