Campinas ampliará testes de covid-19 para contactantes – cotidiano

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Campinas vai ampliar testagem para familiares e colegas de trabalho de assintomáticos (Foto: Denny Cesare/Código19) 

Campinas vai ampliar a aplicação de testes PCR de covid-19 para contactantes de pacientes assintomáticos do novo coronavírus. De acordo com a Prefeitura de Campinas, foram disponibilizados 20 mil exames PCR pelo Ministério da Saúde e eles serão utilizados em familiares e colegas de trabalho dos infectados sem sintomas.

A informação foi divulgada em transmissão ao vivo do prefeito Jonas Donizette (PSB) na tarde desta quarta-feira (14). Essa testagem a mais nos contactantes ainda não tem data para começar, pois o pedido dos kits extras foi feito ao governo federal nesta semana.

Atualmente, segundo o secretário de Saúde Carmino de Souza, o acordo com o Instituto Butantan prevê a realização do exame apenas em pacientes com sintomas gripais. Com o reforço de testes do Ministério, a proposta agora é expandir a testagem para os contactantes do paciente assintomático.

“Queremos quebrar de uma vez por todas a cadeia de transmissão. É o último elo dessa corrente. Hoje a gente para no sintomático”, disse ele. Carmino explicou ainda que o PCR detecta o vírus de forma precoce.

“É o exame mais precoce, pois são poucos dias de persistência de vírus, de 5 a 7 dias. Muitas pessoas têm o vírus e são assintomáticas. Além disso, tem os pré-sintomáticos, que é quando a pessoa tem o contato, alberga o vírus, não tem sintoma e só vai ter em 3, 4 dias depois. Por isso, esse exame detecta a fase aguda da doença”, disse.

Ainda de acordo com a Prefeitura, a proposta é expandir essa testagem para outras cidades da RMC (Região Metropolitana de Campinas). “Conversei com a DRS (Departamento Regional de Saúde) 7 (de Campinas) e queremos que esse número de testes seja expandido”, afirmou.

O prefeito disse ainda que hoje de cada 10 testes PCR realizados em Campinas, apenas um dá positivo. A cidade confirmou hoje ainda mais 8 mortes e passou dos 35 mil casos de covid-19.

OXÍMETRO

Ainda na live desta quarta-feira, a Prefeitura divulgou balanço do programa piloto a de testagem em massa na população idosa utilizando oxímetros – aparelho que mede a oxigenação no sangue. A intenção é identificar pacientes com mais de 60 anos que possam estar infectados com o novo coronavírus.

Segundo a Administração, até o momento 486 pacientes já foram monitorados, sendo que destes 11 chegaram a ser internados e nenhum faleceu. O programa foi implantado na região Sudoeste de Campinas, no distrito do Ouro Verde. A princício, dois Centros de Saúde fariam o acompanhamento, mas depois o plano foi expandido para toda a região.

O projeto, segundo Carmino, se mostrou factível e barato. Ele é feito acompanhando a queda na saturação do oxigênio no sangue, um dos principais indicativos da forma grave da covid-19. Em alguns casos, os agentes de saúde faziam acompanhamento por telefone ou faziam visitas aos pacientes. Em outros, eles acompanhavam sozinhos o oxímetro.

“Acredito que salvamos vidas. Nós identificamos pessoas que não saberíamos (sem o oxímetro) dessa hipoxemia silenciosa. Eles foram monitorados mais de perto. Alguns deles não foram internados em uti e receberam alta”, disse a diretora do Devisa (Departamento de Vigilância em Saúde), Andrea Von Zuben.

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Fonte www.acidadeon.com

Escultura floral de Jeff Koons ganha máscara no combate ao coronavírus – Casa e Jardim

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Porque as flores foram recém-trocadas e ainda estão se desenvolvendo, não é possível enxergar o desenho da máscara por completo (Foto: Erika Ede / Divulgação)

Porque as flores foram recém-trocadas e ainda estão se desenvolvendo, não é possível enxergar o desenho da máscara por completo (Foto: Erika Ede / Divulgação)

O icônico Puppy de Bilbao, na Espanha, agora está pronto para o “novo normal”. A grande escultura floral em formato de cachorro, do artista norte-americano Jeff Koons, recebeu uma máscara de flor como um gesto de empatia e forma de encorajar os cidadãos a se protegerem contra a pandemia da Covid-19.

Localizada na entrada do Museu Guggenheim de Bilbao, a obra aproveitou a mudança floral, que costuma ser feita no outono, para se transformar. Segundo o centro de arte contemporânea, nesse momento, o desenho da máscara poderá ser apenas intuído e imaginado, uma vez que as plantas demoram algumas semanas para florescer. Assim, poderá ser melhor apreciado em breve.

Em uma nota, Jeff Koons afirmou que “é uma honra que o Puppy possa comunicar a importância de usar uma máscara nestes tempos de pandemia”. Koons explicou que um cidadão de Bilbao lhe enviou uma carta perguntando se ele era poderia colocar uma máscara no Puppy, “o que me pareceu uma ideia fantástica. Adorei que o Museu concordou e agora, equipado com uma máscara de flores brancas e azuis, a obra pode expressar a importância de usar uma máscara para se proteger contra a propagação do coronavírus”, disse.

A máscara de flores brancas e azuis serve para conscientizar a população para os cuidados contra o coronavírus (Foto: Divulgação)

A máscara de flores brancas e azuis serve para conscientizar a população para os cuidados contra o coronavírus (Foto: Divulgação)

“Um dos atos mais importantes que podemos fazer um ao outro durante esta pandemia é compartilhar informações sobre como podemos proteger uns aos outros. Posso imaginar que o cachorro apreciou todo o amor demonstrado por ele e está tão feliz em comunicar segurança e bem-estar para os cidadãos de Bilbao e do mundo”, acrescentou.

Puppy está presente desde a inauguração do Museu Guggenheim de Bilbao, em 1997. Quanto a Koons, o artista fez carreira com suas esculturas gigantescas. Sua obra Baloon Dog foi vendida por US$ 58,4 milhões em 2013.



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Fonte revistacasaejardim.globo.com

O poder das máscaras na luta contra o novo coronavírus – 31/10/2020

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Nas histórias de super-heróis, as máscaras são uma importante ferramenta usada por muitos personagens para preservar sua identidade e se proteger de retaliações, enquanto lutam pelo bem-estar coletivo. Na pandemia de covid-19 acontece algo parecido, mas de forma inversa: o uso coletivo das máscaras vem se mostrando cada vez mais uma estratégia fundamental para a proteção e bem-estar de cada indivíduo na luta contra o coronavírus.

Objeto de questionamentos quanto à sua segurança e adequação para uso generalizado no início da pandemia —a OMS (Organização Mundial de Saúde (OMS) e outras autoridades sanitárias hesitaram, de início, em recomendá-las, também por temor de desabastecimento de equipamentos de proteção individual para os profissionais de saúde na linha de frente de combate aos Sars-CoV-2 —, as máscaras, em especial as caseiras, logo se tornaram um item essencial, e muitas vezes obrigatório, para quem quer se aventurar fora de casa nestes tempos.

Apesar de obrigatórias ou recomendadas em espaços públicos e outras situações, desde fins de março, por força de regulamentações de governos locais ou nacionais ao redor do mundo, as máscaras ainda são alvo de muitas dúvidas sobre sua real eficácia e erros de utilização. Mas a ciência também já produziu muito conhecimento sobre elas neste período, demonstrando que, se bem feitas e usadas, as máscaras são, lado a lado com a higiene pessoal e o distanciamento social, as principais estratégias para ajudar a conter a disseminação do vírus. E assim devem permanecer por muito tempo, mesmo após a chegada de uma ou mais eventuais vacinas contra a doença. Vejamos então o que algumas destas pesquisas e os especialistas dizem (spoiler: usar máscara com o nariz de fora, no queixo ou no pescoço é o mesmo, ou até pior, que estar sem máscara!):

Materiais e modelos

Logo de cara, uma questão que as pessoas têm é “qual a melhor máscara para me proteger da covid-19?”. De início, muitas instintivamente se voltaram para produtos aprovados para uso médico-hospitalar, como os respiradores no padrão americano N95 ou máscaras cirúrgicas, numa corrida que as fez sumir não só das prateleiras das farmácias e lojas especializadas, como dos dispensários dos hospitais e clínicas, e provocou uma explosão nos preços. Mas muitas vezes nem uma nem outra são a melhor opção, tanto do ponto de vista da saúde pessoal quanto da coletiva.

No caso dos respiradores N95, é preciso estar atento a que tipo de produto se está lidando. Criado pelo Instituto Nacional para Segurança e Saúde Ocupacional dos EUA (NIOSH, na sigla em inglês), o padrão deve seu nome à filtragem de 95% das partículas com menos de 0,3 micrômetros (um micrômetro equivale a um milésimo de milímetro) presentes no ar quando o usuário inspira, mas nada prevê quanto ao material que ele lança ao ambiente quanto expira. Assim, para que também evite a disseminação do coronavírus, não basta que a máscara seja classificada como “N95”. Ela também deve ser uma chamada “N95 cirúrgica”, sem válvulas ou ventilações que permitam que o ar da exalação escape sem barreiras.

Já as máscaras cirúrgicas “comuns” não se prestam muito bem nem para a proteção individual nem para a coletiva. Produzidas e usadas primariamente para evitar o contato direto dos profissionais de saúde com sangue, fluidos ou outras secreções dos pacientes, elas não necessariamente bloqueiam e impedem que material particulado fino, como gotículas ou aerossóis, cheguem à boca e nariz do usuário. Seu ajuste “frouxo” nas laterais do rosto também não cria uma barreira efetiva para a entrada e saída de contaminantes.

Assim, e também para evitar que o suprimento de equipamentos de proteção individual para os profissionais de saúde na linha de frente de combate à pandemia se torne escasso, o público em geral deve recorrer às máscaras “caseiras”. E estas, por sua vez, devem ser feitas com materiais – como panos de algodão ou outros tecidos naturais ou sintéticos – e formatos adequados, tanto para reduzir o risco de infecção pelo novo coronavírus quanto sua disseminação, bem como para serem confortáveis. Uma máscara que machuca ou incomoda representa um desincentivo ao uso.

Pessoas com máscara em Bolzano, na Itália - Getty Images - Getty Images
Imagem: Getty Images

Camadas de proteção

Com o recrudescimento da pandemia de covid-19, cientistas de todo o mundo começaram a investigar a capacidade das máscaras em proteger contra o Sars-CoV-2 e/ou evitar sua disseminação, além de revisar estudos anteriores envolvendo seu uso contra doenças semelhantes e/ou propagadas por via aérea, gotículas ou aerossóis, como Sars e Mers, também provocadas por coronavírus; gripe (influenza) e tuberculose. Estas pesquisas, revisões e metanálises foram praticamente unânimes em mostrar que as máscaras caseiras, embora imperfeitas, ajudam a impedir tanto a contaminação dos usuários quanto dos ambientes.

Uma das dúvidas mais comuns com relação às máscaras caseiras é de que tecido devem ser feitas. De acordo com levantamento feito por pesquisadores canadenses com base em 25 diferentes estudos, malhas de algodão com uma densidade de pelo menos cem fios por polegada, flanela, mesclas de algodão e poliéster com ao menos 90 fios por polegada, tecidos para fazer panos de prato e de camisetas de algodão de boa qualidade.

De acordo com os pesquisadores, apesar das tramas destes tecidos terem vãos bem superiores ao tamanho do coronavírus —os “furos” das tramas têm de cinco a 200 micrômetros de diâmetro, contra cerca de 0,1 micrômetro do micro-organismo —, diversos outros fatores fazem com que sejam razoavelmente eficazes na sua contenção tanto “de fora para dentro” quanto “de dentro para fora”.

