Colombianos são presos após tentativa de assalto contra inspetora da Polícia Civil | Fortaleza

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Dupla de colombianos foi presa após tentativa de assalto contra uma inspetora da Polícia Civil do Ceará (PCCE). Os homens foram identificados como John Anderson Cruz Jimenez, 29, e Darwin Alejandro Hernandez Cardona, 30. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a captura ocorreu na última sexta-feira, 30.

Durante a tentativa criminosa, na avenida Doutor Theberge, a inspetora reagiu contra os indivíduos e baleou o mais velho, Darwin, que estava numa motocicleta junto com o comparsa. A policial socorreu o ferido e o levou à unidade hospitalar, onde se encontra sob escolta policial.

A prisão ocorreu com apoio de composição da Força Tática da Polícia Militar do Ceará (PMCE), que foi acionada via Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops). O flagrante ocorreu no 33º Distrito Policial. Na diligência, os PM’s localizaram um simulacro de arma de fogo jogado próximo à região onde ocorreu o delito.

“Na Distrital, a policial se apresentou espontaneamente, onde prestou esclarecimentos sobre o fato. Um inquérito policial pelo crime de tentativa de roubo foi instaurado e John e Darwin foram autuados em flagrante. O procedimento foi transferido para o 7º DP, unidade que dará continuidade às investigações”, detalhou a SSPDS.

John tem passagens por associação criminosa e crime contra a economia popular. Darwin não possui antecedentes.

Denúncias

A Polícia Civil ressalta que a população pode contribuir com as investigações na região repassando informações que possam auxiliar os trabalhos policiais. As denúncias podem ser feitas pelo número (85) 3101-2232, do 7º Distrito Policial (DP), ou pelo WhatsApp da unidade: (85) 98541-8614. O sigilo e o anonimato são garantidos.

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Fonte www.opovo.com.br

O poder das máscaras na luta contra o novo coronavírus – 31/10/2020

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Nas histórias de super-heróis, as máscaras são uma importante ferramenta usada por muitos personagens para preservar sua identidade e se proteger de retaliações, enquanto lutam pelo bem-estar coletivo. Na pandemia de covid-19 acontece algo parecido, mas de forma inversa: o uso coletivo das máscaras vem se mostrando cada vez mais uma estratégia fundamental para a proteção e bem-estar de cada indivíduo na luta contra o coronavírus.

Objeto de questionamentos quanto à sua segurança e adequação para uso generalizado no início da pandemia —a OMS (Organização Mundial de Saúde (OMS) e outras autoridades sanitárias hesitaram, de início, em recomendá-las, também por temor de desabastecimento de equipamentos de proteção individual para os profissionais de saúde na linha de frente de combate aos Sars-CoV-2 —, as máscaras, em especial as caseiras, logo se tornaram um item essencial, e muitas vezes obrigatório, para quem quer se aventurar fora de casa nestes tempos.

Apesar de obrigatórias ou recomendadas em espaços públicos e outras situações, desde fins de março, por força de regulamentações de governos locais ou nacionais ao redor do mundo, as máscaras ainda são alvo de muitas dúvidas sobre sua real eficácia e erros de utilização. Mas a ciência também já produziu muito conhecimento sobre elas neste período, demonstrando que, se bem feitas e usadas, as máscaras são, lado a lado com a higiene pessoal e o distanciamento social, as principais estratégias para ajudar a conter a disseminação do vírus. E assim devem permanecer por muito tempo, mesmo após a chegada de uma ou mais eventuais vacinas contra a doença. Vejamos então o que algumas destas pesquisas e os especialistas dizem (spoiler: usar máscara com o nariz de fora, no queixo ou no pescoço é o mesmo, ou até pior, que estar sem máscara!):

Materiais e modelos

Logo de cara, uma questão que as pessoas têm é “qual a melhor máscara para me proteger da covid-19?”. De início, muitas instintivamente se voltaram para produtos aprovados para uso médico-hospitalar, como os respiradores no padrão americano N95 ou máscaras cirúrgicas, numa corrida que as fez sumir não só das prateleiras das farmácias e lojas especializadas, como dos dispensários dos hospitais e clínicas, e provocou uma explosão nos preços. Mas muitas vezes nem uma nem outra são a melhor opção, tanto do ponto de vista da saúde pessoal quanto da coletiva.

