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Hospital de Emergência moderniza Setor de Hotelaria

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RESENDE

A prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, segue com os avanços no setor, fortalecendo a infraestrutura das unidades e aprimorando a qualidade dos serviços prestados à população. O Hospital Municipal de Emergência Henrique Sérgio Gregori, localizado no bairro Jardim Jalisco, está modernizando o Setor de Hotelaria. A unidade hospitalar ganhou duas centrífugas e uma passadeira de alta tecnologia. O novo aparato acabou de chegar para compor todo o processo da lavanderia, facilitando a rotina dos profissionais envolvidos, além de economizar tempo e energia e proporcionar durabilidade e higienização adequada aos enxovais adquiridos nos últimos anos. As duas centrífugas de porte industrial, que possuem capacidade de 50 quilos cada e sistema de segurança reforçado, vão contribuir para agilizar o trabalho de secagem com a retirada de excesso da água da roupagem. Já a passadeira de alta tecnologia, conhecida como Calandra Mural, é uma máquina de uso profissional para secar e passar tecidos planos com alta concentração de calor.

Os três novos equipamentos foram adquiridos pela atual gestão, antes da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), e, em breve, começarão a operar. Os investimentos fazem parte da modernização do Setor de Hotelaria da unidade, que ocorre desde 2017, incluindo ainda a substituição de todo o enxoval e a compra de uma máquina de lavar, dosadores apropriados e de duas secadoras.

O prefeito, Diogo Balieiro Diniz, explicou que a reestruturação no Setor de Hotelaria é de extrema importância para manter o controle de qualidade dos procedimentos hospitalares, eliminando, desta forma, riscos de contaminação, além de disponibilizar acolhimento mais seguro e confortável aos pacientes. “A lavanderia do Hospital Municipal de emergência está cada vez mais especializada com a renovação das máquinas e do enxoval, além de profissionais capacitados para o processamento das roupas. A roupagem de serviços de saúde fica bem exposta devido à natureza da atividade, podendo oferecer riscos à saúde dos pacientes e funcionários, como infecções hospitalares. Por isso, uma das prioridades da unidade é a reformulação do setor, que apresentava equipamentos muito antigos. Este maquinário ultrapassado era submetido à manutenção com grande frequência. Neste âmbito, a unidade contava apenas com uma passadeira em estado precário e uma centrífuga com capacidade de 30 quilos, que, atualmente, não dá vazão à quantidade de roupas em rotatividade”, disse o chefe do Executivo, destacando que as medidas adotadas visam garantir a higienização hospitalar adequada, além de evitar riscos de contaminação e padronizar o setor. “Os novos investimentos vêm acontecendo desde 2017, início da atual gestão municipal. De lá para cá, houve a aquisição de uma máquina de lavar com capacidade para 50 quilos e duas secadoras com capacidade de 21 quilos cada. Além disso, a lavanderia também recebeu dosadores que atuam de forma integrada às máquinas, colaborando com a aplicação dos produtos apropriados para a lavagem na medida certa, sem desperdício, assegurando a higienização correta das roupas e a economia de recursos. Antes, a dosagem era feita manualmente”, conta.

Diogo informou ainda que os equipamentos de última geração apresentam características mais eficientes e sofisticadas, que agilizam o processamento no setor e ainda protegem os profissionais capacitados para a operação dos serviços. “O novo maquinário cria um novo cenário de serviços de excelência na lavanderia e hotelaria, que elevam o patamar do Hospital de Municipal de Emergência, em funcionamento desde 1994, e referência em casos de emergência no Sul do Estado do Rio, tendo em média mais de nove mil atendimentos mensalmente. As centrífugas são de grande valia na nova realidade. As roupas serão lavadas, centrifugadas e passadas com maior agilidade. A nova passadeira fornece condições diferenciadas, necessárias para suprir as demandas exigidas no novo contexto do Hospital de Emergência. A unidade chegou à sua quarta fase de obras de revitalização, desenvolvidas pela Prefeitura de Resende, que busca constantes inovações em prol de um atendimento de qualidade e mais humanizado, aliado à valorização dos servidores. A transformação estrutural do Hospital é promovida pelo programa ‘Revitaliza Resende’, que já entregou mais de 100 obras públicas na cidade. Vale ressaltar que a Calandra Mural possui a dupla função de secar e passar, e foi adquirida com o intuito de reduzir os custos com a energia elétrica na unidade. Também é dotada de um sistema de trava altamente eficaz no decorrer do manuseio. Apresenta diversos recursos, tais como: opções de aquecimento (elétrico, a gás ou a vapor por serpentina); alavanca para afastamento da calha aquecida após o uso; grade de proteção que, em qualquer anormalidade, ao tocar, interrompe o movimento automaticamente; e botão de emergência nas duas extremidades do equipamento, entre outros benefícios”, frisa, reforçando que a unidade já foi equipada com aparelhos médicos ultramodernos, camas elétricas para pacientes, poltronas para acompanhantes e novas mobílias.