Isto porque o Sars-CoV-2 não “viaja” sozinho. Quando respiramos, falamos, comemos, tossimos, espirramos, cantamos ou gritamos, lançamos ao ar partículas de diferentes tamanhos, algumas maiores e outras menores, que carregam o coronavírus. E geralmente estas gotículas ou aerossóis são bem maiores que os espaços nas tramas.

Além disso, em escala microscópica, os fios dos tecidos não são perfeitamente lisos. Os vãos da trama assemelham-se a túneis, de cujas “paredes” projetam-se filamentos que, vez em quando, “agarram” gotículas e aerossóis que estejam passando. Por fim, as máscaras caseiras podem, e devem, ser feitas de mais de uma camada de tecido, adicionando múltiplas barreiras adjacentes e aumentando as chances do espaço na trama de uma camada coincidir com o fio na outra, por exemplo.

Assim, mesmo as máscaras caseiras bloqueiam a maior parte das partículas em que o vírus viaja. Estudos realizados ao longo dos últimos meses apontam que as máscaras podem reduzir em mais de 80% o risco de infecção pelo Sars-CoV-2 quando comparado ao não uso de máscaras, e em alguns casos barram em até 97% as partículas finas presentes no ar, em linha com o desempenho dos equipamentos de proteção profissionais. Isso sem contar outros potenciais “benefícios indiretos”, com pesquisas indicando que a gravidade do quadro de covid-19 também pode estar relacionada à carga viral inicial que o doente foi exposto, potencialmente reduzida tanto na emissão pelos infectados quanto na contaminação pelos suscetíveis, com o uso apropriado das máscaras.

Turismo na pandemia; turista de máscara - Getty Images - Getty Images
Imagem: Getty Images

Usar errado é como não usar

Para que isso aconteça, no entanto, é preciso que as máscaras sejam usadas corretamente. De acordo com as diretrizes do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) e outras autoridades sanitárias, elas devem cobrir completamente boca e nariz, ficando presas no queixo e justas e fechadas nos lados.

Andando nas ruas, porém, não é difícil ver pessoas usando máscaras “parcialmente”, cobrindo apenas a boca e deixando seus narizes de fora, ou mesmo penduradas no queixo e no pescoço. Tais atitudes derrubam completamente seu propósito, e podem ser piores que estar sem máscara.

Quanto à proteção individual, por exemplo, estudos indicam que o nariz é a principal via de entrada do Sars-CoV-2 no organismo. Com a máscara abaixada, ele fica exposto justo sobre tecido que vem acumulando gotículas potencialmente contaminadas a cada respiração. Além disso, ricas em uma proteína chamada enzima conversora da angiotensina 2 (ACE 2, na sigla em inglês), que atua como um receptor do SARS-CoV-2, células nasais acabam se tornando um importante foco de infecção para que o vírus se espalhe pelo resto do corpo.

Mas o maior “vilão” do mau uso das máscaras é jogar por terra o que é talvez seu maior poder, caseiras ou não, na luta contra o Sars-CoV-2: a prevenção da propagação, via a diminuição do alcance e da quantidade de gotículas e aerossóis contendo o vírus que os infectados lançam no ambiente. Estudos indicam que 40% a 45% das pessoas infectadas com vírus não apresentam qualquer sintoma, mas ainda assim o transmitem, e que estes indivíduos assintomáticos são responsáveis por mais da metade dos eventos de transmissão em surtos de covid-19. Diante disso, as máscaras formam uma barreira sanitária, se não perfeita, ao menos eficaz em torno destes chamados “superdisseminadores” dificilmente identificáveis preventivamente.

Pressão e significado social

Neste ponto entra um último requisito para deslanchar os “superpoderes” das máscaras na luta contra a covid-19. Como acontece com as vacinas, seu impacto na pandemia depende de uma ampla adesão à estratégia pela população, de forma a interromper as cadeias de transmissão. Quanto mais pessoas usando máscaras adequadas corretamente, maior a proteção coletiva que elas conferem.

