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Alta procura por termômetros reflete no preço dos equipamentos

Blog Giga Medical

Máscara, álcool em gel e as luvas se tornaram equipamentos fundamentais para evitar a disseminação do coronavírus, mas os termômetros com leitura infravermelho se tornaram uma ferramenta indispensável para atestar um dos sintomas que podem ser indicação de contaminação pelo vírus.

E diante de tanta procura, inclusive por funcionários e clientes como medida de segurança, o preço do equipamento subiu consideravelmente. Alguns aparelhos, encontrados antes da pandemia por R$170, já podem ser encontrados por R$600. A proprietária de uma loja de materiais cirúrgicos e hospitalares, Elaine Cristina Maranha Rodrigues, de 45 anos, diz que a demanda aumentou significativamente, o que afetou a disponibilidade do produto.

“Muitas empresas e indústrias não pararam na pandemia e por isso a procura por este equipamento de segurança aumentou, ainda mais depois da retomada do comércio. Como ele é importado ficamos cerca de um mês sem a reposição dele no mercado”, explica.

Este equipamento já possui um preço mais alto em relação ao termômetro convencional, mas assim como a alta dos preços do álcool em gel e das máscaras, ele também foi impactado. “A partir de maio esse termômetro custava R$170 e agora está R$590. Depois deste pico, já é possível encontrá-lo em torno de R$180 a R$230, dependendo da marca. A disponibilização no mercado já está mais acessível”, diz.

A procura por máscaras e pelo álcool em gel continua em alta, mas não tão assídua como foi em meados de março e abril, quando não era mais possível encontrar estes produtos nas farmácias e mercado em geral. “Hoje você não encontra mais uma caixa de máscaras com o seu preço habitual no ano passado. Uma caixa com 50 máscaras que custava cerca de R$8 agora está em torno de R$ 60 ou R$70”, diz.

O farmacêutico Fernando Arena Novaes, de 38 anos, é gerente de uma loja que vende materiais cirúrgicos e hospitalares, reforça que a alta dos preços do equipamento reflete na alta do dólar. “Esses equipamentos são importados e os fornecedores têm o seu repasse, além da taxa de importação, então isso também é um fator que reflete no preço para o consumidor final. As pessoas comuns, mesmo sem empresas, tem adquirido o termômetro”, reforça Novaes.

NOS COMÉRCIOS
A grande maioria dos estabelecimentos utiliza o termômetro por se tratar de uma medida de segurança, pois ainda na porta da loja é possível detectar a temperatura do cliente e foi pensando nesse cuidado com os clientes e com seus funcionários que o proprietário de uma loja de tintas, Geraldo Defalco, de 59 anos, resolveu adquirir o produto o quanto antes. “Eu comprei o termômetro pela internet em um site de marketplace logo em março, na época paguei R$100. Assim como a máscara e o álcool em gel, esse equipamento é essencial para garantir a saúde e segurança dos funcionários e clientes”, explica.

Ele diz que todos os dias, os funcionários têm a temperatura medida antes de começarem a trabalhar. “Temos álcool em gel disponibilizado em vários pontos da loja. São medidas e práticas que teremos que praticar por muito tempo para nos protegermos do vírus”, conclui Defalco.

 

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Fonte www.jj.com.br

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