Deputado Jessé Lopes será investigado por Incentivar o desrespeito as medidas de combate à pandemia de covid-19

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Incentivar a população a desrespeitar as medidas de combate à pandemia de covid-19 previstas em decretos estaduais e municipais é um crime previsto no artigo 286 do código penal – no caso, incitação ao crime de “infringir medida sanitária que tenha como objetivo evitar a propagação de doença contagiosa” (art. 268 C.P.) – e, por isso, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) irá investigar a conduta do Deputado Estadual Jessé Lopes (PSL), que usou as suas redes sociais para estimular seus seguidores a saírem de casa sem máscaras neste feriado.

O procedimento investigatório criminal será instaurado pela Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos do MPSC nesta terça-feira (3-11). A investigação vai analisar as publicações do Deputado Jessé em sua conta no Twitter feitas no sábado (31/10). Na primeira publicação, por volta das 22h de sábado, o parlamentar publicou o seguinte texto: “Neste feriado SAIA de CASA!! Vá viajar, vá no parque ou na praia!! E se puder NÃO USE MÁSCARA!”.

Decretos estaduais que definem as medidas sanitárias contra a covid-19 proíbem frequentar as praias para tomar banho de sol ou para o lazer, sendo permitida apenas a prática esportiva individual, na orla marítima. Os decretos também tornam obrigatório o uso de máscaras na rua, em parques e em qualquer atividade ao ar livre.

As declarações do Deputado Estadual ocorrem justamente no momento em que Santa Catarina registra uma nova onda de aumento de casos de covid-19 e as redes hospitalares pública e privada voltam a apresentar a lotação dos leitos de enfermagem e de UTI em níveis superiores a 84%, em algumas regiões, sendo que muitas unidades já estão com a lotação esgotada.

Nas regiões litorâneas com maior incidência de movimento turístico, como Florianópolis e Balneário Camboriú, a Unimed já suspendeu os procedimentos cirúrgicos eletivos devido à lotação da rede hospitalar com pacientes de covid-19.

Esse quadro é resultado direto da superlotação das praias registrada no último feriadão, do dia de Nossa Senhora Aparecida (12/10), segundo as autoridades de saúde e especialistas da área. O agravamento da situação fez com que o MPSC recomendasse aos Prefeitos Municipais de Florianópolis e Balneário Camboriú a adoção de ações mais rigorosas de fiscalização durante o feriado de Finados. Em Imbituba, o Município de comprometeu com o MPSC a aumentar a fiscalização e a restringir o acesso ás praias por meio de um decreto que suspendeu alvarás e licenças para o comércio na orla e proibiu a permanência de pessoas na faixa de areia.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e as autoridades sanitárias do Estado e dos municípios, o uso de máscaras – não apenas em estabelecimentos comerciais e ambientes fechados, mas nas atividades desenvolvidas ao ar livre – já demostrou ser uma das medidas mais efetivas até o momento para evitar a propagação da covid-19, já que ainda não há tratamentos cientificamente comprovados contra a doença e a prevenção contra o contágio só pode ser efetuada por meio de ações que minimizem as possibilidades de contaminação pelo ar – as máscaras reduzem as chances de que uma pessoa seja infectada por meio da respiração –  e pelo contato direto com o vírus, como a higienização com o uso de do álcool 70%.



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Fonte schoje.news

Banhistas ignoram pandemia e não usam máscara no Broa – cotidiano

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Apesar da aglomeração, a Represa do Broa em Itirapina registrou baixo movimento no feriado de Finados, em comparação com o feriado anterior de 12 de outubro. 

Segundo o vendedor ambulante, Rafael da Silva, foi registrado o aumento da movimentação no último domingo. 

A maioria dos banhistas não estavam usando máscaras, assim como no feriado de Nossa Senhora Aparecida. Na data, a represa foi reaberta aos turistas depois de ficar sete meses fechada por causa da pandemia da Covid-19 e apresentou lotação. 

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Fonte www.acidadeon.com

Escultura floral de Jeff Koons ganha máscara no combate ao coronavírus – Casa e Jardim

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Porque as flores foram recém-trocadas e ainda estão se desenvolvendo, não é possível enxergar o desenho da máscara por completo (Foto: Erika Ede / Divulgação)

Porque as flores foram recém-trocadas e ainda estão se desenvolvendo, não é possível enxergar o desenho da máscara por completo (Foto: Erika Ede / Divulgação)

O icônico Puppy de Bilbao, na Espanha, agora está pronto para o “novo normal”. A grande escultura floral em formato de cachorro, do artista norte-americano Jeff Koons, recebeu uma máscara de flor como um gesto de empatia e forma de encorajar os cidadãos a se protegerem contra a pandemia da Covid-19.

Localizada na entrada do Museu Guggenheim de Bilbao, a obra aproveitou a mudança floral, que costuma ser feita no outono, para se transformar. Segundo o centro de arte contemporânea, nesse momento, o desenho da máscara poderá ser apenas intuído e imaginado, uma vez que as plantas demoram algumas semanas para florescer. Assim, poderá ser melhor apreciado em breve.

Em uma nota, Jeff Koons afirmou que “é uma honra que o Puppy possa comunicar a importância de usar uma máscara nestes tempos de pandemia”. Koons explicou que um cidadão de Bilbao lhe enviou uma carta perguntando se ele era poderia colocar uma máscara no Puppy, “o que me pareceu uma ideia fantástica. Adorei que o Museu concordou e agora, equipado com uma máscara de flores brancas e azuis, a obra pode expressar a importância de usar uma máscara para se proteger contra a propagação do coronavírus”, disse.

A máscara de flores brancas e azuis serve para conscientizar a população para os cuidados contra o coronavírus (Foto: Divulgação)

A máscara de flores brancas e azuis serve para conscientizar a população para os cuidados contra o coronavírus (Foto: Divulgação)

“Um dos atos mais importantes que podemos fazer um ao outro durante esta pandemia é compartilhar informações sobre como podemos proteger uns aos outros. Posso imaginar que o cachorro apreciou todo o amor demonstrado por ele e está tão feliz em comunicar segurança e bem-estar para os cidadãos de Bilbao e do mundo”, acrescentou.

Puppy está presente desde a inauguração do Museu Guggenheim de Bilbao, em 1997. Quanto a Koons, o artista fez carreira com suas esculturas gigantescas. Sua obra Baloon Dog foi vendida por US$ 58,4 milhões em 2013.



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Fonte revistacasaejardim.globo.com

Usar a piscina na pandemia é possível, mas exige cuidados – 31/10/2020

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Dias com temperaturas quentes, vontade de usar a piscina para relaxar ou se exercitar. Mas, em tempos de pandemia, quais os riscos? “Não existe contaminação pela água; é impossível”, acalma a infectologista Roberta Schiavon Nogueira. “O coronavírus não tem sobrevida na água. Além disso, o cloro mata todos os agentes bacterianos. O problema é a aglomeração”, diz.

Com a reabertura das áreas recreativas e o retorno das aulas aquáticas, academias, condomínios e clubes adaptaram seus ambientes. Dentre as mudanças adotadas, limitação de uma pessoa por raia e higienização constante das áreas públicas são as mais comuns.

O Clube Esperia, por exemplo, na zona norte de São Paulo, passou a usar um sistema de agendamento das aulas, restringindo o número de alunos, além de respeitar o espaçamento de dois metros durante as aulas de hidroginásticas e limite de dois participantes por raia nas de natação. “Nossas aulas contam com um intervalo de 15 minutos entre as sessões para higienização e troca de turmas, além de dois períodos diários entre os turnos para limpeza e manutenção do espaço”, diz o presidente Luiz Felippe Lombardo.

Para Maria Gabriela Valverde, professora de natação infantil do Clube Esperia que retomou suas aulas após cinco meses de contrato suspenso, o cuidado se faz necessário desde o momento em que saímos de casa. “É um período muito novo. Dá uma sensação de alívio e receio de voltar”, relata.

Justamente por atender os pequenos, Gabriela confessa que com a volta às aulas, seus ensinamentos foram além do nado crawl. “Acabamos entrando em partes comportamentais, sobre manter a distância, claro que sem assustá-los. A gente tenta, de uma forma lúdica, passar a importância de se cuidar”, conta ela, que agora dá aulas com face shield, mesmo dentro d’água.