E essa proteção não é pequena nem desprezível, mostram as pesquisas. Em uma delas, cientistas calcularam que a imposição de regulamentações exigindo o uso de máscaras em espaços públicos em 15 estados dos EUA e na capital Washington, no início de abril, evitou mais de 200 mil novos casos da doença no país, apenas até 22 de maio. Já recente estudo com simulações da evolução da pandemia nos EUA nos próximos meses, publicado na revista Nature Medicine, sugere que, mantidas as atuais regras de distanciamento social, o uso universal de máscaras (por 95% ou mais das pessoas em espaços públicos) poderia evitar quase 130 mil mortes adicionais, entre 22 de setembro passado e 28 de fevereiro do ano que vem no país.

Mas, assim como enfrentamos os infames movimentos antivacina, agora vemos crescer uma resistência antimáscaras. Em alguns casos, a desculpa é o “incômodo” causado por elas, muitas vezes justificado por temores sem embasamento científico, como, por exemplo, de que promoveriam um suposto “acúmulo de dióxido de carbono” (CO2) da respiração que prejudicaria a oxigenação do sangue, mito que segue sendo evocado apesar dos inúmeros vídeos de médicos e outros profissionais de saúde colocando múltiplas máscaras enquanto monitorados por um oxímetro, sem apresentar qualquer alteração nas medições.

Muitas vezes, no entanto, o discurso antimáscaras ecoa o mesmo argumento equivocado de defesa da liberdade individual, que ignora a primazia do interesse coletivo e da saúde pública, principalmente no contexto de uma pandemia que já matou quase 1,2 milhão de pessoas em todo mundo até esta quarta-feira, 28 de outubro, perto de 160 mil delas no Brasil. Nesta seara negacionista, vemos a politização das máscaras, classificadas por alguns como “focinheiras ideológicas” e outras expressões típicas do pensamento conspiracionista, que chega a uma busca ativa para burlar as regulamentações que obrigam seu uso em diversas situações, como atestados médicos para condições inexistentes, por exemplo.

Mas a resistência às máscaras também tem fortes componentes psicológicos, que podem ser aliviados via um realinhamento de seu significado social. Atualmente, muitas pessoas ainda veem as máscaras como um sinal de que o usuário está doente, ou que é frágil, covarde. Assim, não é por acaso que líderes políticos populistas como o presidente americano Donald Trump ou o brasileiro Jair Bolsonaro, para os quais é fundamental manter uma imagem de força, insistentemente recusam-se a usá-las ou usam-nas a contragosto, em demonstrações públicas que reforçam a resistência antimáscaras entre seus partidários e atrapalham a comunicação e convencimento sobre a importância de seu uso para a população em geral.

Diante disso, se faz necessário um esforço de ressignificação geral do uso de máscaras, e de pressão direta ou indireta por adesão à estratégia, seja por incentivos ou subsídios para engajamento ou penalização social dos “rebeldes”. Menos que um sinal de fraqueza, elas devem passar a ser vistas como uma demonstração de força e convicção, uma decisão inteligente, baseada em evidências científicas, que serve tanto como precaução pessoal quanto uma preocupação com o outro e a saúde coletiva. Um ato de responsabilidade social, porque é sob as máscaras que estão os verdadeiros heróis da luta contra a pandemia de covid-19.

Artigo originalmente publicado na Revista Questão de Ciência.

*Cesar Baima é jornalista e editor-assistente da Revista Questão de Ciência.

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Fonte www.uol.com.br

Iges-DF recebe recursos para normalizar estoques e cirurgias eletivas

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postado em 30/10/2020 10:01 / atualizado em 30/10/2020 10:01

Os recursos são necessários para pagar fornecedores e retomar a fila de cirurgias -


Os recursos são necessários para pagar fornecedores e retomar a fila de cirurgias –

Com repasses da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF) poderá normalizar estoques de medicamentos e agilizar cirurgias eletivas. A pasta repassou R$ 101 milhões como ressarcimento por despesas referentes à compra de medicamentos e produtos médicos-hospitalares usados no combate à pandemia do coronavírus. Outros R$ 36 milhões deverão ser pagos nas primeiras semanas de novembro, assim que for concluída auditoria feita pela SES nas outras contas apresentadas pelo instituto.

Com o valor recebido, o Iges-DF poderá regularizar o pagamento às empresas fornecedoras de remédios e materiais médicos-hospitalares. Assim, pagando os fornecedores, a situação dos estoques serão normalizados, o que permitirá ao Iges-DF intensificar as cirurgias eletivas e assegurar o tratamento de pacientes que precisam usar medicamentos de quimioterapia.

O pagamento dos recursos foi anunciado pelo secretário de Saúde, Osnei Okumoto, e confirmado pelo presidente do Iges-DF, Paulo Ricardo Silva, nesta quinta-feira (29/10).

Durante a pandemia, para o combate ao coronavírus, o Iges-DF destinou mais de 360 leitos para pacientes infectados e contratou 1.701 profissionais temporários, entre médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem.

O instituto também adquiriu reagentes e insumos para realização de testes de bioquímica, enxoval hospitalar, equipamentos de proteção individual (EPIs), mobiliário e equipamentos para suporte em leitos de UTI.

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Fonte www.correiobraziliense.com.br

Aqui Acontece – Rotary e Rotaract doam materiais de combate ao novo coronavírus para instituições de Penedo

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29 Outubro 2020 – 16:17

Rotarianos e Rotaractianos, em uma parceria entre o Rotary Club e Rotaract Club de Penedo, fizeram na tarde da última quarta-feira, 28 de outubro, a entrega de materiais de combate ao novo coronavírus. Duas instituições foram agraciadas: a Escola Rotary e a bicentenária Santa Casa de Misericórdia de Penedo.

De acordo com os responsáveis pela doação, esse foi o resultado de um projeto remetido ao Distrito 4391 do Rotary International, que visava a destinação de verba para projetos, exclusivamente, de combate a pandemia. Dessa forma o Rotary e Rotaract de Penedo tiveram seu projeto aprovado e fizeram a aquisição do material que foi destinado as instituições já citadas.

Na Santa Casa de Penedo foram entregues 2 termômetros e um totem de álcool em Gel para higienização das mãos. Na oportunidade, o provedor da instituição e que também é Rotariano, Eduardo Regueira, juntamente com sua equipe fez o recebimento do material doado.

“Essa parceria entre Rotary Club de Penedo e Santa Casa já perdura por longas datas. Desde sua fundação o Rotary tem um estreito laço com a Santa Casa, sempre com projetos que visam ajudar de alguma forma essa instituição e, não tenho dúvidas, que ainda permanecerá assim por longas datas. Em nome do Hospital, agradecemos ao Rotary Club de Penedo”, frisou Eduardo Regueira.

Já na Escola Rotary foram entregues 12 dispenser’s que serão fixados nas áreas da escola, como banheiro e sala de aula, por exemplo; um totem de álcool; um termômetro; além de álcool gel e sabão liquido. A entrega foi feita para a diretora da escola, Professora Edna Ramos, que também é rotariana e seus dois filhos, Hygor e Hyago, que são rotaractianos.

Importante lembrar que apesar de a escola não estar em pleno funcionamento, diariamente as mães se dirigem ao local para buscar as atividades escolares de seus filhos, além da presença diária da equipe escolar. Na oportunidade, Edna Ramos disse: “Queria agradecer mais uma vez o Rotary e Rotaract por estarem sempre juntos com nossa instituição, nós estávamos até com uma certa dificuldade de conseguir esses materiais e os Club’s estão sempre juntos e lembraram da nossa escola.”

