Entre sábado e domingo, Cachoeira registra 9 casos de Covid. UTI do HCB tem 3 pacientes

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A Secretaria Municipal da Saúde confirmou neste domingo em sua Nota Informativa mais 6 casos de coronavírus em Cachoeira do Sul. Novos 3 casos haviam  ocorrido no sábado.  Uma delas é uma paciente que esteve internada no HCB até a última sexta-feira. Neste domingo foram registrados mais 19 casos suspeitos, sendo um deles um homem de 50 anos que está internado no HCB. Permanecem suspeitos outros 47 casos. 44 casos foram descartados.

 

            Situação em Cachoeira do Sul

-Casos confirmados: paciente do sexo feminino, 18 anos, 40 anos, 51 anos, paciente do sexo masculino, 36 anos, 47 anos.

– Caso confirmado: paciente do sexo feminino, 60 anos, com SRAG, alta hospitalar em 30/10/2020.

– Caso suspeito 01/11: paciente do sexo masculino, 50 anos, com SRAG internado no HCB.

– Casos suspeitos 01/11: 18 pacientes com síndrome gripal e em isolamento domiciliar.

– Caso suspeito: permanece paciente do sexo masculino, 30 anos, com SRAG internado no HCB.

– Casos suspeitos: permanecem 46 pacientes, com Síndrome Gripal, em isolamento domiciliar

– Casos descartados: 44 pacientes.

Município Recuperados Suspeitos Descartados Confirmados Óbito caso confirmado Óbitos casos suspeitos
Cachoeira do Sul 622 66 2265 652 7 0

 

Hospital de Caridade e Beneficência de Cachoeira do Sul

Área de Isolamento Respiratório – UTI Covid-19

-Paciente sexo masculino, 67 anos, gravíssimo – reside em Cachoeira do Sul – positivo Covid-19

– Paciente sexo masculino, 30 anos, inspira cuidados – reside em Cachoeira do Sul – suspeito

– Paciente sexo masculino, 50 anos, gravíssimo – reside em Cachoeira do Sul – suspeito

Alta Hospitalar

– Paciente sexo masculino, 68 anos, residente de Salto do Jacuí – alta hospitalar

Óbito

– Paciente sexo masculino, 53 anos, residente de Caçapava do Sul – óbito

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Fonte www.radiofandango.com.br

Incêndios em hospitais: prédios antigos e falta de manutenção levam Brasil a ter mais casos – Brasil

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Incêndios em hospitais são cada vez mais frequentes no Brasil porque falta manutenção preventiva em sistemas elétricos e de ar-condicionado. A maioria dos prédios é antiga e não tem instalações adequadas para equipamentos cada vez mais modernos, como os de UTI. Falta conscientização dos gestores sobre riscos nas unidades de saúde, onde a fiscalização é falha. Além disso, as equipes têm pouco treinamento específico.

Para especialistas e representantes do setor, esse cenário marca o aumento de casos como o do Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio: 4 pessoas morreram e 150 tiveram de ser removidas esta semana. A tragédia desta semana não é um caso isolado. O Instituto Sprinkler Brasil e a Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Edificação Hospitalar, com apoio da Sociedade Brasileira para Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente, revisaram ocorrências de incêndio em estabelecimentos de saúde veiculadas pela mídia nos últimos dois anos. Em 2019, foram 39. De janeiro a outubro deste ano, são 54, alta de mais de 50% ante o mesmo período do ano anterior. São Paulo é o Estado com mais registros (9), seguido de Minas e Rio (7 cada).

Especialistas destacam que os números refletem pequena parte das ocorrências, pois vários incêndios não são registrados – há subnotificação. “O ideal seria termos números oficiais repassados pelos Corpos de Bombeiros do País, mas isso não ocorre. A estimativa é de que o número encontrado por nós corresponda a 3% do número total de casos”, diz Marcelo Olivieri de Lima, diretor geral do Instituto Sprinkler Brasil.

Um dos problemas centrais é a falta de manutenção preventiva em prédios já envelhecidos. A maioria dos hospitais tem estruturas antigas. Nesses imóveis, os sistemas elétricos necessitam de modernizações para receber respiradores e monitores em uma UTI, por exemplo. Nem sempre isso acontece. O engenheiro Felipe Melo, presidente da Associação Brasileira de Sprinklers, explica que são comuns situações em que o maquinário está ligado ao mesmo tempo em uma rede elétrica, que pode não estar preparada para a carga e estoque de produtos inflamáveis sem as corretas medidas preventivas.

A falta de manutenção potencializa riscos físicos, químicos, ergonômicos e de acidentes dos ambientes hospitalares. As cozinhas, por exemplo, são área sensíveis com gases combustíveis próximos aos equipamentos de cocção. Em setembro de 2019, no Hospital Badim, também no Rio, um curto-circuito no gerador, que ficava no subsolo, foi a primeira causa do fogo, segundo a perícia. Vinte e dois dos 103 pacientes internados morreram. Nesta semana, a Polícia Civil indiciou oito pessoas, entre diretores e engenheiros, pelas mortes. Vale lembrar que hospitais abrigam pessoas com mobilidade reduzida ou ainda sob efeito de substâncias que diminuem a capacidade de percepção, orientação e deslocamento.

Também há limitações físicas. José Luiz Spigolon, diretor-geral da Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos por quase 30 anos e hoje consultor da entidade, cita um “puxadinho” de um hospital de Fortaleza para receber um acelerador linear para tratamento por radioterapia. O equipamento de R$ 3 milhões havia sido doado pela União. Como o hospital não tinha espaço, precisou comprar uma casa vizinha e construir um túnel para acessar a sala do novo acelerador. 

Além dos problemas estruturais, o País ainda enfrenta a pandemia. Mesmo que a pressão sobre o sistema de saúde não tenha sido a causa direta dos incêndios recentes, especialistas concordam que pode haver sobrecarga em breve. “A lotação dos hospitais, causada pelo alto número de pacientes com covid-19, pode sobrecarregar um sistema já fragilizado e perto do colapso”, avalia Felipe Melo. 

Comum nos EUA e na Europa, acreditação é pouco usada no País

Mesmo depois de obterem os alvarás de liberação – são 55 ao todo –, muitos hospitais no Brasil têm poucas práticas sistemáticas de controle de qualidade e de processos de trabalho. Francisco Balestrin, presidente do Sindicato de Hospitais, Clínicas e Laboratórios (SindHosp), alerta que os hospitais não são submetidos aos processos de acreditação tão comuns na Europa e Estados Unidos.  É uma vistoria feita por entidades independentes que avalia estrutura, processos e resultados. Isso precisa mudar, de acordo com ele. “Apenas 5% dos 6200 hospitais do País enfrentam esse processo, que é voluntário”, defende. 

Walter Cintra, professor de Especialização em Administração Hospitalar e de Serviços e Sistemas de Saúde da FGV, aponta que projetos hospitalares atuais levam em consideração as normas mínimas, visando só à aprovação dos órgãos reguladores. “Para prevenir incêndios de forma eficiente, é preciso ter um planejamento detalhado e manutenção preventiva. Parte dos hospitais não tem nem alvará de inspeção do Corpo de Bombeiros. Há certa liberalidade no setor. Quem vai fechar um hospital?”

Embora a legislação brasileira não faça diferenciações entre tipos de hospitais, tratando todos de forma igual, sem observar particularidades, as leis são completas. É o que acredita Marcos Kahn, especialista em engenharia de segurança contra incêndio e membro do comitê técnico institucional da Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Edifício Hospitalar. “Cada hospital tem sua especificidade, mas isso não é uma falha da legislação. É falha do entendimento do risco de incêndio. Ter segurança vai muito além das certificações. Falar da segurança contra incêndios é falar da segurança do paciente.”

Na opinião de Spigolon, da Confederação das Santas Casas, a saída passa por dinheiro. “É investir na modernização dos edifícios, reformas estruturais e treinamento das equipes para tenham outra visão da questão da segurança”, afirma. 

Dificuldade de recursos é gargalo, diz entidade

“Se o setor de Saúde fosse financiado adequadamente, não teríamos essa situação, principalmente nos hospitais públicos”, opina Yussif Ali Mere Jr., presidente da Federação dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde, Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas e demais Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado de São Paulo. O setor, diz ele, vive dificuldades e o total de usuários da rede privada caiu de 51 milhões para 47 milhões nos últimos anos. “Vemos um enxugamento da iniciativa privada em função do tombo que a economia levou. Tínhamos uma recessão econômica, que foi agravada pela pandemia.”

O Ministério da Saúde e a Anvisa, que tem desde 2014 manual de segurança contra incêndios em unidades de saúde, não comentaram o aumento de ocorrências do tipo no Brasil. 

A Prefeitura de São Paulo informou os detalhes dos três incêndios que aconteceram na cidade neste ano. Nos três casos, não houve mortes. O mais recente, em setembro, floi no Hospital Municipal Tide Setúbal, na zona leste. Conforme a gestãl municipal, “o princípio de incêndio ocorreu em apenas um quarto, no 2º andar, que estava em reforma e sem pacientes. Não houve prejuízos aos equipamentos da unidade e os pacientes do andar foram removidos para outras alas no próprio hospital”, diz nota.

Em março, houve um princípio de incêndio no Hospital Municipal Cidade Tiradentes, também na zona leste. O Município afirma que ele foi “resultado das ações de um paciente da ala psiquiátrica, que ateou fogo em um colchão”. Ainda de acordo com a Prefeitura, “o paciente sofreu leves queimaduras pelo corpo e foi atendido pela equipe de cirurgia e não houve prejuízo aos equipamentos”. Em fevereiro, a AMA/UBS Jardim Elisa Maria, zona norte, teve um princípio de incêndio por falha no ar-condicionado de um dos consultórios. Não houve vítima. A UBS foi reinstalada em um imóvel próximo.

 



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Fonte brasil.estadao.com.br

Bahia tem 352 mil novos casos e 7,6 mil óbitos durante a pandemia

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Foto: Creative Commons
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A Bahia registrou, nas últimas 24 horas, 1.423 novos infectados pelo novo coronavírus e 1.614 pacientes foram recuperados. O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do estado (Sesab) confirmou que 29 óbitos foram causados pelo novo coronavírus.

No geral, a Bahia soma 352.700 casos confirmados e 7.600 vítimas fatais – a taxa de letalidade é de 2,15%. Do total de pacientes, 337.785 estão recuperados e 7.315 encontram-se ativos. Um total de 28.927 profissionais da saúde testaram positivo para Covid-19.

Daqueles doentes que permanecem com a Covid-19, 6.386 seguem com acompanhamento e tratamento domiciliar. Em 929 situações há internamento hospitalar – 491 em terapia intensiva.

A taxa de ocupação hospitalar nesta sexta-feira (30) está em 46% -, com preocupação maior em enfermaria pediátrica, que tem 37 dos 46 leitos disponíveis ocupados (76%). Em Salvador, a taxa de ocupação é de 52%. Na capital, a enfermaria pediátrica preenche 35 das 37 vagas (94,5%).



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Fonte bahia.ba

Tocantins registra 331 novos casos da Covid-19

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Covid-19


30 Oct 2020


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Tocantins registra 331 novos casos da Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que nesta sexta-feira, 30 de outubro, foram contabilizados 331 novos casos confirmados para Covid-19. Deste total, 128 foram registrados nas últimas 24 horas e o restante por exames coletados em dias anteriores e que tiveram seus resultados liberados na data de ontem.

Desta forma, hoje o Tocantins registra um total de 234.022 pessoas notificadas com a Covid-19 e acumula 75.425 casos confirmados da doença. Destes 63.347 pacientes estão recuperados e 10.981 estão ainda ativos (em isolamento domiciliar ou hospitalar), além de 1.097 óbitos.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) esclarece que o banco de dados do Estado é dinâmico, em virtude do fechamento das investigações epidemiológicas, que alteram principalmente locais de residência dos casos positivos, trazendo modificações diárias no acumulado dos municípios e no total geral do Estado.

Os dados consolidados neste boletim são referentes às notificações recebidas no último dia, que podem abordar resultados diagnosticados em dias anteriores e notificados posteriormente ao Cievs Estadual. Para manter a credibilidade dos dados contabilizados, os gráficos apresentam a distribuição de novos casos de acordo com a data do diagnóstico e não sua notificação, por parte dos municípios. Em cada edição, o boletim apresenta a distribuição dos novos casos também por este critério.