No caso dos respiradores N95, é preciso estar atento a que tipo de produto se está lidando. Criado pelo Instituto Nacional para Segurança e Saúde Ocupacional dos EUA (NIOSH, na sigla em inglês), o padrão deve seu nome à filtragem de 95% das partículas com menos de 0,3 micrômetros (um micrômetro equivale a um milésimo de milímetro) presentes no ar quando o usuário inspira, mas nada prevê quanto ao material que ele lança ao ambiente quanto expira. Assim, para que também evite a disseminação do coronavírus, não basta que a máscara seja classificada como “N95”. Ela também deve ser uma chamada “N95 cirúrgica”, sem válvulas ou ventilações que permitam que o ar da exalação escape sem barreiras.

Já as máscaras cirúrgicas “comuns” não se prestam muito bem nem para a proteção individual nem para a coletiva. Produzidas e usadas primariamente para evitar o contato direto dos profissionais de saúde com sangue, fluidos ou outras secreções dos pacientes, elas não necessariamente bloqueiam e impedem que material particulado fino, como gotículas ou aerossóis, cheguem à boca e nariz do usuário. Seu ajuste “frouxo” nas laterais do rosto também não cria uma barreira efetiva para a entrada e saída de contaminantes.

Assim, e também para evitar que o suprimento de equipamentos de proteção individual para os profissionais de saúde na linha de frente de combate à pandemia se torne escasso, o público em geral deve recorrer às máscaras “caseiras”. E estas, por sua vez, devem ser feitas com materiais – como panos de algodão ou outros tecidos naturais ou sintéticos – e formatos adequados, tanto para reduzir o risco de infecção pelo novo coronavírus quanto sua disseminação, bem como para serem confortáveis. Uma máscara que machuca ou incomoda representa um desincentivo ao uso.

Pessoas com máscara em Bolzano, na Itália - Getty Images - Getty Images
Imagem: Getty Images

Camadas de proteção

Com o recrudescimento da pandemia de covid-19, cientistas de todo o mundo começaram a investigar a capacidade das máscaras em proteger contra o Sars-CoV-2 e/ou evitar sua disseminação, além de revisar estudos anteriores envolvendo seu uso contra doenças semelhantes e/ou propagadas por via aérea, gotículas ou aerossóis, como Sars e Mers, também provocadas por coronavírus; gripe (influenza) e tuberculose. Estas pesquisas, revisões e metanálises foram praticamente unânimes em mostrar que as máscaras caseiras, embora imperfeitas, ajudam a impedir tanto a contaminação dos usuários quanto dos ambientes.

Uma das dúvidas mais comuns com relação às máscaras caseiras é de que tecido devem ser feitas. De acordo com levantamento feito por pesquisadores canadenses com base em 25 diferentes estudos, malhas de algodão com uma densidade de pelo menos cem fios por polegada, flanela, mesclas de algodão e poliéster com ao menos 90 fios por polegada, tecidos para fazer panos de prato e de camisetas de algodão de boa qualidade.

De acordo com os pesquisadores, apesar das tramas destes tecidos terem vãos bem superiores ao tamanho do coronavírus —os “furos” das tramas têm de cinco a 200 micrômetros de diâmetro, contra cerca de 0,1 micrômetro do micro-organismo —, diversos outros fatores fazem com que sejam razoavelmente eficazes na sua contenção tanto “de fora para dentro” quanto “de dentro para fora”.

Isto porque o Sars-CoV-2 não “viaja” sozinho. Quando respiramos, falamos, comemos, tossimos, espirramos, cantamos ou gritamos, lançamos ao ar partículas de diferentes tamanhos, algumas maiores e outras menores, que carregam o coronavírus. E geralmente estas gotículas ou aerossóis são bem maiores que os espaços nas tramas.

Além disso, em escala microscópica, os fios dos tecidos não são perfeitamente lisos. Os vãos da trama assemelham-se a túneis, de cujas “paredes” projetam-se filamentos que, vez em quando, “agarram” gotículas e aerossóis que estejam passando. Por fim, as máscaras caseiras podem, e devem, ser feitas de mais de uma camada de tecido, adicionando múltiplas barreiras adjacentes e aumentando as chances do espaço na trama de uma camada coincidir com o fio na outra, por exemplo.

Assim, mesmo as máscaras caseiras bloqueiam a maior parte das partículas em que o vírus viaja. Estudos realizados ao longo dos últimos meses apontam que as máscaras podem reduzir em mais de 80% o risco de infecção pelo Sars-CoV-2 quando comparado ao não uso de máscaras, e em alguns casos barram em até 97% as partículas finas presentes no ar, em linha com o desempenho dos equipamentos de proteção profissionais. Isso sem contar outros potenciais “benefícios indiretos”, com pesquisas indicando que a gravidade do quadro de covid-19 também pode estar relacionada à carga viral inicial que o doente foi exposto, potencialmente reduzida tanto na emissão pelos infectados quanto na contaminação pelos suscetíveis, com o uso apropriado das máscaras.

Turismo na pandemia; turista de máscara - Getty Images - Getty Images
Imagem: Getty Images

Usar errado é como não usar

Para que isso aconteça, no entanto, é preciso que as máscaras sejam usadas corretamente. De acordo com as diretrizes do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) e outras autoridades sanitárias, elas devem cobrir completamente boca e nariz, ficando presas no queixo e justas e fechadas nos lados.

Andando nas ruas, porém, não é difícil ver pessoas usando máscaras “parcialmente”, cobrindo apenas a boca e deixando seus narizes de fora, ou mesmo penduradas no queixo e no pescoço. Tais atitudes derrubam completamente seu propósito, e podem ser piores que estar sem máscara.

Quanto à proteção individual, por exemplo, estudos indicam que o nariz é a principal via de entrada do Sars-CoV-2 no organismo. Com a máscara abaixada, ele fica exposto justo sobre tecido que vem acumulando gotículas potencialmente contaminadas a cada respiração. Além disso, ricas em uma proteína chamada enzima conversora da angiotensina 2 (ACE 2, na sigla em inglês), que atua como um receptor do SARS-CoV-2, células nasais acabam se tornando um importante foco de infecção para que o vírus se espalhe pelo resto do corpo.

Mas o maior “vilão” do mau uso das máscaras é jogar por terra o que é talvez seu maior poder, caseiras ou não, na luta contra o Sars-CoV-2: a prevenção da propagação, via a diminuição do alcance e da quantidade de gotículas e aerossóis contendo o vírus que os infectados lançam no ambiente. Estudos indicam que 40% a 45% das pessoas infectadas com vírus não apresentam qualquer sintoma, mas ainda assim o transmitem, e que estes indivíduos assintomáticos são responsáveis por mais da metade dos eventos de transmissão em surtos de covid-19. Diante disso, as máscaras formam uma barreira sanitária, se não perfeita, ao menos eficaz em torno destes chamados “superdisseminadores” dificilmente identificáveis preventivamente.

Pressão e significado social

Neste ponto entra um último requisito para deslanchar os “superpoderes” das máscaras na luta contra a covid-19. Como acontece com as vacinas, seu impacto na pandemia depende de uma ampla adesão à estratégia pela população, de forma a interromper as cadeias de transmissão. Quanto mais pessoas usando máscaras adequadas corretamente, maior a proteção coletiva que elas conferem.

E essa proteção não é pequena nem desprezível, mostram as pesquisas. Em uma delas, cientistas calcularam que a imposição de regulamentações exigindo o uso de máscaras em espaços públicos em 15 estados dos EUA e na capital Washington, no início de abril, evitou mais de 200 mil novos casos da doença no país, apenas até 22 de maio. Já recente estudo com simulações da evolução da pandemia nos EUA nos próximos meses, publicado na revista Nature Medicine, sugere que, mantidas as atuais regras de distanciamento social, o uso universal de máscaras (por 95% ou mais das pessoas em espaços públicos) poderia evitar quase 130 mil mortes adicionais, entre 22 de setembro passado e 28 de fevereiro do ano que vem no país.

Mas, assim como enfrentamos os infames movimentos antivacina, agora vemos crescer uma resistência antimáscaras. Em alguns casos, a desculpa é o “incômodo” causado por elas, muitas vezes justificado por temores sem embasamento científico, como, por exemplo, de que promoveriam um suposto “acúmulo de dióxido de carbono” (CO2) da respiração que prejudicaria a oxigenação do sangue, mito que segue sendo evocado apesar dos inúmeros vídeos de médicos e outros profissionais de saúde colocando múltiplas máscaras enquanto monitorados por um oxímetro, sem apresentar qualquer alteração nas medições.

Muitas vezes, no entanto, o discurso antimáscaras ecoa o mesmo argumento equivocado de defesa da liberdade individual, que ignora a primazia do interesse coletivo e da saúde pública, principalmente no contexto de uma pandemia que já matou quase 1,2 milhão de pessoas em todo mundo até esta quarta-feira, 28 de outubro, perto de 160 mil delas no Brasil. Nesta seara negacionista, vemos a politização das máscaras, classificadas por alguns como “focinheiras ideológicas” e outras expressões típicas do pensamento conspiracionista, que chega a uma busca ativa para burlar as regulamentações que obrigam seu uso em diversas situações, como atestados médicos para condições inexistentes, por exemplo.

Mas a resistência às máscaras também tem fortes componentes psicológicos, que podem ser aliviados via um realinhamento de seu significado social. Atualmente, muitas pessoas ainda veem as máscaras como um sinal de que o usuário está doente, ou que é frágil, covarde. Assim, não é por acaso que líderes políticos populistas como o presidente americano Donald Trump ou o brasileiro Jair Bolsonaro, para os quais é fundamental manter uma imagem de força, insistentemente recusam-se a usá-las ou usam-nas a contragosto, em demonstrações públicas que reforçam a resistência antimáscaras entre seus partidários e atrapalham a comunicação e convencimento sobre a importância de seu uso para a população em geral.

Diante disso, se faz necessário um esforço de ressignificação geral do uso de máscaras, e de pressão direta ou indireta por adesão à estratégia, seja por incentivos ou subsídios para engajamento ou penalização social dos “rebeldes”. Menos que um sinal de fraqueza, elas devem passar a ser vistas como uma demonstração de força e convicção, uma decisão inteligente, baseada em evidências científicas, que serve tanto como precaução pessoal quanto uma preocupação com o outro e a saúde coletiva. Um ato de responsabilidade social, porque é sob as máscaras que estão os verdadeiros heróis da luta contra a pandemia de covid-19.

Artigo originalmente publicado na Revista Questão de Ciência.

*Cesar Baima é jornalista e editor-assistente da Revista Questão de Ciência.

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Fonte www.uol.com.br

Empresa francesa cria máscaras contra a Covid-19 com fibras de cannabis – Revista Globo Rural

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Máscara de cânhamo (Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

Uma empresa da França criou uma máscara de proteção contra a Covid-19 feita 100% de fibras naturais do cânhamo – planta de cannabis. Segundo a Géochanvre, o produto é biodegradável e tem vida útil superior a quatro horas.

O produto se apresenta como inovador por ser sustentável, apresentando-se como uma alternativa para as máscaras descartáveis ou feitas de plástico. O cânhamo usado na confecção é orgânico e não tem qualquer tipo de produto químico.

Outra vantagem, segundo a empresa, é que a máscara tem um formato de “bico de pato”, mantendo distância maior da boca e aumentando o conforto.

A Géochanvre também afirma que 1,4 milhão de unidades já foram vendidas no país. “É um produto natural e que volta direto para o solo”, ressalta Frédéric Roure, presidente e fundador da empresa.



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Fonte revistagloborural.globo.com

De jeans a máscaras N95: cientistas testam melhores tecidos contra Covid-19 – Revista Galileu

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Além da filtragem, também é importante saber se a máscara permite que a pessoa respire com facilidade (Foto: Vera Davidova / Unsplash)

Além da filtragem, também é importante saber se a máscara permite que a pessoa respire com facilidade (Foto: Vera Davidova / Unsplash)

Pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, testaram a eficácia de diferentes tecidos para determinar qual material é mais eficaz para confeccionar máscaras que protegem contra o Sars-CoV-2, o vírus que causa a Covid -19.

Para o estudo, os cientistas construíram um aparelho que consiste em seções de tubos, com uma amostra de tecido no meio. Além de máscaras cirúrgicas, mais comuns em ambientes de saúde, foram testados diferentes materiais, inclusive jeans, na filtragem de partículas entre 0,02 e 0,1 micrômetros — aproximadamente o tamanho da maioria dos vírus — em altas velocidades, comparáveis ​​à tosse ou respiração pesada. 

Os resultados, relatados na revista “BMJ Open”, mostram que a maioria dos tecidos usados ​​para máscaras faciais não clínicas são eficazes na filtragem de partículas ultrafinas. As caseiras, feitas com várias camadas de tecido, também se mostraram eficazes. As que utilizam uma interface, comum para enrijecer colarinhos de camisas, apresentaram uma melhora significativa no desempenho — mas mostraram ser mais difíceis de respirar do que as máscaras N95.