O ENXOVAL

 

O Hospital de Emergência já recebeu quatro remessas para a padronização do enxoval, que segue critérios estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas(ABNT), conforme exigências feitas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Todas as normas de segurança e higienização hospitalar objetivam evitar riscos de contaminação aos usuários e profissionais. O enxoval é composto por: cobertores; kit de lençóis e fronhas para os leitos de adulto, juvenil e berçário e o centro cirúrgico; toalhas de banho; e camisolas e pijamas masculinos destinados aos pacientes. Com o novo conceito de humanização hospitalar e ambiente mais aconchegante, as peças infanto juvenis são personalizadas, apresentam temas lúdicos nos conjuntos adquiridos para o Hospital da Criança Albert Sabin.

A hotelaria da unidade desempenha um importante papel no processo de manutenção do ambiente limpo e seguro, com a setorização do material, higienização apropriada em lavanderia especializada e distribuição necessária em todas as dependências.

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Fonte avozdacidade.com

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Abaixo, o G1 reúne o que se sabe, até agora, sobre o incêndio que provocou a morte de duas mulheres e um terceiro paciente não identificado, e também esvaziou uma das unidades de saúde mais importantes do estado.

As duas mulheres que morreram após o incêndio eram pacientes em estado grave internadas no 3º andar do Prédio 1. No espaço destinado a pessoas infectadas pelo novo coronavírus, estavam 23 pacientes hospitalizados quando o fogo começou.

Houve ainda uma terceira morte confirmada pelo Ministério da Saúde na terça à noite, mas não foram divulgadas mais informações sobre a vítima.

Dois pacientes morrem durante incêndio em hospital do Rio de Janeiro

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O filho de Núbia, Patrick Machado, afirmou à TV Globo que a mãe tinha uma saúde boa, sem comorbidades, mas que começou a se sentir mal na quarta-feira (21), com sintomas do novo coronavírus. Depois, o estado de saúde dela piorou.

Núbia chegou a ser transferida para o Prédio 2, mas não suportou a troca de local e morreu.

Pacientes foram retirados às pressas do Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio — Foto: Reginaldo Pimenta/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

A segunda vítima, uma idosa de 83 anos, não teve a identidade revelada. A assessoria do hospital informou que ela estava no CTI coronariano da unidade já em estado grave. Ela também não teria suportado a transferência e morreu.

A direção do Hospital Federal de Bonsucesso informou que o fogo começou no subsolo do Prédio 1, por volta das 9h45. No local, segundo o comunicado, ficava o almoxarifado da unidade de saúde, com mais de 30 mil fraldas descartáveis guardadas. Essa seria uma explicação para a dificuldade dos bombeiros em controlar as chamas.

Incêndio atinge o Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio

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O Prédio 1 é considerado o principal edifício do complexo hospitalar (veja abaixo o que funcionava em cada prédio). Lá funcionava a emergência e também ficavam pacientes internados. Além disso, era no edifício que eram realizados exames de imagem da unidade de saúde.

O Hospital Federal de Bonsucesso é composto por seis alas – duas delas tem internações.

  • Prédio 1 (onde começou o fogo): Emergência, internações e exames de imagem.
  • Prédio 2: Centro de atenção à mulher, à criança e ao adolescente
  • Prédio 3: Oncologia clínica e perícia médica
  • Prédio 4: Administração
  • Prédio 5: Laboratório, centro de estudos e residência médica
  • Prédio 6: Ambulatório

Incêndio no Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio de Janeiro — Foto: G1

Sem certificado dos bombeiros

‘Hospital não possui certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros’, diz comandante-geral

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A unidade, concluiu o comandante, “não possui certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros”.

“Eu já tinha conversado com o diretor do hospital. O hospital possui duas notificações e dois autos de infração junto à corporação. É muito difícil, quase impossível, interditarmos um hospital com aproximadamente 600 leitos”, contemporizou Monteiro.

Relatório indicava problemas

Bombeiros trabalham para controlar as chamas de hospital que pegou fogo em Bonsucesso, no Rio. — Foto: REUTERS/Ricardo Moraes

No documento, a Defensoria pediu que os gestores dessem explicações sobre a estrutura de combate a incêndios da unidade. Um relatório de abril deste ano indicava que o prédio tinha diversos problemas que poderiam se transformar em um grande incêndio.

Em outro ofício, a DPU solicitou ao Corpo de Bombeiros que apurasse as condições de funcionamento do hospital, e checasse principalmente se havia planos de gerenciamento de riscos e combate a incêndios e situações de pânico.

“O protocolo do estado é que, primeiramente, entre o Corpo de Bombeiro e a Defesa Civil apagando o incêndio e socorrendo as vítimas. Logo após, entra a Polícia Civil com todo o processo de perícia. A fase agora é de perícia. Após a perícia, podemos abrir inquérito para que possamos encontrar o que aconteceu”, comentou o governador.

VÍDEOS: os mais vistos do Rio na última semana

INCÊNDIO NO HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO