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Rádio interna é implantada no Hospital Galileu com muita informação e música

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O Hospital Público Estadual Galileu (HPEG), em Belém, iniciou o mês com mais uma novidade para seus pacientes, acompanhantes e colaboradores: a Pró-Rádio HPEG. A ferramenta, inédita na unidade, consiste em um sistema radiofônico desenvolvido pela equipe de Tecnologia da Informação (TI), em conjunto com a Assessoria de Comunicação da Unidade, com programações sobre saúde, reportagens e músicas.  

Com uma programação semanal, a rádio é transmitida por meio de caixas de som espalhadas pelos corredores do hospital, salas administrativas e recepção. Os ouvintes poderão acompanhar programas relacionados à saúde física e mental, cuidados e dicas sobre a segurança do paciente, reportagens com os colaboradores, mensagens da diretoria e músicas para o bem-estar.  

A rádio foi planejada a partir de uma necessidade em proporcionar um ambiente hospitalar leve e descontraído, tanto para pacientes quanto para colaboradores. “Ouvir música proporciona sensação de felicidade, reduz o estresse e estimula o pensamento criativo. Por ter efeitos positivos, reduz a ansiedade e o estresse”, explica a psicóloga organizacional, Janaína Nogueira. 

Francinaldo de Souza está internado na Unidade há quase um mês e, durante sua caminhada diária pelos corredores do hospital, faz questão de parar para ouvir a rádio. “Eu já tenho o costume de ouvir músicas. Me sinto bem. E as músicas que tocam aqui são de qualidade, boas mesmo. Algumas nos fazem até refletir sobre a vida”, disse. 

A psicóloga Lohana de Paula explica como a música pode ser benéfica para esse paciente. “Utilizamos a música em momentos terapêuticos e de lazer. Ela consegue tornar o ambiente hospitalar agradável e ameniza o período de internação do nosso usuário”, ressalta a psicóloga, que acredita que a música pode ser utilizada como um recurso terapêutico dentro de um ambiente hospitalar. 

Para que o projeto pudesse sair do papel, foi necessário a implantação de um sistema específico de rádio, utilizado em computadores, além da seleção de músicas e uma ferramenta para distribuir conteúdo na internet – o streaming. “Implantamos uma central de comunicação em dois computadores e um sistema de sonorização interna com caixas de som, que estão espalhadas por todo hospital”, explica Vlamir Garcia, coordenador de TI do HPEG.  

Rodrigo Fauth, diretor hospitalar da unidade, explica a importância do investimento em estratégias de comunicação, no Hospital Galileu. “Com a implantação da rádio, a interação entre os setores e o clima organizacional irá melhorar. Além disso, conseguiremos proporcionar um ambiente mais acolhedor aos nossos pacientes e colaboradores”, pondera o diretor.  

Pró-Rádio na WEB 

Além de ser sintonizado no sistema de fonia do hospital, o setor de TI do Hospital Galileu disponibilizou um link de acesso a rádio, direto da internet. Ou seja, acessando o link https://zeno.fm/radio-hpeg/ qualquer pessoa poderá conhecer a rádio, ouvir a programação e conhecer um pouco mais sobre as atividades desenvolvidas no HPEG. 

Rádios Pró-Saúde Brasil afora 

Mantido pelo Governo do Estado do Pará, o Hospital Público Estadual Galileu (HPEG) é gerenciado pela Pró-Saúde, uma das maiores entidades filantrópicas de gestão de serviços hospitalares do país. A instituição criou a primeira rádio hospitalar em uma unidade gerenciada, em setembro de 2011, no Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), em Santarém.  

Em Vitória, o Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE), outro hospital gerenciado pela Pró-Saúde, também implantou um sistema de fonia. Inaugurada em maio deste ano, a rádio toca diariamente músicas em som ambiente, orientações de saúde, como a importância do uso de máscaras e higienização das mãos. 

Sobre a Pró-Saúde 

A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade. Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 23 cidades de 12 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos. 

