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Hospital de Campanha em Arapiraca encerra atividades na sexta-feira (25)

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Atendimento hospitalar a pacientes com Covid-19 ficará restrito a HEA e Hospital Regional

Pouco mais de três meses após ser aberto para reforçar o atendimento hospitalar aos pacientes de Covid-19 em Arapiraca, o Hospital de Campanha dr. José Fernandes – que funciona na Maternidade Nossa Senhora de Fátima – deve encerrar as atividades na sexta-feira (25). O Hospital de Emergência do Agreste e o Hospital Regional continuam mantendo leitos hospitalares para atender pessoas infectadas pelo novo coronavírus.
 

Durante a pandemia, o município chegou a contar com 47 vagas de UTI e 138 leitos clínicos para atender exclusivamente os pacientes de Covid-19. Sem o hospital de campanha e sem o Memorial Djacy Barbosa, que encerrou as atividades no final de agosto, Arapirac passa a contar com 37 vagas de UTI e 68 leitos clínicos.

O último boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde sobre a ocupação dos leitos Covid do Estado, datado de sábado (19), o Hospital de Emergência do Agreste estava com 23 dos 27 leitos de UTI ocupados, número que corresponde a 85%, e 23 dos 50 leitos clínicos ocupados, ou 46% de ocupação.

No Hospital Regional Nossa Senhora do Bom Conselho, o números de leitos e percentual de ocupação é menor. Das 10 UTIs, cinco estavam sendo ocupadas; e apenas seis dos 18 leitos clínicos.

Também no sábado, o Hospital de Campanha José Fernandes, que conta com 35 leitos clínicos, tinha apenas oito deles ocupados.

 

 

 

 

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Fonte www.cadaminuto.com.br

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Abaixo, o G1 reúne o que se sabe, até agora, sobre o incêndio que provocou a morte de duas mulheres e um terceiro paciente não identificado, e também esvaziou uma das unidades de saúde mais importantes do estado.

As duas mulheres que morreram após o incêndio eram pacientes em estado grave internadas no 3º andar do Prédio 1. No espaço destinado a pessoas infectadas pelo novo coronavírus, estavam 23 pacientes hospitalizados quando o fogo começou.

Houve ainda uma terceira morte confirmada pelo Ministério da Saúde na terça à noite, mas não foram divulgadas mais informações sobre a vítima.

Dois pacientes morrem durante incêndio em hospital do Rio de Janeiro

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O filho de Núbia, Patrick Machado, afirmou à TV Globo que a mãe tinha uma saúde boa, sem comorbidades, mas que começou a se sentir mal na quarta-feira (21), com sintomas do novo coronavírus. Depois, o estado de saúde dela piorou.

Núbia chegou a ser transferida para o Prédio 2, mas não suportou a troca de local e morreu.

Pacientes foram retirados às pressas do Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio — Foto: Reginaldo Pimenta/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

A segunda vítima, uma idosa de 83 anos, não teve a identidade revelada. A assessoria do hospital informou que ela estava no CTI coronariano da unidade já em estado grave. Ela também não teria suportado a transferência e morreu.

A direção do Hospital Federal de Bonsucesso informou que o fogo começou no subsolo do Prédio 1, por volta das 9h45. No local, segundo o comunicado, ficava o almoxarifado da unidade de saúde, com mais de 30 mil fraldas descartáveis guardadas. Essa seria uma explicação para a dificuldade dos bombeiros em controlar as chamas.

Incêndio atinge o Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio

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O Prédio 1 é considerado o principal edifício do complexo hospitalar (veja abaixo o que funcionava em cada prédio). Lá funcionava a emergência e também ficavam pacientes internados. Além disso, era no edifício que eram realizados exames de imagem da unidade de saúde.

O Hospital Federal de Bonsucesso é composto por seis alas – duas delas tem internações.

  • Prédio 1 (onde começou o fogo): Emergência, internações e exames de imagem.
  • Prédio 2: Centro de atenção à mulher, à criança e ao adolescente
  • Prédio 3: Oncologia clínica e perícia médica
  • Prédio 4: Administração
  • Prédio 5: Laboratório, centro de estudos e residência médica
  • Prédio 6: Ambulatório

Incêndio no Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio de Janeiro — Foto: G1

Sem certificado dos bombeiros

‘Hospital não possui certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros’, diz comandante-geral

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A unidade, concluiu o comandante, “não possui certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros”.

“Eu já tinha conversado com o diretor do hospital. O hospital possui duas notificações e dois autos de infração junto à corporação. É muito difícil, quase impossível, interditarmos um hospital com aproximadamente 600 leitos”, contemporizou Monteiro.

Relatório indicava problemas

Bombeiros trabalham para controlar as chamas de hospital que pegou fogo em Bonsucesso, no Rio. — Foto: REUTERS/Ricardo Moraes

No documento, a Defensoria pediu que os gestores dessem explicações sobre a estrutura de combate a incêndios da unidade. Um relatório de abril deste ano indicava que o prédio tinha diversos problemas que poderiam se transformar em um grande incêndio.

Em outro ofício, a DPU solicitou ao Corpo de Bombeiros que apurasse as condições de funcionamento do hospital, e checasse principalmente se havia planos de gerenciamento de riscos e combate a incêndios e situações de pânico.

“O protocolo do estado é que, primeiramente, entre o Corpo de Bombeiro e a Defesa Civil apagando o incêndio e socorrendo as vítimas. Logo após, entra a Polícia Civil com todo o processo de perícia. A fase agora é de perícia. Após a perícia, podemos abrir inquérito para que possamos encontrar o que aconteceu”, comentou o governador.

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