Máscaras e controle em cemitérios de Niterói e SG

Blog Giga Medical

Uso de máscaras é obrigatório em cemitérios de São Gonçalo e Niterói. Foto: Karina Cruz

Milhares de pessoas reservaram a manhã desta segunda-feira (2) para prestar homenagens aos entes queridos no Dia de Finados em cemitérios de São Gonçalo e Niterói.

No Cemitério Maruí, no Barreto, na Zona Norte de Niterói, a movimentação foi intensa desde as primeiras horas do dia. Com algumas restrições em razão da pandemia do coronavírus, funcionários distribuíram álcool em gel e aferiram a temperatura dos presentes no local.

Uma das presentes no cemitério nesta manhã foi a dona de casa Célia Rodrigues, de 57 anos, que prestou homenagem ao filho, que faleceu há cinco anos.

“Todos os anos venho aqui prestar a minha homenagem ao meu filho. Sei que a lei natural da vida é ao contrário, mas Deus sabe de todas as coisas”, disse a moradora do Baldeador.

Equipes da Guarda Municipal auxiliaram o trânsito nas vias próximas ao cemitério.

Já no Cemitério São Miguel, no bairro de mesmo nome, em São Gonçalo, a movimentação de pessoas foi intensa na manhã desta segunda-feira. Com um limite de 50 pessoas por hora, os presentes fizeram suas homenagens aos entes queridos e puderam assistir a movimentos religiosos realizados no interior do cemitério.

Movimentos religiosos foram realizados no Cemitério São Miguel. Foto: Karina Cruz

“É importante que as pessoas venham homenagear os seus entes queridos, mas que a saúde esteja sempre em primeiro lugar. Estou aqui fazendo a minha homenagem aos meus avós, mas sem esquecer da máscara e do álcool em gel”, disse o estudante de Educação Física, Maicon Viana, de 22 anos.

Funcionários da Guarda Municipal de São Gonçalo estiveram no local e auxiliaram o trânsito na Rua Doutor Nilo Peçanha, uma das principais vias do município.

Os cemitérios do Maruí e São Miguel irão funcionar até às 18h. O Cemitério do Maruí fica localizado na Rua General Castrioto, no Barreto. Já o Cemitério São Miguel fica na Rua Doutor Nilo Peçanha, 616, no bairro São Miguel.

Giga Medical – Trazendo o melhor em equipamentos de proteção e hospitalares

Fonte plantaoenfoco.com.br

Eventos políticos no interior de Goiás registram aglomerações, pessoas sem máscaras e bombas de gás para dispersar grupos | Eleições 2020 em Goiás

Blog Giga Medical

Diversas cidades do interior do estado têm registrado aglomerações em virtude de comícios e carreatas políticas, em meio à pandemia de Covid-19. Em Itaberaí, a cerca de 90 km de Goiânia, a Polícia Militar chegou a usar bombas de gás lacrimogênio para dispersar um grupo de pessoas que se concentrava na Praça Bauduíno da Silva Costa, a principal da cidade, após carreata de uma candidata à prefeitura.

Um vídeo mostra uma multidão aglomerada na praça. A maioria das pessoas aparece sem máscara. Uma pessoa que gravou as imagens e não quis se identificar criticou: “Ninguém com máscara no meio da pandemia”.

Na gravação, é possível ver que, depois que a PM solta as bombas de gás, muitas pessoas saem correndo e a aglomeração é dispersada.

Ao G1, a assessoria da Prefeitura de Itaberaí informou que a gestão não entra em questões da Polícia Militar e que a decisão de usar ou não bombas de efeito moral são do major, que obedece aos decretos estadual e municipal para evitar a disseminação do coronavírus. Ainda segundo a assessoria, o fato ocorreu há cerca de duas semanas.

Apoiadores saíram correndo após PM soltar bombas de gás lacrimogênio, em Itaberaí, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Em nota à TV Anhanguera, a assessoria de Gilmar disse que na época do evento não havia regulamentação na cidade e que os participantes foram orientados a usar máscaras e manter o distanciamento.

Também em Quirinópolis, um evento do candidato a prefeito Anderson de Paula (PDT) reuniu várias pessoas em uma das avenidas da cidade. Um vídeo mostra aglomeração e alguns apoiadores sem máscaras. A assessoria do candidato disse que todos os cuidados foram tomados e que vai continuar adotando os protocolos de prevenção contra a Covid-19.

Evento de candidato a prefeitura de Quirinópolis registrou aglomeração e pessoas sem máscaras, em Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

No evento do candidato a prefeito de Goianésia Pedro Gonçalves (MDB), os apoiadores não usavam máscaras e ficaram aglomerados em um espaço fechado. A reportagem não obteve retorno da assessoria do candidato.

Evento do candidato Pedro Gonçalves (MDB) reuniu diversos apoiadores em espaço fechado, em Goianésia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Em nota, a assessoria de Sorgatto disse que foi realizada uma reunião na qual foi respeitada o distanciamento social e que contou com uso de álcool gel e aferidor de temperatura. A assessoria do governador, por sua vez, informou que não iria se pronunciar sobre o assunto, pois Caiado era “apenas convidado do evento”.

Veja outras notícias da região no G1 Goiás.

ELEIÇÕES 2020 EM GOIÁS

VÍDEOS: coronavírus em Goiás

Giga Medical – Trazendo o melhor em equipamentos de proteção e hospitalares

Fonte g1.globo.com

Estudo analisa a personalidade de quem se recusa a usar máscaras – Portal Viu

Blog Giga Medical

O uso de máscaras é um método recomendado por especialistas para o controle da pandemia do coronavírus. No entanto, há pessoas que relutam em usá-la.