Importante ressaltar também, que outro material adquirido através deste projeto foram as máscaras de proteção que foram entregues a cada criança que estuda na Escola Rotary no dia 12 de outubro, dia das crianças. O Rotary e Rotaract agradece a todos que participaram de alguma forma do projeto e aos companheiros e companheiras que se fizeram presentes na entrega dos materiais. 

por Redação



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Fonte www.aquiacontece.com.br

De jeans a máscaras N95: cientistas testam melhores tecidos contra Covid-19 – Revista Galileu

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Além da filtragem, também é importante saber se a máscara permite que a pessoa respire com facilidade (Foto: Vera Davidova / Unsplash)

Além da filtragem, também é importante saber se a máscara permite que a pessoa respire com facilidade (Foto: Vera Davidova / Unsplash)

Pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, testaram a eficácia de diferentes tecidos para determinar qual material é mais eficaz para confeccionar máscaras que protegem contra o Sars-CoV-2, o vírus que causa a Covid -19.

Para o estudo, os cientistas construíram um aparelho que consiste em seções de tubos, com uma amostra de tecido no meio. Além de máscaras cirúrgicas, mais comuns em ambientes de saúde, foram testados diferentes materiais, inclusive jeans, na filtragem de partículas entre 0,02 e 0,1 micrômetros — aproximadamente o tamanho da maioria dos vírus — em altas velocidades, comparáveis ​​à tosse ou respiração pesada. 

Os resultados, relatados na revista “BMJ Open”, mostram que a maioria dos tecidos usados ​​para máscaras faciais não clínicas são eficazes na filtragem de partículas ultrafinas. As caseiras, feitas com várias camadas de tecido, também se mostraram eficazes. As que utilizam uma interface, comum para enrijecer colarinhos de camisas, apresentaram uma melhora significativa no desempenho — mas mostraram ser mais difíceis de respirar do que as máscaras N95.

Os pesquisadores também estudaram o desempenho de diferentes tecidos úmidos e depois de serem lavados e secados por diversas vezes. Os resultados também se mostraram positivos e eles descobriram que o funcionamento do material continua eficaz. Porém, estudos anteriores mostraram que a lavagem repetida pode degradá-los. 

“As máscaras de tecido se tornaram uma nova necessidade desde o início da pandemia da Covid-19″, disse, em nota, a primeira autora Eugenia O’Kelly, do Departamento de Engenharia de Cambridge. “Nos estágios iniciais da pandemia, quando as N95 eram extremamente escassas, muitos costureiros e fabricantes começaram a fazer suas próprias máscaras de tecido, atendendo às demandas que não estavam sendo abastecidas e oferecendo uma opção mais acessível.”

Embora existam vários recursos online que ajudam as pessoas a fazer suas próprias máscaras, há poucas evidências científicas sobre quais são os materiais mais adequados. Os pesquisadores alertam que o estudo tem várias limitações, mas pode ser últil para costureiros e fabricantes escolherem qual tecido usar para fazer máscaras. “Nós mostramos que em uma situação de emergência onde as máscaras N95 não estão disponíveis, como nos primeiros dias da pandemia, as de tecido são eficazes na filtragem de partículas que podem conter vírus, mesmo em altas velocidades.”



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Fonte revistagalileu.globo.com

Suspensa distribuição de máscaras com propaganda eleitoral

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Juiz manda coligação suspender distribuição de máscaras com propaganda eleitoral no município de Ivolândia (GO)

Satjawat Boontanataweepol

O juiz Márcio Antônio de Souza Moraes Júnior, do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás, decidiu acatar pedido da Coligação Força, União e Trabalho (DEM, PP, PDT e Cidadania) e determinou que seja suspensa imediatamente a entrega de máscaras de proteção facial no município de Ivolândia (GO) pelos candidatos da Coligação Renava Ivolândia (PTB, Podemos e PSC), sob pena de multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento da decisão.

No pedido, os autores alegam que seus concorrentes distribuíram de forma massiva máscaras de proteção com slogan, nome e número dos candidatos da coligação Renova Ivolândia, o que contraria o artigo 38, parágrafo 1º da, Lei 9.504/97; e o artigo 21, parágrafo 1º, da Resolução 23.610/2019 do TSE.

Ao analisar o caso, o magistrado apontou que os candidatos, além de provocarem reprovável aglomeração no momento atual, também se encontraram cercados de pessoas utilizando a máscara de proteção facial contendo fotos, nomes, números, coligação e pedido de voto. O que, na visão do juiz, ressalta a fumaça do bom direito na pretensão dos autores.