Os pesquisadores também estudaram o desempenho de diferentes tecidos úmidos e depois de serem lavados e secados por diversas vezes. Os resultados também se mostraram positivos e eles descobriram que o funcionamento do material continua eficaz. Porém, estudos anteriores mostraram que a lavagem repetida pode degradá-los. 

“As máscaras de tecido se tornaram uma nova necessidade desde o início da pandemia da Covid-19″, disse, em nota, a primeira autora Eugenia O’Kelly, do Departamento de Engenharia de Cambridge. “Nos estágios iniciais da pandemia, quando as N95 eram extremamente escassas, muitos costureiros e fabricantes começaram a fazer suas próprias máscaras de tecido, atendendo às demandas que não estavam sendo abastecidas e oferecendo uma opção mais acessível.”

Embora existam vários recursos online que ajudam as pessoas a fazer suas próprias máscaras, há poucas evidências científicas sobre quais são os materiais mais adequados. Os pesquisadores alertam que o estudo tem várias limitações, mas pode ser últil para costureiros e fabricantes escolherem qual tecido usar para fazer máscaras. “Nós mostramos que em uma situação de emergência onde as máscaras N95 não estão disponíveis, como nos primeiros dias da pandemia, as de tecido são eficazes na filtragem de partículas que podem conter vírus, mesmo em altas velocidades.”



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Fonte revistagalileu.globo.com

Idosos em tratamento contra o câncer ganham “Dia de Príncipe e Princesa”

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Aos 71 anos, a aposentada Maria Adelaide Santos vivenciou nesta quarta-feira (28) um dia especial na luta contra o câncer de mama. O Hospital Regional do Baixo Amazonas, em Santarém, no oeste do Pará, proporcionou um “Dia de Princesa” para a paciente, com direito a cuidados estéticos, almoço especial e ensaio fotográfico.

Para o militar aposentado Jurandir Rodrigues, 74 anos, em tratamento oncológico desde 2014 na unidade, o dia foi de “Príncipe”. Para ele, a iniciativa do hospital é de extrema importância, pois ameniza a ansiedade e até os efeitos da doença. “O Hospital Regional é como uma casa pra mim. Todo esse carinho me traz um bem-estar muito grande”, declarou o paciente. Jurandir Rodrigues e Maria Adelaide Santos ganharam cuidados e carinho

A ação foi idealizada pela equipe de humanização do Hospital Regional do Baixo Amazonas, em alusão às campanhas nacionais “Outubro Rosa” e “Novembro Azul: Juntos pela Vida”, que buscam conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce de câncer de mama e de próstata.

Apoio de voluntários – Esse dia especial na vida dos pacientes é um projeto desenvolvido no Hospital, com a participação de voluntários, como o espaço de estética Lia Spaço Corpo, que ensinou cuidados com a pele e ofereceu serviços de manicure e pedicure. “Isso tudo está fazendo muito bem para mim, para minha autoestima. Foi tudo uma grande surpresa. Estou muito feliz”, disse Maria Adelaide.A fotógrafa Vanessa Barros durante o ensaio com Jurandir Rodrigues

Para registrar o momento, a ação teve o apoio da fotógrafa Vanessa Barros, voluntária do Hospital, que fez o ensaio fotográfico de Maria Adelaide e de Jurandir, no Parque da Cidade.

O Dia de Príncipe e de Princesa é um dos projetos do HRBA, que integra a rede de hospitais públicos mantidos pelo Governo do Pará. O projeto visa tornar o ambiente hospitalar mais humanizado, acolhedor e propício à recuperação dos pacientes.Maria Adelaide no centro de estética recebendo cuidados nas sobrancelhas

Dia especial – Os pacientes foram recebidos pelo diretor Hospitalar do Regional do Baixo Amazonas, Herbert Moreschi; pela coordenadora de Saúde da Secretaria Regional de Governo do Oeste do Pará, Talita Liberal, e a coordenadora estadual de Saúde Bucal, Alessandra Amaral.Os pacientes com diretores do Hospital Regional do Baixo Amazonas

“Temos compromisso com uma assistência segura, de qualidade e humanizada. Seu Jurandir e dona Adelaide, hoje príncipe e princesa, representam todos os pacientes oncológicos que são atendidos no Hospital. É um dia especial para eles e para todos que atuam na unidade”, destacou o gestor.