Um estudo no Brasil teve como objetivo delinear os traços de personalidade dessas pessoas que se opõem às máscaras e constatou que elas têm um perfil antissocial. Num podcast da CNN Español, o médico peruano Elmer Huerta, consultor da CNN, analisou a pesquisa.

“Uma notícia publicada na terça-feira no jornal The Washington Post me chamou a atenção. Ela trata do fato de que algumas pessoas em alguns estados dos Estados Unidos relutam em usar máscara, apesar de a epidemia estar afetando gravemente suas regiões. Um desses estados é a Dakota do Norte.

De acordo com o doutor Christopher Murray, diretor do Instituto de Medição e Avaliação da Saúde da Universidade de Washington, citado no artigo do Washington Post, menos de 50% das pessoas usam máscara em Dakota do Norte, embora o estado tenha registrado na última semana um dos maiores números de mortes por Covid-19 no mundo em relação ao seu número de habitantes.

Na opinião do doutor Murray, deveria ser o contrário: quanto mais casos de uma doença ocorrem em um local, mais as pessoas reagem e mudam seu comportamento. Nesse caso, a expectativa seria que, conforme aumentassem as infecções, internações e mortes em uma região, as pessoas usassem máscaras em maior número.

Mas por que isso não aconteceu? Será que a convicção política que polarizou os Estados Unidos que explica esse fenômeno, ou há outra coisa?

Pode haver algo relacionado, por exemplo, à personalidade dos cidadãos”, afirmou Huerta.

A personalidade de quem não usa máscaras

Um estudo brasileiro realizado de março a junho publicado em 21 de agosto na revista Personality and Individual Differences, parece trazer parte da resposta.

Depois de estudar um grupo de pessoas relutantes em usar máscaras, descobriu-se que elas tinham:

– Níveis mais baixos de empatia, que é a capacidade de perceber, compartilhar e inferir pensamentos e emoções de outras pessoas;

– Níveis mais altos de insensibilidade;

– Tendência para o engano e o autoengano;

– Comportamentos de risco.

Segundo os autores, o principal objetivo do estudo foi analisar a relação entre os traços antissociais e o cumprimento das medidas de contenção da Covid-19.

Para isso, estudaram 1.578 adultos brasileiros entre 18 e 73 anos, que responderam ao questionário PID-5, que avalia as características de personalidade e ressonância afetiva de uma pessoa.

A ressonância afetiva é chamada de impulso que um ser humano tem de agir de acordo com os sentimentos causados por outra pessoa.

As questões de estudo

Os participantes também responderam a um questionário sobre a adesão às medidas de contenção da pandemia, como o uso de máscara ou a prática de distanciamento físico.

Os resultados do estudo encontraram dois perfis de pessoas:

– um de padrão antissocial, resistente a medidas de proteção contra a Covid-19;

– um padrão de empatia entre aqueles que cumpriram as medidas preventivas contra o coronavírus.

O perfil antissocial foi relacionado a uma pontuação mais alta no questionário de avaliação de personalidade em características como:

– Insensibilidade,

– Engano,

– Hostilidade,

– Impulsividade,

– Irresponsabilidade,

– Manipulação,

– Ter comportamentos de risco.

De acordo com os autores, esses traços antissociais são característicos de pessoas com diagnóstico de transtorno de personalidade antissocial.

Os resultados

Esse grupo também teve pontuações mais baixas na ressonância afetiva. Ou seja, ele não foi capaz de reagir de acordo com os sentimentos causados por outras pessoas.

Ao contrário, o perfil do padrão de empatia apresentou maior pontuação na ressonância afetiva e menor pontuação nos traços associados ao transtorno de personalidade antissocial.

Em resumo, as pessoas que relutam em usar máscaras e que desafiam as normas de prevenção teriam mais características associadas a transtornos de personalidade antissocial. E, ao não reagir aos sentimentos provocados por outras pessoas, estariam mostrando que não se importam muito com o bem comum.

Os pesquisadores acreditam que seu estudo pode ajudar as autoridades de saúde a planejar e executar campanhas educacionais voltadas para os diferentes tipos de personalidade dos seres humanos.

O texto original em espanhol pode ser acessado aqui.

Giga Medical – Trazendo o melhor em equipamentos de proteção e hospitalares

Fonte www.portalviu.com.br

Tamanho global Máscaras N95-Certificado Mercado 2020 – Indústria Demand, Share, Size, tendências futuras Planos, oportunidades de crescimento, jogadores-chave, aplicação, demanda, pesquisa setorial por Previsão Regional 2026 – Actual Penacova

Blog Giga Medical

http://actualpenacov.com

Tamanho Worldwide Máscaras N95-Certificado Mercado 2020 – 2026 ofertas aprendeu e começar a terminar a avaliação da circunstância atual com o Mercado pela cena genuína, oferta Máscaras N95-Certificado Mercado e suposições salariais de 2026 perto geral.
Este relatório pode ser uma fonte crítica de rolamento para as associações e indivíduos que oferecem Indústria Estrutura Chain, Estratégias de Negócios e Propostas para imaculada Projeto Investments.
Com tabelas e figuras ajudando analisa mercado mundial global Máscaras N95-Certificado, esta pesquisa fornece estatísticas importantes sobre o estado da indústria e é uma valiosa fonte de orientação e direção para empresas e indivíduos interessados ??no mercado.
Obter um PDF Amostra do Relatório @ www.360marketupdates.com/enquiry/request-sample/15128621
Mundial Máscaras N95-Certificado concorrência no mercado pelos principais fabricantes, com a produção, preço e receita (valor) e quota de mercado para cada fabricante; os melhores jogadores, incluindo:

3M
Honeywell
Sinotextiles
Gerson
Crosstex
Uvex
San Huei
Shanghai Dasheng
Chaomei Daily Chemicals
SUZHOU SANICAL
Powecom

Este relatório estuda o tamanho do mercado Máscaras N95-Certificado (valor e volume) por jogadores, regiões, tipos de produtos e indústrias finais, dados do histórico 2015-2019 e dados de previsão 2020-2026; Este relatório também estuda a paisagem concorrência no mercado mundial, os motoristas de mercado e tendências, oportunidades e desafios, riscos e barreiras à entrada, canais de vendas, distribuidores e Análise das Cinco Forças de Porter.
Solicitar uma cópia de amostra para entender o impacto da COVID-19 em Máscaras N95-Certificado Mercado @ www.360marketupdates.com/enquiry/request-covid19/15128621
Este relatório também afirma importação / exportação consumo, fornecimento e Figuras demanda, custo, preço, receitas e margens brutas.
A análise de mercado global Máscaras N95-Certificado é fornecido para os mercados internacionais, incluindo tendências de desenvolvimento, análise de cenário competitivo, e estado de desenvolvimento regiões-chave. políticas e planos de desenvolvimento são discutidos, bem como a fabricação de processos e estruturas de custos também são analisados.
Máscaras N95-Certificado dados por tipo:

Use Civil

Use médica

OutrasAA

Máscaras N95-Certificado dados através de pedido:

valvulado

Unvalved

Obter um PDF Amostra do Relatório @ www.360marketupdates.com/enquiry/request-sample/15128621
Este Máscaras N95-Certificado Pesquisa de Mercado / análise de relatório contém respostas às suas seguintes perguntas
• Qual Manufacturing Technology é usado para Máscaras N95-Certificado? Que desenvolvimentos estão acontecendo em que a tecnologia? Quais tendências estão fazendo com que estes desenvolvimentos?
• Quem são os chave global players neste mercado Máscaras N95-Certificado? Qual é o seu Perfil da Empresa, suas informações de produtos e informações de contato?
• Qual foi Global Market Estatuto dos Máscaras N95-Certificado Mercado? Qual foi Capacidade, Valor da Produção, custo e lucro de Máscaras N95-Certificado Mercado?
• O que é o mercado atual Estado de Máscaras N95-Certificado Indústria? O que há de competição de mercado neste sector, Ambos Company, e País sábio? O que é Análise de Mercado de Máscaras N95-Certificado Mercado, tomando aplicações e tipos em consideração?
• O que são projeções de Indústria Global Máscaras N95-Certificado Considerando Capacidade, Produção e Valor da Produção? Qual será o Estimativa de custo e lucro? Qual será Market Share, Abastecimento e Consumo? Que sobre importação e exportação?
• O que é Cadeia Máscaras N95-Certificado Análise de Mercado pela Upstream matérias-primas e indústria a jusante?
• O que é Economic Impact On Máscaras N95-Certificado Indústria? Quais são Macroeconômica Análise ambiente global resultados? Quais são Tendências Globais de Desenvolvimento do Ambiente Macroeconômico?
• Quais são Mercado Dynamics of Máscaras N95-Certificado Mercado? Quais são os desafios e oportunidades?
• Qual deve ser Estratégias de Entrada, contramedidas para Económicos, canais de marketing para Máscaras N95-Certificado Indústria?
Adquirir este relatório (Preço 2900 USD para uma licença de usuário único) @ www.360marketupdates.com/purchase/15128621
Principais benefícios para a compra deste Relatório Máscaras N95-Certificado Mercado:
• Para obter análises criteriosas do mercado Máscaras N95-Certificado e ter compreensão abrangente do mercado global e sua paisagem comercial.
• Avaliar os processos de produção, as principais questões e soluções para mitigar o risco de desenvolvimento.
Para entender mais afetam a condução e restringindo forças no mercado e seu impacto no mercado global.
• Saiba mais sobre as estratégias de mercado que estão sendo adotadas pelos principais respectivas organizações.
Para entender as perspectivas futuras e as perspectivas para o mercado Máscaras N95-Certificado.
• Além dos relatórios de estrutura padrão, nós também fornecemos pesquisa personalizada de acordo com necessidades específicas.
Principais Pontos da Tabela de Conteúdo:
Global Research Report Máscaras N95-Certificado Mercado (2020-2026) pelos fabricantes, regiões, tipos e aplicações
1 Cobertura Estudo
1.1 Máscaras N95-Certificado produtos
1,2 segmentos chave do mercado neste estudo
1.3 Os fabricantes-chave abrangidas
1.4 Mercado por Tipo
1.4.1 global Máscaras N95-Certificado Mercado Tamanho Taxa de Crescimento por Tipo
1.5 Mercado de Aplicação
1.5.1 global Máscaras N95-Certificado Mercado Tamanho Taxa de Crescimento por Aplicação
1.6 Objectivos do estudo
1,7 anos Considerado

2 Sumário Executivo
2.1 global Máscaras N95-Certificado Produção
2.1.1 global Máscaras N95-Certificado Receita 2015-2026
2.1.2 global Máscaras N95-Certificado Produção 2015-2026
2.1.3 global Máscaras N95-Certificado Capacidade 2015-2026
2.1.4 global Máscaras N95-Certificado Marketing de Preço e Tendências
2.2 Máscaras N95-Certificado Growth Rate (CAGR) 2020-2026
2.3 Análise de Cenário Competitivo
2.3.1 Fabricantes Mercado Concentração Ratio (CR5 e HHI)
2.3.2 Principais kkkkk Fabricantes
2.4 Drivers de mercado, tendências e questões
2.5 Indicador macroscópica
2.5.1 PIB para Grandes Regiões
2.5.2 Preço de matérias-primas em dólares: Evolution

3 Tamanho do mercado por fabricantes
3.1 Máscaras N95-Certificado de produção pelo fabricante
3.1.1 Máscaras N95-Certificado de produção pelo fabricante
3.1.2 Máscaras N95-Certificado Mercado Produção Compartilhar por fabricantes
3.2 Máscaras N95-Certificado Receita por fabricantes
3.2.1 Máscaras N95-Certificado Receita por fabricantes (2015-2020)
3.2.2 Máscaras N95-Certificado Receita Compartilhar por fabricantes (2015-2020)
3.3 Máscaras N95-Certificado preço pelo Fabricantes
3.4 Fusões e Aquisições, Planos de Expansão
Contínuo….
Cerca de 360 ??Atualizações Mercado:
360 Actualizações de Mercado é a fonte credível para ganhar os relatórios de mercado que irá fornecer-lhe a liderança suas necessidades de negócios. A 360 Atualizações Mercado, o nosso objectivo é fornecer uma plataforma para muitos top-notch empresas de pesquisa de mercado mundial a publicar seus relatórios de pesquisa, bem como ajudar os tomadores de decisão na busca de soluções de pesquisa de mercado mais adequadas sob o mesmo teto. Nosso objetivo é fornecer a melhor solução que corresponda às necessidades exatas do cliente. Isso nos discos para lhe fornecer personalizado ou relatórios de pesquisa consorciados.
Informações de contato: –
360 Atualizações Mercado
Mr. Ajay Mais
EUA: +1 424 253 0807
Reino Unido: +44 203 239 8187
[email protected]

Giga Medical – Trazendo o melhor em equipamentos de proteção e hospitalares

Fonte actualpenacov.com

O poder das máscaras na luta contra o novo coronavírus – 31/10/2020

Blog Giga Medical

Nas histórias de super-heróis, as máscaras são uma importante ferramenta usada por muitos personagens para preservar sua identidade e se proteger de retaliações, enquanto lutam pelo bem-estar coletivo. Na pandemia de covid-19 acontece algo parecido, mas de forma inversa: o uso coletivo das máscaras vem se mostrando cada vez mais uma estratégia fundamental para a proteção e bem-estar de cada indivíduo na luta contra o coronavírus.

Objeto de questionamentos quanto à sua segurança e adequação para uso generalizado no início da pandemia —a OMS (Organização Mundial de Saúde (OMS) e outras autoridades sanitárias hesitaram, de início, em recomendá-las, também por temor de desabastecimento de equipamentos de proteção individual para os profissionais de saúde na linha de frente de combate aos Sars-CoV-2 —, as máscaras, em especial as caseiras, logo se tornaram um item essencial, e muitas vezes obrigatório, para quem quer se aventurar fora de casa nestes tempos.

Apesar de obrigatórias ou recomendadas em espaços públicos e outras situações, desde fins de março, por força de regulamentações de governos locais ou nacionais ao redor do mundo, as máscaras ainda são alvo de muitas dúvidas sobre sua real eficácia e erros de utilização. Mas a ciência também já produziu muito conhecimento sobre elas neste período, demonstrando que, se bem feitas e usadas, as máscaras são, lado a lado com a higiene pessoal e o distanciamento social, as principais estratégias para ajudar a conter a disseminação do vírus. E assim devem permanecer por muito tempo, mesmo após a chegada de uma ou mais eventuais vacinas contra a doença. Vejamos então o que algumas destas pesquisas e os especialistas dizem (spoiler: usar máscara com o nariz de fora, no queixo ou no pescoço é o mesmo, ou até pior, que estar sem máscara!):

Materiais e modelos

Logo de cara, uma questão que as pessoas têm é “qual a melhor máscara para me proteger da covid-19?”. De início, muitas instintivamente se voltaram para produtos aprovados para uso médico-hospitalar, como os respiradores no padrão americano N95 ou máscaras cirúrgicas, numa corrida que as fez sumir não só das prateleiras das farmácias e lojas especializadas, como dos dispensários dos hospitais e clínicas, e provocou uma explosão nos preços. Mas muitas vezes nem uma nem outra são a melhor opção, tanto do ponto de vista da saúde pessoal quanto da coletiva.

No caso dos respiradores N95, é preciso estar atento a que tipo de produto se está lidando. Criado pelo Instituto Nacional para Segurança e Saúde Ocupacional dos EUA (NIOSH, na sigla em inglês), o padrão deve seu nome à filtragem de 95% das partículas com menos de 0,3 micrômetros (um micrômetro equivale a um milésimo de milímetro) presentes no ar quando o usuário inspira, mas nada prevê quanto ao material que ele lança ao ambiente quanto expira. Assim, para que também evite a disseminação do coronavírus, não basta que a máscara seja classificada como “N95”. Ela também deve ser uma chamada “N95 cirúrgica”, sem válvulas ou ventilações que permitam que o ar da exalação escape sem barreiras.

Já as máscaras cirúrgicas “comuns” não se prestam muito bem nem para a proteção individual nem para a coletiva. Produzidas e usadas primariamente para evitar o contato direto dos profissionais de saúde com sangue, fluidos ou outras secreções dos pacientes, elas não necessariamente bloqueiam e impedem que material particulado fino, como gotículas ou aerossóis, cheguem à boca e nariz do usuário. Seu ajuste “frouxo” nas laterais do rosto também não cria uma barreira efetiva para a entrada e saída de contaminantes.