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Fonte www.ogirassol.com.br

‘Não há tendência clara de aumento de casos ou de segunda onda’, reafirma Longo

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Pernambuco registrou um aumento da procura por serviços privados de saúde no que diz respeito a casos suspeitos da Covid-19. A situação foi relatada por representantes das unidades hospitalares em reunião com o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, na última terça-feria (27). Contudo, em entrevista coletiva remotanesta quinta-feira (29), Longo informou que os dados da Covid-19 são analisados como um todo. 




“Durante o processo de convivência, flutuações podem acontecer porque o vírus continua circulando de forma sustentada no Estado. Mas, até agora, essas oscilações estão dentro de um patamar de controle, sem tendência clara de aumento ou de uma segunda onda”, reaafirmou o secretário de Saúde.

Segundo Longo, a decisão sobre a retomada de setores e as ações do governo não se baseiam em uma semana. “A gente não toma decisão baseada numa semana, fazemos uma evolução da pandemia vendo efetivamente a tendência. Estamos observando atentamente essa maior procura no setor privado”, ressaltou.

“Dessa forma, não podemos tomar medidas pela impressão de apenas uma semana. Precisamos ter a configuração de tendência em períodos maiores. Também nunca analisamos um número de forma isolada, pois temos um conjunto de indicadores que são avaliados para que possamos melhor compreender a evolução da doença”, explicou o secretário. 


Pernambuco, que já chegou a ter 1.300 leitos de terapia intensiva (UTI) no período de maior pico, hoje trabalha com 785 leitos de UTI para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

De acordo com o secretário, a desmobilização, fechamento e bloqueio de leitos foi reflexo da diminuição de casos no Estado, e as taxas de ocupação não indicam a necessidade de retomada da abertura desses leitos.

“Alguns leitos foram desmobilizados, de forma que podem rapidamente serem colocados em atividade. Mas, neste momento, os indicadores de taxa de ocupação, o número de pacientes internados, não apontam essa necessidade”, informou. 


A ocupação hospitalar em casos de Covid-19 em Pernambuco está, de acordo com o boletim epidemiológico dessa quinta-feira (29), em 75% para UTI e 50% para enfermarias. São 933 leitos de enfermaria, destinados a casos leves, na rede pública de saúde de Pernambuco.  

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Fonte www.folhape.com.br

saiba os dados da Covid-19 desta quinta-feira (29)

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Boletim

Saúde por Lethícia Conegero/GMC Online em 29/10/2020 – 16:25

Nesta quinta-feira (29), Maringá registrou mais um óbito em decorrência do novo coronavírus. A informação consta no boletim que acompanha a evolução da doença na cidade, divulgado pela secretaria Municipal de Saúde. A vítima é uma mulher, de 79 anos, que tinha diabetes. Ela faleceu nessa quarta-feira (28). Agora, a cidade soma 161 óbitos por Covid-19.

Atualizado às 15h desta quinta-feira, 29, o boletim também indica 97 novos casos positivos do novo coronavírus em Maringá. As novas confirmações se referem a 40 homens, 50 mulheres e sete crianças. 

Desde o início da pandemia, Maringá registrou 10.351 casos positivos de Covid-19. Desses, 8.682 já venceram a doença. Os recuperados representam 83,8% do total de casos na cidade. Outros 1.449 infectados estão com o vírus ativo e permanecem em isolamento domiciliar e 59 estão internados (26 em UTI e 33 em enfermaria).

Além disso, o documento mostra que 12 pessoas estão internadas com suspeita do novo coronavírus em Maringá. Desses, 2 estão em UTI e 10 em enfermaria. Outros 7.479 casos suspeitos estão em acompanhamento por terem apresentado algum dos sintomas da doença. 

Taxa de ocupação hospitalar

A taxa de ocupação hospitalar geral nos leitos de UTI adulto de Maringá, incluindo SUS e unidades privadas de saúde, está em 66,39% nesta quinta-feira (29). Já a taxa de ocupação de UTI adulto em leitos exclusivos para covid-19, pelo SUS, está em 37,33%. 

A matriz de risco permanece moderada em Maringá.

Veja detalhes do boletim do novo coronavírus desta quinta-feira (29), em Maringá

Nesta quarta-feira (28), Maringá não registrou óbitos em decorrência da Covid-19. Para ver os dados do boletim anterior, clique aqui.

Acesse GMC Online

 

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Fonte www.cbnmaringa.com.br