Watch Dogs Legion – Como Pegar a Máscara de Aviador

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A Ubisoft sempre mandou muito bem quando se trata de customização dos personagens em seus jogos.

Watch Dogs Legion não fica pra trás nesse quesito. A Ubisoft colocou muitas formas de customizar seu personagem, sendo uma delas as máscaras.

Hoje você vai aprender como pegar a máscara do aviador estilo vintage da segunda guerra mundial.

Como pegar a máscara em Watch Dogs Legion?

O primeiro passo é ir para um dos esconderijos do Clã Kelley localizado na região de Southwark, próximo ao Depósito de Ônibus.

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Para chegar até aqui é necessário chegar até a extremidade esquerda do lugar e ir subindo até chegar no ponto mais alto do local.

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Quando chegar próximo dessa localização você verá a máscara marcada em seu mapa.

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Watch Dogs Legion – Como Pegar a Máscara do Lorde Porco

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Essa será a primeira máscara que você encontrará em Watch Dogs Legion. A máscara do Lorde Porco será uma das várias opções de customização que o jogo te dá.

Como pegar a máscara no Watch Dogs Legion?

Essa máscara é bem fácil de achar, já que está no esconderijo da DeadSec onde fica a primeira missão principal do jogo.

O esconderijo fica na região de Candem, dentro de um bar.

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Assim que chegar ao esconderijo, suba as escadas que estão localizadas a direita. A máscara estará no final do andaime.

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Agora é só descer e ir para o local de trocar suas roupas e acessórios para usar essa máscara icônica.

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Máscaras, distanciamento e muitos infectados: como Covid-19 tem perdido força no Brasil – 30/10/2020

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Por Pedro Fonseca

RIO DE JANEIRO (Reuters) – A imunidade da parcela da população infectada durante uma prolongada primeira etapa da epidemia, aliada à adesão a medidas de proteção como o uso de máscara e o distanciamento social, ajudaram a Brasil a reduzir a força do coronavírus, disseram especialistas, alertando, no entanto, que não se pode baixar a guarda sob risco de uma segunda onda como a que atinge atualmente a Europa.

Ao contrário dos países europeus, que conseguiram conter a primeira fase da pandemia de coronavírus em poucos meses após o impacto inicial, o Brasil passou um longo período estacionado em um chamado platô, com elevados números de casos e de óbitos pela Covid-19, antes de apresentar os primeiros sinais de queda.

A longa duração do primeiro momento da crise pode ser um dos fatores por trás da atual queda da epidemia, uma vez que muitas pessoas já se expuseram ao vírus, afirmaram à Reuters especialistas que acompanham de perto a pandemia no país.

Depois de passar diversas semanas seguidas registrando cerca de 40 mil casos novos e de 1 mil mortes a cada dia nos meses de junho, julho e agosto, o Brasil apresentou no mês passado o primeiro sinal de queda da epidemia, e a tendência tem se mantido desde então.

Após pico de 45 mil casos por dia em média no final de julho, com quase 1.100 mortes diárias, o país registrou 20 mil casos por dia em média na semana epidemiológica encerrada no último sábado, com 461 mortes por dia na média.

Mesmo com a redução, o Brasil ainda é o terceiro país do mundo com mais casos, com 5,4 milhões, atrás apenas de EUA e Índia, e o segundo em número de mortes, com mais de 158 mil.

Em uma população de 210 milhões, o número de casos confirmados seria insuficiente para se garantir a chamada imunidade de rebanho, mas é preciso considerar que há um número enorme de casos não registrados, o que leva a crer em um certo grau de imunidade coletiva pelo menos em alguns locais, de acordo com Wanderson Oliveira, ex-secretário nacional de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

“No caso da Covid tivemos uma primeira onda muito maior do que a gente realmente conhece, e um número de pessoas que pegou e não sabemos muito grande. Alguns estudos dizem que dá 10 a 12 vezes no número de casos e 1,5 vez no caso dos óbitos”, disse, acrescentando que “muitos lugares” podem ter atingido a imunidade de rebanho.