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Fonte redepara.com.br

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Abaixo, o G1 reúne o que se sabe, até agora, sobre o incêndio que provocou a morte de duas mulheres e um terceiro paciente não identificado, e também esvaziou uma das unidades de saúde mais importantes do estado.

As duas mulheres que morreram após o incêndio eram pacientes em estado grave internadas no 3º andar do Prédio 1. No espaço destinado a pessoas infectadas pelo novo coronavírus, estavam 23 pacientes hospitalizados quando o fogo começou.

Houve ainda uma terceira morte confirmada pelo Ministério da Saúde na terça à noite, mas não foram divulgadas mais informações sobre a vítima.

Dois pacientes morrem durante incêndio em hospital do Rio de Janeiro

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O filho de Núbia, Patrick Machado, afirmou à TV Globo que a mãe tinha uma saúde boa, sem comorbidades, mas que começou a se sentir mal na quarta-feira (21), com sintomas do novo coronavírus. Depois, o estado de saúde dela piorou.

Núbia chegou a ser transferida para o Prédio 2, mas não suportou a troca de local e morreu.

Pacientes foram retirados às pressas do Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio — Foto: Reginaldo Pimenta/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

A segunda vítima, uma idosa de 83 anos, não teve a identidade revelada. A assessoria do hospital informou que ela estava no CTI coronariano da unidade já em estado grave. Ela também não teria suportado a transferência e morreu.

A direção do Hospital Federal de Bonsucesso informou que o fogo começou no subsolo do Prédio 1, por volta das 9h45. No local, segundo o comunicado, ficava o almoxarifado da unidade de saúde, com mais de 30 mil fraldas descartáveis guardadas. Essa seria uma explicação para a dificuldade dos bombeiros em controlar as chamas.

Incêndio atinge o Hospital Federal de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio

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O Prédio 1 é considerado o principal edifício do complexo hospitalar (veja abaixo o que funcionava em cada prédio). Lá funcionava a emergência e também ficavam pacientes internados. Além disso, era no edifício que eram realizados exames de imagem da unidade de saúde.

O Hospital Federal de Bonsucesso é composto por seis alas – duas delas tem internações.

  • Prédio 1 (onde começou o fogo): Emergência, internações e exames de imagem.
  • Prédio 2: Centro de atenção à mulher, à criança e ao adolescente
  • Prédio 3: Oncologia clínica e perícia médica
  • Prédio 4: Administração
  • Prédio 5: Laboratório, centro de estudos e residência médica
  • Prédio 6: Ambulatório

Incêndio no Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio de Janeiro — Foto: G1

Sem certificado dos bombeiros

‘Hospital não possui certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros’, diz comandante-geral

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A unidade, concluiu o comandante, “não possui certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros”.

“Eu já tinha conversado com o diretor do hospital. O hospital possui duas notificações e dois autos de infração junto à corporação. É muito difícil, quase impossível, interditarmos um hospital com aproximadamente 600 leitos”, contemporizou Monteiro.

Relatório indicava problemas

Bombeiros trabalham para controlar as chamas de hospital que pegou fogo em Bonsucesso, no Rio. — Foto: REUTERS/Ricardo Moraes

No documento, a Defensoria pediu que os gestores dessem explicações sobre a estrutura de combate a incêndios da unidade. Um relatório de abril deste ano indicava que o prédio tinha diversos problemas que poderiam se transformar em um grande incêndio.

Em outro ofício, a DPU solicitou ao Corpo de Bombeiros que apurasse as condições de funcionamento do hospital, e checasse principalmente se havia planos de gerenciamento de riscos e combate a incêndios e situações de pânico.

“O protocolo do estado é que, primeiramente, entre o Corpo de Bombeiro e a Defesa Civil apagando o incêndio e socorrendo as vítimas. Logo após, entra a Polícia Civil com todo o processo de perícia. A fase agora é de perícia. Após a perícia, podemos abrir inquérito para que possamos encontrar o que aconteceu”, comentou o governador.

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