“A proximidade do pleito eleitoral no dia 15 de novembro próximo, importa no risco de ineficácia da medida caso se mantenha a prática de distribuição de material aparentemente ilegal. Ante o exposto, entendo presentes os dois pressupostos para a concessão da medida liminar”, decidiu.

A Coligação Força, União e Trabalho (DEM, PP, PDT e Cidadania) foi representada pelos advogados Ricardo Moreira Pinto Miranda e Gabriel dos Santos Medeiros Borges.

Clique aqui para ler a decisão

0600892-98.2020.6.09.0000



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Fonte www.conjur.com.br

Pesquisadores criam máscara térmica que inativa o coronavírus

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Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, na sigla em inglês) desenvolveram uma máscara facial que inativa o novo coronavírus, causador da Covid-19, ao invés de apenas filtrar durante o uso. O estudo foi descrito no ArXiv, plataforma voltada para artigos acadêmicos.

Segundo os cientistas, trata-se de um conceito totalmente inovador. Isso porque uma bateria de 9 volts é responsável por fornecer energia para uma malha de cobre que é aquecida a 90º C, temperatura capaz de tornar o vírus inativo, ou seja, incapaz de causar a doença, segundo modelos matematicos criados pelos pequisadores.

Neste caso, a máscara não filtra as partículas no ar como os modelos convencionais. “Na verdade, permite que o vírus atravesse a máscara, mas o desacelera e desativa”, afirma o autor sênior do estudo engenheiro químico Michael Strano em artigo publicado no MIT News, jornal.

Segundo Strano, uma vantagem da máscara aquecida é que não precisa ser descontaminadas ou jogadas fora depois de usar pois o vírus já está desativado. “A perspectiva de ser capaz de respirar ar clinicamente estéril e expirar ar medicamente estéril, protegendo as pessoas ao seu redor e protegendo a si mesmo, é apenas o próximo passo. É uma tecnologia melhor”, afirmou.


Para evitar que a parte externa da máscara ficasse quente demais para ser utilizada, eles revestiram a malha de cobre de neoprone, material isolante térmico muito utilizado para confeccionar roupas de surf, por exemplo.



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Fonte www.correiodopovo.com.br

Pesquisadores criam máscara térmica que inativa o coronavírus – Notícias

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Modelo reutilizável é feito a partir de malha de cobre aquecida a 90ºC revestida de material isolante térmico e alimentada por uma pequena bateria



Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, na sigla em inglês) desenvolveram uma máscara facial que inativa o novo coronavírus, causador da covid-19, ao invés de apenas filtrar durante o uso. O estudo foi descrito no ArXiv, plataforma voltada para artigos acadêicos.


Segundo os cientistas, trata-se de um conceito totalmente inovador. Isso porque uma bateria de 9 volts é responsável por fornecer energia para uma malha de cobre que é aquecida a 90º C, temperatura capaz de tornar o vírus inativo, ou seja, incapaz de causar a doença, segundo modelos matematicos criados pelos pequisadores.



Neste caso, a máscara não filtra as partículas no ar como os modelos convencionais. “Na verdade, permite que o vírus atravesse a máscara, mas o desacelera e desativa”, afirma o autor sênior do estudo engenheiro químico Michael Strano em artigo publicado no MIT News, jornal.



Segundo Strano, uma vantagem da máscara aquecida é que não precisa ser descontaminadas ou jogadas fora depois de usar pois o vírus já está desativado.


“A perspectiva de ser capaz de respirar ar clinicamente estéril e expirar ar medicamente estéril, protegendo as pessoas ao seu redor e protegendo a si mesmo, é apenas o próximo passo. É uma tecnologia melhor”, afirmou.


Para evitar que a parte externa da máscara ficasse quente demais para ser utilizada, eles revestiram a malha de cobre de neoprone, material isolante térmico muito utilizado para confeccionar roupas de surf, por exemplo.


*Estagiária do R7 sob supervisão de Pablo Marques

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Fonte noticias.r7.com