O infectologista Roberto Medronho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), concorda que a doença já teve forte impacto nos grupos de pessoas e locais com maior risco de adoecimento. “Vemos uma queda agora porque as pessoas de maior risco da doença adoeceram, algumas morreram, a reinfecção é muito rara, por isso há essa queda”, afirmou.

Além da possível imunidade, a população brasileira tem aderido com sucesso ao uso de máscara e ao distanciamento, além de parcela que ainda mantém o isolamento social, o que tem surtido efeito, acrescentaram os pesquisadores.

“Nessa segunda fase que estamos agora, já passamos a primeira que foi a fase mais trágica da pandemia, o número vem baixando em parte por conta da adoção pela população das medidas de prevenção, em parte por um certo grau de proteção que deve ter de imunidade de rebanho, pelo menos temporária, e em parte porque certos grupos conseguem manter o isolamento social”, disse Alexandre Naime Barbosa, chefe da Infectologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

A importância do isolamento social se dá uma vez que pelo menos um terço da população tem se mantido longe das ruas –a despeito da posição contrária do presidente Jair Bolsonaro–, de acordo com o Índice de Isolamento Social, uma ferramenta que utiliza dados de localização de aplicativos instalados em mais de 60 milhões de telefones celulares pelo país.

O número representa uma queda em relação ao patamar de 50% do final de março e do mês de abril, mas ainda assim tem ajudado a conter a disseminação do vírus, segundo os especialistas.

“Acredito que nós sustentamos um determinado grau de isolamento social. Tem uma parte da população que está em casa, que pode ficar em casa e que está em casa. Quem tinha que sair para a rua, saiu para a rua, pegou a doença, morreu ou se curou”, disse Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

Uma vez que a redução recente da epidemia tem dependido, principalmente, da ação das próprias pessoas, há o risco de uma retomada da pandemia, alertou Naime, da Unesp. Além disso, não se sabe por quanto tempo dura a imunidade adquirida por aqueles que já foram contaminados.

“Quanto tempo vai durar a imunidade de rebanho? E quanto tempo vai demorar para a população se cansar das medidas de prevenção? Tudo isso são cenas do próximo capítulo.”

(Reportagem adicional de Lisandra Paraguassu, em Brasília, e Eduardo Simões, em São Paulo)

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Como fazer seu filho usar máscara (e achar divertido)

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Use a máscara, use a máscara, use a máscara. A essa altura do campeonato, não há ser humano sobre a Terra que não saiba quão importante é o uso do acessório para se prevenir da covid-19. Convencer crianças a usar, no entanto, pode não ser tarefa simples. Essa é, inclusive, uma das preocupações relacionadas à retomada das aulas presenciais. Como garantir que os pequenos vão manter o acessório sobre o nariz e a boca durante o período que estiverem dentro da escola? De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o uso de máscaras não deve ser feito por crianças de 5 anos ou menos. No Brasil, porém, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) defende que crianças maiores de 2 anos usem a proteção. Veja o que dizem os especialistas.

Não queira ser racional

Esperar uma relação racional com a máscara, sobretudo de crianças bem pequenas, é esperar demais. A dica é transformar o uso da máscara em algo lúdico, especial e até divertido – em vez de querer que seu filho compreenda que é algo necessário para a saúde dele.

Façam vocês mesmos

“Experiemente criar uma máscara bem enfeitada com a ajuda da criança”, recomenda Iara Mastine, que é psicóloga infantil. Na semana passada, ela recebeu em seu consultório uma menina que corria o risco de não ser aceita na escola, para as atividades extracurriculares já liberadas em São Paulo. É que ela se recusava a usar máscara, acessório obrigatório para entrar na instituição. Iara a convidou para confeccionar a própria máscara. Funcionou.

Ou deixe que ele escolha

Formatos de bichos e personagens costumam fazer sucesso com a criançada. Se trabalhos manuais não são o grande talento da sua família, não se preocupe: o mercado está cheio de opções infantis. Mas deixe que seu filho escolha as próprias máscaras, para ser especial. Algumas lojas investiram em acessórios estilosos e divertidos.

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Do jeito certo: como guardar uma máscara quando ela não está em uso

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2020 será lembrado como o ano das máscaras. Em diferentes cores e tamanhos, elas foram indicadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a principal medida para conter o coronavírus.