Assim, e também para evitar que o suprimento de equipamentos de proteção individual para os profissionais de saúde na linha de frente de combate à pandemia se torne escasso, o público em geral deve recorrer às máscaras “caseiras”. E estas, por sua vez, devem ser feitas com materiais – como panos de algodão ou outros tecidos naturais ou sintéticos – e formatos adequados, tanto para reduzir o risco de infecção pelo novo coronavírus quanto sua disseminação, bem como para serem confortáveis. Uma máscara que machuca ou incomoda representa um desincentivo ao uso.

Pessoas com máscara em Bolzano, na Itália - Getty Images - Getty Images
Imagem: Getty Images

Camadas de proteção

Com o recrudescimento da pandemia de covid-19, cientistas de todo o mundo começaram a investigar a capacidade das máscaras em proteger contra o Sars-CoV-2 e/ou evitar sua disseminação, além de revisar estudos anteriores envolvendo seu uso contra doenças semelhantes e/ou propagadas por via aérea, gotículas ou aerossóis, como Sars e Mers, também provocadas por coronavírus; gripe (influenza) e tuberculose. Estas pesquisas, revisões e metanálises foram praticamente unânimes em mostrar que as máscaras caseiras, embora imperfeitas, ajudam a impedir tanto a contaminação dos usuários quanto dos ambientes.

Uma das dúvidas mais comuns com relação às máscaras caseiras é de que tecido devem ser feitas. De acordo com levantamento feito por pesquisadores canadenses com base em 25 diferentes estudos, malhas de algodão com uma densidade de pelo menos cem fios por polegada, flanela, mesclas de algodão e poliéster com ao menos 90 fios por polegada, tecidos para fazer panos de prato e de camisetas de algodão de boa qualidade.

De acordo com os pesquisadores, apesar das tramas destes tecidos terem vãos bem superiores ao tamanho do coronavírus —os “furos” das tramas têm de cinco a 200 micrômetros de diâmetro, contra cerca de 0,1 micrômetro do micro-organismo —, diversos outros fatores fazem com que sejam razoavelmente eficazes na sua contenção tanto “de fora para dentro” quanto “de dentro para fora”.

Isto porque o Sars-CoV-2 não “viaja” sozinho. Quando respiramos, falamos, comemos, tossimos, espirramos, cantamos ou gritamos, lançamos ao ar partículas de diferentes tamanhos, algumas maiores e outras menores, que carregam o coronavírus. E geralmente estas gotículas ou aerossóis são bem maiores que os espaços nas tramas.

Além disso, em escala microscópica, os fios dos tecidos não são perfeitamente lisos. Os vãos da trama assemelham-se a túneis, de cujas “paredes” projetam-se filamentos que, vez em quando, “agarram” gotículas e aerossóis que estejam passando. Por fim, as máscaras caseiras podem, e devem, ser feitas de mais de uma camada de tecido, adicionando múltiplas barreiras adjacentes e aumentando as chances do espaço na trama de uma camada coincidir com o fio na outra, por exemplo.

Assim, mesmo as máscaras caseiras bloqueiam a maior parte das partículas em que o vírus viaja. Estudos realizados ao longo dos últimos meses apontam que as máscaras podem reduzir em mais de 80% o risco de infecção pelo Sars-CoV-2 quando comparado ao não uso de máscaras, e em alguns casos barram em até 97% as partículas finas presentes no ar, em linha com o desempenho dos equipamentos de proteção profissionais. Isso sem contar outros potenciais “benefícios indiretos”, com pesquisas indicando que a gravidade do quadro de covid-19 também pode estar relacionada à carga viral inicial que o doente foi exposto, potencialmente reduzida tanto na emissão pelos infectados quanto na contaminação pelos suscetíveis, com o uso apropriado das máscaras.

Turismo na pandemia; turista de máscara - Getty Images - Getty Images
Imagem: Getty Images

Usar errado é como não usar

Para que isso aconteça, no entanto, é preciso que as máscaras sejam usadas corretamente. De acordo com as diretrizes do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) e outras autoridades sanitárias, elas devem cobrir completamente boca e nariz, ficando presas no queixo e justas e fechadas nos lados.

Andando nas ruas, porém, não é difícil ver pessoas usando máscaras “parcialmente”, cobrindo apenas a boca e deixando seus narizes de fora, ou mesmo penduradas no queixo e no pescoço. Tais atitudes derrubam completamente seu propósito, e podem ser piores que estar sem máscara.

Quanto à proteção individual, por exemplo, estudos indicam que o nariz é a principal via de entrada do Sars-CoV-2 no organismo. Com a máscara abaixada, ele fica exposto justo sobre tecido que vem acumulando gotículas potencialmente contaminadas a cada respiração. Além disso, ricas em uma proteína chamada enzima conversora da angiotensina 2 (ACE 2, na sigla em inglês), que atua como um receptor do SARS-CoV-2, células nasais acabam se tornando um importante foco de infecção para que o vírus se espalhe pelo resto do corpo.

Mas o maior “vilão” do mau uso das máscaras é jogar por terra o que é talvez seu maior poder, caseiras ou não, na luta contra o Sars-CoV-2: a prevenção da propagação, via a diminuição do alcance e da quantidade de gotículas e aerossóis contendo o vírus que os infectados lançam no ambiente. Estudos indicam que 40% a 45% das pessoas infectadas com vírus não apresentam qualquer sintoma, mas ainda assim o transmitem, e que estes indivíduos assintomáticos são responsáveis por mais da metade dos eventos de transmissão em surtos de covid-19. Diante disso, as máscaras formam uma barreira sanitária, se não perfeita, ao menos eficaz em torno destes chamados “superdisseminadores” dificilmente identificáveis preventivamente.

Pressão e significado social

Neste ponto entra um último requisito para deslanchar os “superpoderes” das máscaras na luta contra a covid-19. Como acontece com as vacinas, seu impacto na pandemia depende de uma ampla adesão à estratégia pela população, de forma a interromper as cadeias de transmissão. Quanto mais pessoas usando máscaras adequadas corretamente, maior a proteção coletiva que elas conferem.

E essa proteção não é pequena nem desprezível, mostram as pesquisas. Em uma delas, cientistas calcularam que a imposição de regulamentações exigindo o uso de máscaras em espaços públicos em 15 estados dos EUA e na capital Washington, no início de abril, evitou mais de 200 mil novos casos da doença no país, apenas até 22 de maio. Já recente estudo com simulações da evolução da pandemia nos EUA nos próximos meses, publicado na revista Nature Medicine, sugere que, mantidas as atuais regras de distanciamento social, o uso universal de máscaras (por 95% ou mais das pessoas em espaços públicos) poderia evitar quase 130 mil mortes adicionais, entre 22 de setembro passado e 28 de fevereiro do ano que vem no país.

Mas, assim como enfrentamos os infames movimentos antivacina, agora vemos crescer uma resistência antimáscaras. Em alguns casos, a desculpa é o “incômodo” causado por elas, muitas vezes justificado por temores sem embasamento científico, como, por exemplo, de que promoveriam um suposto “acúmulo de dióxido de carbono” (CO2) da respiração que prejudicaria a oxigenação do sangue, mito que segue sendo evocado apesar dos inúmeros vídeos de médicos e outros profissionais de saúde colocando múltiplas máscaras enquanto monitorados por um oxímetro, sem apresentar qualquer alteração nas medições.

Muitas vezes, no entanto, o discurso antimáscaras ecoa o mesmo argumento equivocado de defesa da liberdade individual, que ignora a primazia do interesse coletivo e da saúde pública, principalmente no contexto de uma pandemia que já matou quase 1,2 milhão de pessoas em todo mundo até esta quarta-feira, 28 de outubro, perto de 160 mil delas no Brasil. Nesta seara negacionista, vemos a politização das máscaras, classificadas por alguns como “focinheiras ideológicas” e outras expressões típicas do pensamento conspiracionista, que chega a uma busca ativa para burlar as regulamentações que obrigam seu uso em diversas situações, como atestados médicos para condições inexistentes, por exemplo.

Mas a resistência às máscaras também tem fortes componentes psicológicos, que podem ser aliviados via um realinhamento de seu significado social. Atualmente, muitas pessoas ainda veem as máscaras como um sinal de que o usuário está doente, ou que é frágil, covarde. Assim, não é por acaso que líderes políticos populistas como o presidente americano Donald Trump ou o brasileiro Jair Bolsonaro, para os quais é fundamental manter uma imagem de força, insistentemente recusam-se a usá-las ou usam-nas a contragosto, em demonstrações públicas que reforçam a resistência antimáscaras entre seus partidários e atrapalham a comunicação e convencimento sobre a importância de seu uso para a população em geral.

Diante disso, se faz necessário um esforço de ressignificação geral do uso de máscaras, e de pressão direta ou indireta por adesão à estratégia, seja por incentivos ou subsídios para engajamento ou penalização social dos “rebeldes”. Menos que um sinal de fraqueza, elas devem passar a ser vistas como uma demonstração de força e convicção, uma decisão inteligente, baseada em evidências científicas, que serve tanto como precaução pessoal quanto uma preocupação com o outro e a saúde coletiva. Um ato de responsabilidade social, porque é sob as máscaras que estão os verdadeiros heróis da luta contra a pandemia de covid-19.

Artigo originalmente publicado na Revista Questão de Ciência.

*Cesar Baima é jornalista e editor-assistente da Revista Questão de Ciência.

Giga Medical – Trazendo o melhor em equipamentos de proteção e hospitalares

Fonte www.uol.com.br

Empresa francesa cria máscaras contra a Covid-19 com fibras de cannabis – Revista Globo Rural

Blog Giga Medical

Máscara de cânhamo (Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

Uma empresa da França criou uma máscara de proteção contra a Covid-19 feita 100% de fibras naturais do cânhamo – planta de cannabis. Segundo a Géochanvre, o produto é biodegradável e tem vida útil superior a quatro horas.

O produto se apresenta como inovador por ser sustentável, apresentando-se como uma alternativa para as máscaras descartáveis ou feitas de plástico. O cânhamo usado na confecção é orgânico e não tem qualquer tipo de produto químico.

Outra vantagem, segundo a empresa, é que a máscara tem um formato de “bico de pato”, mantendo distância maior da boca e aumentando o conforto.

A Géochanvre também afirma que 1,4 milhão de unidades já foram vendidas no país. “É um produto natural e que volta direto para o solo”, ressalta Frédéric Roure, presidente e fundador da empresa.



Giga Medical – Trazendo o melhor em equipamentos de proteção e hospitalares

Fonte revistagloborural.globo.com

Máscaras, distanciamento e muitos infectados: como Covid-19 tem perdido força no Brasil – 30/10/2020

Blog Giga Medical

Por Pedro Fonseca

RIO DE JANEIRO (Reuters) – A imunidade da parcela da população infectada durante uma prolongada primeira etapa da epidemia, aliada à adesão a medidas de proteção como o uso de máscara e o distanciamento social, ajudaram a Brasil a reduzir a força do coronavírus, disseram especialistas, alertando, no entanto, que não se pode baixar a guarda sob risco de uma segunda onda como a que atinge atualmente a Europa.

Ao contrário dos países europeus, que conseguiram conter a primeira fase da pandemia de coronavírus em poucos meses após o impacto inicial, o Brasil passou um longo período estacionado em um chamado platô, com elevados números de casos e de óbitos pela Covid-19, antes de apresentar os primeiros sinais de queda.

A longa duração do primeiro momento da crise pode ser um dos fatores por trás da atual queda da epidemia, uma vez que muitas pessoas já se expuseram ao vírus, afirmaram à Reuters especialistas que acompanham de perto a pandemia no país.

Depois de passar diversas semanas seguidas registrando cerca de 40 mil casos novos e de 1 mil mortes a cada dia nos meses de junho, julho e agosto, o Brasil apresentou no mês passado o primeiro sinal de queda da epidemia, e a tendência tem se mantido desde então.

Após pico de 45 mil casos por dia em média no final de julho, com quase 1.100 mortes diárias, o país registrou 20 mil casos por dia em média na semana epidemiológica encerrada no último sábado, com 461 mortes por dia na média.

Mesmo com a redução, o Brasil ainda é o terceiro país do mundo com mais casos, com 5,4 milhões, atrás apenas de EUA e Índia, e o segundo em número de mortes, com mais de 158 mil.

Em uma população de 210 milhões, o número de casos confirmados seria insuficiente para se garantir a chamada imunidade de rebanho, mas é preciso considerar que há um número enorme de casos não registrados, o que leva a crer em um certo grau de imunidade coletiva pelo menos em alguns locais, de acordo com Wanderson Oliveira, ex-secretário nacional de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

“No caso da Covid tivemos uma primeira onda muito maior do que a gente realmente conhece, e um número de pessoas que pegou e não sabemos muito grande. Alguns estudos dizem que dá 10 a 12 vezes no número de casos e 1,5 vez no caso dos óbitos”, disse, acrescentando que “muitos lugares” podem ter atingido a imunidade de rebanho.

O infectologista Roberto Medronho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), concorda que a doença já teve forte impacto nos grupos de pessoas e locais com maior risco de adoecimento. “Vemos uma queda agora porque as pessoas de maior risco da doença adoeceram, algumas morreram, a reinfecção é muito rara, por isso há essa queda”, afirmou.

Além da possível imunidade, a população brasileira tem aderido com sucesso ao uso de máscara e ao distanciamento, além de parcela que ainda mantém o isolamento social, o que tem surtido efeito, acrescentaram os pesquisadores.

“Nessa segunda fase que estamos agora, já passamos a primeira que foi a fase mais trágica da pandemia, o número vem baixando em parte por conta da adoção pela população das medidas de prevenção, em parte por um certo grau de proteção que deve ter de imunidade de rebanho, pelo menos temporária, e em parte porque certos grupos conseguem manter o isolamento social”, disse Alexandre Naime Barbosa, chefe da Infectologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

A importância do isolamento social se dá uma vez que pelo menos um terço da população tem se mantido longe das ruas –a despeito da posição contrária do presidente Jair Bolsonaro–, de acordo com o Índice de Isolamento Social, uma ferramenta que utiliza dados de localização de aplicativos instalados em mais de 60 milhões de telefones celulares pelo país.

O número representa uma queda em relação ao patamar de 50% do final de março e do mês de abril, mas ainda assim tem ajudado a conter a disseminação do vírus, segundo os especialistas.

“Acredito que nós sustentamos um determinado grau de isolamento social. Tem uma parte da população que está em casa, que pode ficar em casa e que está em casa. Quem tinha que sair para a rua, saiu para a rua, pegou a doença, morreu ou se curou”, disse Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

Uma vez que a redução recente da epidemia tem dependido, principalmente, da ação das próprias pessoas, há o risco de uma retomada da pandemia, alertou Naime, da Unesp. Além disso, não se sabe por quanto tempo dura a imunidade adquirida por aqueles que já foram contaminados.

“Quanto tempo vai durar a imunidade de rebanho? E quanto tempo vai demorar para a população se cansar das medidas de prevenção? Tudo isso são cenas do próximo capítulo.”

(Reportagem adicional de Lisandra Paraguassu, em Brasília, e Eduardo Simões, em São Paulo)

Giga Medical – Trazendo o melhor em equipamentos de proteção e hospitalares

Fonte noticias.uol.com.br

Comerciantes desrespeitam decreto e são flagrados sem máscaras em camelôs de Campinas | Campinas e Região

Blog Giga Medical

Comerciantes foram flagrados, nesta sexta-feira (30), pela equipe da EPTV, afiliada da TV Globo, desrespeitando o uso obrigatório de máscara em camelódromos do Centro de Campinas (SP). A metrópole possuí desde agosto um decreto que prevê a aplicação de uma multa para quem descumprir a medida.

A reportagem verificou a situação em dois pontos comerciais no camelô do Terminal Central e em um comércio na Rua Álvares Machado. Em todos os casos, vendedores e clientes circulavam pelo local sem o objeto de proteção.

Em uma das situações, é possível ver que o vendedor até começa a espirrar enquanto atende a solicitação do cliente e mesmo assim ninguém se incomoda com a situação. Comerciante de produtos alimentícios também foram flagrados sem máscaras.