Especializado em casos de média e alta complexidade, o Hospital Regional do Baixo Amazonas é referência em atendimento de oncologia e reconhecido como um dos dez melhores hospitais públicos do Brasil, situado em uma região com cerca de 1,3 milhão habitantes, distribuídos por 30 municípios. O HRBA é certificado com o Nível 3 – Acreditado com Excelência, concedido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA).



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Fonte www.agenciapara.com.br

Mil portugueses manifestam-se contra o uso de máscara em Lisboa – Sociedade

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Dezenas de portugueses estão, este sábado, a participar numa manifestação contra o uso de máscaras, no Rossio, em Lisboa.

O evento foi organizado pelo movimento “Médicos pela verdade e cidadania”.

Durante a tarde, cerca de mil pessoas manifestaram o descontentamento com as novas medidas implementadas pelo Governo para combater a Covid-19.

Os manifestantes, que não usaram máscara durante o evento nem manteram a distância física, exigem que o uso deste equipamento de proteção individual seja facultativo.








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Fonte www.cmjornal.pt

Chega propôs “máscaras de proteção obrigatórias” e agora vota “contra obrigatoriedade de máscara”?

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Acumula centenas de retweets e milhares de likes, mas apresenta títulos de notícias cortados, além de carecerem da devida contextualização e leitura dos respetivos textos.

Ou seja, indícios de que a sugestão implícita do tweet poderá ser falsa ou enganadora. Não por acaso, o Polígrafo recebeu várias denúncias nesse sentido e pedidos de verificação.

Importa começar por salientar que as notícias são verdadeiras, estando disponíveis na página do “Jornal Económico”, mas os títulos estão incompletos.

A primeira notícia, datada de 7 de abril de 2020, tem o seguinte título completo: “Chega quer máscaras de proteção obrigatórias nos supermercados“. Informa sobre um projeto de resolução apresentado então na Assembleia da República por André Ventura, deputado único e líder do partido Chega, no qual se defendia que os clientes e trabalhadores de supermercados deveriam utilizar o equipamento de proteção individual no interior desses estabelecimentos comerciais.

A segunda notícia, datada de 16 de outubro de 2020, tem o seguinte título completo: “Chega vai votar contra a obrigatoriedade de máscara e utilização da app StayAway Covid“. Informa sobre declarações recentes de André Ventura anunciando que votará contra a proposta de lei que o Governo apresentou no dia 14 de outubro, visando tornar obrigatória a utilização da aplicação StayAway Covid “em contexto laboral ou equiparado, escolar, académico, nas forças armadas e de segurança, e na Administração Pública”, assim como “o uso de máscara ou viseira para o acesso ou permanência nos espaços e vias públicas”.

Perante os títulos completos, além do contexto e da leitura dos textos, verificamos que a sugestão implítica do tweet em causa é enganadora. A partir destas duas notícias, por si só, não se pode concluir que Ventura tenha entrado em contradição, propondo “máscaras de proteção obrigatórias” e agora anunciando que votará “contra obrigatoriedade de máscara”.

O logro está na enorme diferença de amplitude entre o interior de supermercados e todos os espaços públicos ao ar livre.

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Avaliação do Polígrafo:

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Fonte poligrafo.sapo.pt

Medidas de higiene e distanciamento ajudam na prevenção contra o Coronavírus, alerta Prefeitura de Macapá

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Fotos: Max Renê

A Prefeitura de Macapá segue orientando a população sobre os métodos básicos de higiene para evitar a proliferação do novo Coronavírus. Nesse período de pandemia, os cuidados com a higiene pessoal são importantes para que cada pessoa faça a sua parte, evitando lugares com grande aglomeração, utilizando máscara e mantendo a distância mínima de um metro e meio.

“O uso de máscara é fundamental, assim como a utilização contínua de álcool em gel, higienização das mãos, circulação de ar em ambientes laborais e troca de máscaras. Neste momento é essencial para proteger o indivíduo e as outras pessoas que convivem com ele”, destaca o médico da Vigilância Epidemiológica de Macapá, Anderson Walter.