Porém, após sete meses de pandemia, erros ainda são cometidos — e um deles é como armazenar uma máscara quando ela não está em uso. A máscara continua sendo a proteção de alta excelência para todos. Por essa razão, sua assepsia é essencial, ainda mais entre as reutilizáveis.

 

Leia também

 

Os descuidos no meio da pandemia

Nas ruas, testemunhamos que as pessoas deixam a máscara sobre uma mesa ou talvez sobre as pernas. Algumas pessoas amarram-na no braço, deixam pendurada em uma orelha ou simplesmente jogam fora.

Você não precisa ser um microbiologista para entender que armazenar uma máscara nessas condições é oposto ao higiênico. O risco não é apenas para coronavírus, mas para qualquer quantidade de bactérias expostas em cada superfície.

A farmacêutica Marián García disse que “colocar a máscara em superfícies pode infectar outras pessoas”.

 

Como guardar uma máscara corretamente

O método mais apropriado e simples é armazená-lo em um envelope de papel. Especialistas até recomendam depositá-lo no saco uma vez que seja descartado. A ideia é que ela não se deteriore. Assim lhe daremos uma vida mais útil.

Mas cuidado com os famosos sacos com zíper que são usados para armazenar produtos congelados. A contraindicação é que eles retêm a umidade e impedem a passagem de ar. Isso pode transformá-la em um algo muito perigoso.

Boticaria García acredita que máscaras reutilizáveis não são boas, mas entende que se tornaram um mal inevitável. “Você pode manter essa máscara em um saco, mas eu sempre recomendarei a tradicional e descartável”, disse.

 

Fonte: Nueva Mujer



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Mascne: uso de máscara pode favorecer a acne; saiba como amenizar efeito – 12/10/2020

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Hoje o assunto é a mascne, ou seja, as acnes que têm se formado no rosto por causa do uso constante de máscaras. Se você tem alguma dúvida, mande para mim no [email protected]

O uso de máscara no calor pode favorecer o aparecimento de acne, pois o acessório, além de irritar a pele por causa do contato direto, ajuda no aumento da umidade e da oleosidade na região.

Quando você respira ou fala, sua máscara tende a reter muito ar quente. Além de irritante, esse ar cria um ambiente quente e úmido, fazendo com que as glândulas sebáceas aumentem a oleosidade da pele, justamente na região em que a máscara é utilizada. Ou seja, um cenário ideal para o aparecimento de acnes na região do queixo, mandíbula e toda região superior da maçã do rosto.

Para amenizar o problema, é preferível optar por materiais para macios como algodão ou seda, evitando tecidos que possam trazer maior irritação e atrito para a pele, como os sintéticos.

Além disso, procure utilizar a máscara de forma que não esteja apertada a ponto de machucar o rosto e troque-a com frequência: use-a por, no máximo, 3 horas.

Antes de usar a máscara, faça uma limpeza da pele com sabonete apropriado; se a sua pele for oleosa, use sabonetes com ácido salicílico, e se a pele for sensível, sabonetes com calêndula e camomila. Um tônico também é uma boa opção no caso de pele oleosa. Usar hidratante e filtro solar também continua sendo essencial.

Se a acne já apareceu, você deve intensificar a rotina de limpeza diária, usar tratamentos específicos para essa região e, se for necessário, até fazer uso de antibioticoterapia —que é o tratamento de pacientes com sinais e sintomas clínicos de infecção pela administração de antimicrobianos.

E dá para usar maquiagem e máscara? Pode usar desde que você cuide da sua pele de forma adequada com a limpeza com sabonete e uso de tônicos ou hidratantes para evitar a oleosidade e a acne.

Outro ponto que merece atenção: trate sua máscara como uma roupa íntima. Lave após o uso para que o seu rosto não fique em contato direto com o suor, sujeiras e bactérias do dia a dia. Esse processo também é fundamental para o controle de infecções.