Vendedores de comércios alimentícios são flagrados sem utilizas máscaras no camelódromo de Campinas (SP) — Foto: Reprodução/EPTV

Questionada pela EPTV, a Guarda Municipal afirmou que mantém a fiscalização nos comércios e camelôs em geral e que, até o momento, 300 multas foram aplicadas em toda a cidade.

Giga Medical – Trazendo o melhor em equipamentos de proteção e hospitalares

Fonte g1.globo.com

5 máscaras hidratantes para revitalizar a região dos olhos

Blog Giga Medical

Com metade da face escondida por equipamentos de proteção facial, só nos resta evidenciar o olhar para seguirmos autoconfiantes em meio à pandemia.

A maneira mais eficiente de fazer isso não é apenas apostar em um bom corretivo, tampouco pôr as mãos naquela tão sonhada paleta de sombras. A área dos olhos merece, sobretudo, produtos focados no tratamento da região, como máscaras de hidratação específicas para os olhos.

Elas prometem suavizar olheiras, atenuar bolsas e prevenir o envelhecimento precoce, sendo muito mais assertivas no tratamento da área do que as masks destinadas à hidratação do rosto em geral.

Felizmente, com o boom da indústria de skincare, várias marcas de beleza já têm uma item do tipo para chamar de sua. Pensando em destacar as cinco melhores, o Metrópoles navegou pelo e-commerce da Amazon e elegeu as opções mais bem avaliadas do site. Confira e ótimas compras!

Máscara com ácido hialurônico, da Océane

O produto atenua olheiras e linhas de expressão, graças à sua composição rica em ácido hialurônico e pérola negra.

R$ 21,90EmpresaComprar

Máscara para olheiras com ouro, da Belliz

Enriquecida com ouro, a máscara promete reduzir olheiras, melhorar a hidratação da pele e prevenir os sinais da idade.

R$ 8,09EmpresaComprar

Máscara com colágeno, da Kiss New York

Batizada de Magic Gel, ela possui três camadas que maximizam a adesão do sérum à pele. Contém colágeno, ácido hialurônico e rosa mosqueta, hidratantes capazes de revitalizar profundamente a derme.

R$ 10,90EmpresaComprar

Máscara com suco de laranja e sensação de -4ºC, da Garnier

O produto alivia a sensação de cansaço dos olhos, suavizando olheiras e inchaços. Ainda possui efeito gelado, com sensação de -4ºC, para uma pele ainda mais renovada.

R$ 10,81EmpresaComprar

Máscara com pepino e aloe vera, da Ricca

Ideal para um detox. Tem extrato de pepino e aloe vera, trazendo sensação de máximo relaxamento e frescor.

R$ 9,90EmpresaComprar

Giga Medical – Trazendo o melhor em equipamentos de proteção e hospitalares

Fonte www.metropoles.com

De jeans a máscaras N95: cientistas testam melhores tecidos contra Covid-19 – Revista Galileu

Blog Giga Medical

Além da filtragem, também é importante saber se a máscara permite que a pessoa respire com facilidade (Foto: Vera Davidova / Unsplash)

Além da filtragem, também é importante saber se a máscara permite que a pessoa respire com facilidade (Foto: Vera Davidova / Unsplash)

Pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, testaram a eficácia de diferentes tecidos para determinar qual material é mais eficaz para confeccionar máscaras que protegem contra o Sars-CoV-2, o vírus que causa a Covid -19.

Para o estudo, os cientistas construíram um aparelho que consiste em seções de tubos, com uma amostra de tecido no meio. Além de máscaras cirúrgicas, mais comuns em ambientes de saúde, foram testados diferentes materiais, inclusive jeans, na filtragem de partículas entre 0,02 e 0,1 micrômetros — aproximadamente o tamanho da maioria dos vírus — em altas velocidades, comparáveis ​​à tosse ou respiração pesada. 

Os resultados, relatados na revista “BMJ Open”, mostram que a maioria dos tecidos usados ​​para máscaras faciais não clínicas são eficazes na filtragem de partículas ultrafinas. As caseiras, feitas com várias camadas de tecido, também se mostraram eficazes. As que utilizam uma interface, comum para enrijecer colarinhos de camisas, apresentaram uma melhora significativa no desempenho — mas mostraram ser mais difíceis de respirar do que as máscaras N95.

Os pesquisadores também estudaram o desempenho de diferentes tecidos úmidos e depois de serem lavados e secados por diversas vezes. Os resultados também se mostraram positivos e eles descobriram que o funcionamento do material continua eficaz. Porém, estudos anteriores mostraram que a lavagem repetida pode degradá-los. 

“As máscaras de tecido se tornaram uma nova necessidade desde o início da pandemia da Covid-19″, disse, em nota, a primeira autora Eugenia O’Kelly, do Departamento de Engenharia de Cambridge. “Nos estágios iniciais da pandemia, quando as N95 eram extremamente escassas, muitos costureiros e fabricantes começaram a fazer suas próprias máscaras de tecido, atendendo às demandas que não estavam sendo abastecidas e oferecendo uma opção mais acessível.”

Embora existam vários recursos online que ajudam as pessoas a fazer suas próprias máscaras, há poucas evidências científicas sobre quais são os materiais mais adequados. Os pesquisadores alertam que o estudo tem várias limitações, mas pode ser últil para costureiros e fabricantes escolherem qual tecido usar para fazer máscaras. “Nós mostramos que em uma situação de emergência onde as máscaras N95 não estão disponíveis, como nos primeiros dias da pandemia, as de tecido são eficazes na filtragem de partículas que podem conter vírus, mesmo em altas velocidades.”



Giga Medical – Trazendo o melhor em equipamentos de proteção e hospitalares

Fonte revistagalileu.globo.com