As recomendações do Ministério da Saúde quanto às medidas gerais válidas de prevenção individual foram em relação à etiqueta respiratória, ou seja, métodos como cobrir a boca com o antebraço ou lenço descartável ao tossir e espirrar. A principal orientação é o uso de máscara constante, seja cirúrgica ou de tecido.

“O vírus que causa a Covid-19 é transmitido por meio de gotículas geradas quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou exala. Essas gotículas são muito pesadas para permanecerem no ar e são rapidamente depositadas em pisos ou superfícies. Todas as medidas de higiene devem ser seguidas para evitar essa disseminação”, explica o médico.

Em casa, mantenha o local limpo e higienize as mãos sempre que tocar em objetos externos do ambiente, higienize as compras, higienize bem as roupas que uso. Se usa máscaras descartáveis, por exemplo, observe a durabilidade de apena 4 horas, logo elas precisando ser trocadas. Já as de tecido precisam ser higienizadas corretamente. As máscaras descartáveis devem ser trocadas a cada três horas.

Dez dicas básicas:

1 – Lave as mãos com água e sabão ou álcool em gel antes de entrar em casa;

2 – Se não puder lavar as mãos antes de entrar, evite tocar nas coisas antes de lavar as mãos;

3 – Tire os calçados e higienize;

4 – Se precisar trazer as roupas para dentro de casa, coloque-as em um cesto para lavar separado, em um saco plástico ou em uma bacia com água e sabão;

5 – Não cumprimente crianças, cônjuges, animais domésticos ou outras pessoas que morem na casa antes de trocar de roupa e lavar as mãos;

6 – Tome banho assim que chegar em casa lavando sempre cabelos, óculos e higienizando joias e celulares;

7 – Desinfete celular, chaves e cartões bancários com álcool 70%;

8 – Mochilas e bolsas de uso diário também devem ser higienizados;

9 – Limpe as embalagens que trouxe com água e sabão;

10 – Lave ou faça a imersão de alimentos em água e sabão.

Secretaria de Comunicação de Macapá

Cássia Lima

Assessora de comunicação

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Fonte macapa.ap.gov.br

Paulistanos da zona leste são os que mais dão importância à máscara contra Covid-19, diz pesquisa – 19/10/2020 – Mônica Bergamo

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Fonte www1.folha.uol.com.br

MO lança campanha multimeios para a primeira máscara testada contra o novo coronavírus

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A MO, marca portuguesa de moda da Sonae Fashion, iniciou uma campanha de comunicação com o objetivo de reforçar a aposta na MOxAd-Tech, a primeira máscara testada contra o novo coronavírus pelo iMM – Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes.

A campanha, com assinatura criativa da agência Fuel, está presente em televisão, rádio e digital, evidenciando uma máscara resultado de um projeto de cooperação entre a comunidade empresarial, académica e científica, pensada para proteger toda a família.

Destacando as características distintivas desta máscara, a narrativa do spot de TV evidencia o conceito de “primeira”: “Na família, a segurança vem sempre em primeiro / por isso criámos a primeira máscara testada contra o novo coronavírus”. A voz da campanha é da atriz Cláudia Vieira.

 

MOxAd-Tech

O bem-estar e a segurança das famílias estão no centro da nossa atuação, são a essência da marca MO, por isso, participámos desde o início no projeto de investigação e desenvolvimento da máscara MOxAd-Tech, a primeira testada contra o novo coronavírus. Às certificações todas que já conquistámos, acrescentamos agora o selo Escolha Acertada pela DECO PROTESTE, na categoria de Máscaras Sociais, nível 2. Esta campanha reforça a relação de proximidade que temos com os nossos clientes, valorizando a MOxAd-Tech como um produto verdadeiramente inovador e distintivo, que procura assegurar uma máxima proteção para toda a família, adultos e crianças”, afirma Diana Teixeira Pinto, diretora de marketing da MO.

A campanha arrancou com dois spots, de 20 e 30 segundos, produzidos pela Casper Films, e está presente durante duas semanas em diversos canais (SIC, TVI, RTP e, no cabo, na SIC Notícias, CMTV, Hollywood e FOX) e no digital /Facebook, Instagram e YouTube). A campanha em rádio começa no dia 19 de outubro na Rádio Comercial e na RFM.

Esta campanha terá também uma presença internacional, nomeadamente em Espanha, com uma campanha em TV, digital, outdoors e mupis, a partir de 28 de outubro.



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Fonte grandeconsumo.com