Dicas úteis

  • A pele deve estar sempre limpa ao colocar a máscara, ou seja, lave o rosto duas vezes ao dia –nem mais, nem menos– com sabonete específico para seu tipo de pele;
  • Evite tomar banho com água muito quente, para que não haja um rebote de oleosidade;
  • Hidrate o rosto com um creme próprio para a região facial, dessa forma, é possível evitar o atrito e pressão na pele;
  • No fim do dia, ao tirar a máscara, lave o rosto com sabonete apropriado e realize o skincare orientado pelo seu dermatologista.

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De máscara, Canarinho dança e brilha como torcedor solitário da Seleção em Itaquera – 10/10/2020

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Com os portões fechados na Neo Química Arena por conta da pandemia de covid-19, a Seleção Brasileira goleou a Bolívia por 5 a 0 em sua estreia pelas Eliminatórias Sul-Americanas. O Canarinho, mascote oficial da CBF, brilhou como torcedor solitário na arena de Itaquera durante a noite de sexta-feira

Em vídeo publicado pela CBF no Twitter, o célebre Canarinho Pistola desembarca do ônibus da delegação na chegada ao estádio ao som da canção “Ela mexe comigo”. Devidamente protegido com máscara, ele percorre parte do caminho rumo aos vestiários dançando.

Nas arquibancadas da vazia arena, o mascote foi retratado batucando e soltando fumaça verde e amarela. “Quem disse que não teve apoio? Mesmo sem a presença da torcida na Neo Química Arena, o Canarinho fez barulho e garantiu apoio ao Brasil!”, publicou a CBF no Twitter

Incentivada pelo Canarinho, a Seleção Brasileira bateu a frágil Bolívia com facilidade. Marquinhos, Firmino (2), Carrasco (contra) e Philippe Coutinho marcaram os gols em Itaquera. Às 21 horas (de Brasília) desta terça-feira, o time nacional enfrenta o Peru, em Lima.

Canarinho Pistola foi o único torcedor da Seleção Brasileira em Itaquera (Foto: Divulgação/Lucas Figueiredo)

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Saúde distribuiu menos de 10% da hidroxicloroquina recebida como doação

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BRASÍLIA — Menos de 10% do estoque de 3 milhões de comprimidos de hidroxicloroquina doados ao Brasil pelos Estados Unidos e por uma multinacional para Covid-19 foram distribuídos. Apenas 289 mil unidades do medicamento, ou 9,6% do total, tiveram como destino 10 cidades e um grupo hospitalar no Sul do país.

O presidente do país maior doador do remédio ao Brasil, Donald Trump, foi infectado recentemente pela Covid-19 e, segundo relatos, não fez uso do medicamento durante o tratamento. Em maio, ele afirmou que estava tomando a droga de forma preventiva para doença, mesmo sem comprovação científica de eficácia.

O remédio doado, cuja maior parte chegou ainda em maio, tornou-se um problema para o governo brasileiro por conta da necessidade do fracionamento (ele veio em potes muito grandes, com 100 e 500 comprimidos). A Agência Nacional de Vigilância (Anvisa) teve de editar uma autorização especial com regras de segurança para que a droga fosse fracionada.

Somente no início de setembro, as normas foram anunciadas pelo Ministério da Saúde como tentativa de dar vazão à hidroxicloroquina estocada. A pasta deixou a cargo do solicitante, em geral estados ou municípios, a tarefa do fracionamento.

Mais de um mês depois, o interesse na hidroxicloroquina recebida na forma de doação não levou a um patamar significativo de distribuição. Além do Grupo Hospitalar Conceição, receberam ou estão para receber a droga Madre de Deus (BA), Grão Mogol (MG), Joinville (SC), Pau D’arco (PA), Lages (SC), Pirassununga (SP), Pinhalzinho (SC), Vera Cruz (BA), Aracruz (ES) e Águas Lindas (GO).

A doação recebida pelo Brasil abrangeu 2 milhões de comprimidos de sulfato de hidroxicloroquina 200 mg vindos dos Estados Unidos e mais 1 milhão de comprimidos de 200 mg enviados pela Novartis, segundo o Ministério da Saúde. Questionada sobre o elevado volume de medicamentos ainda em estoque, a pasta afirmou em nota que “envia o medicamento a partir da demanda de estados e municípios”.

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Fonte br.noticias.yahoo.com