O uso livre das piscinas difere em cada caso. No Pinheiros, frequentado pela fotógrafa e diretora de arte Manuela Lourenço, não há agendamento porque, segundo a diretoria, ainda não houve necessidade. “Eu chego na piscina, deixo as minhas coisas em uma espreguiçadeira, nado, fico ali até me secar e coloco a máscara”, relata.

A cautela com a máscara nos locais de piscina deve ser ainda maior. De acordo com a infectologista Roberta, o ideal é levar uma máscara nova dentro de um saco que impeça a umidade para ser usada após o nado. “Quanto mais úmido o ambiente, menor a durabilidade da máscara”, diz.

Existe também uma preocupação com o toque nos objetos, bordas e corrimão da piscina. Porém, segundo Roberta, não é preciso se alarmar. “O risco é pequeno. Tem água sendo espirrada o tempo todo”, tranquiliza. Assim, ao entrar na piscina, caso tenha encostado na superfície, deixe sua mão na água clorada por alguns minutos para garantir a segurança durante o tempo na piscina. Depois de tocar no corrimão ao sair, higienize a mão com álcool em gel ou água e sabão.

Na ACM São Paulo, as aulas de natação e hidroginástica voltaram ao normal em suas 11 unidades. Com a necessidade de agendamento prévio, 30% dos alunos inscritos nas atividades aquáticas retornaram às piscinas, inclusive a turma acima dos 60 anos. Nas raias, é permitido de 3 a 5 alunos e os professores e salva-vidas usam máscara e o protetor de acrílico, o face shield. Uma vez por período, os espaços são fechados para limpeza. Já o Sesc São Paulo permanece com suas piscinas fechadas, apesar da retomada gradual de outras atividades esportivas em algumas unidades. De acordo com a assessoria de imprensa da instituição, a equipe está em fase de avaliação.

Academias

Nas academias, a rotina também foi alterada desde julho, quando a prefeitura autorizou a reabertura das unidades, seguindo protocolos.

Além disso, cada uma buscou formas de demonstrar aos alunos que a volta com segurança é algo possível. Na rede Competition, que tem quatro unidades na cidade, a volta das atividades aquáticas foi escalonada, de acordo com as idades – a turma acima dos 60 anos, por enquanto, ainda não retornou. As aulas são agendadas via aplicativo e cada raia recebe dois alunos por aula. O uso da piscina aos domingos, que antes era livre, foi suspenso.

Em um primeiro momento, 30% dos alunos retornaram. Agora, esse número aumentou para 55%. “A principal dúvida foi com o uso da máscara na piscina ou somente nos vestiários. A nossa recomendação é que eles venham com máscara até o ambiente da piscina e, no local onde colocam sua toalha, também guardem sua máscara”, diz a diretora operacional da Competition, Flavia Brunoro.

Na Aquasport, que possui duas unidades na capital, as adaptações começaram antes mesmo do aval da prefeitura para a reabertura, como a instalação de lavatórios nas salas e reforço no sistema de troca do ar condicionado. Até o momento, 60% dos alunos retornaram. “Estava com a academia adaptada desde maio. Quando anunciaram que podíamos reabrir, não precisei esperar”, diz Eduardo Leme, gerente geral.

Na natação infantil, além da redução da turma, cada aluno agora fica em cima de sua plataforma e apenas um adulto pode acompanhar a criança. As aulas perderam 5 minutos, passaram a ter 40, para que as turmas evitem se encontrar entre a entrada e a saída. Para os adultos, a academia, que já tem raias mais largas do que o normal, com 2 metros, até 4 alunos rodavam na mesma aula. Agora, apenas dois nadam alternadamente e não podem parar na mesma borda. Dentro da área de piscinas, há dois tambores com cloro para que cada um higienize o material que irá usar, como as pranchas. No tratamento da água, o cloro ganhou um reforço de 0.5% além do mínimo exigido pela Vigilância Sanitária.

Nova rotina

Apesar de todas as adaptações, há quem ainda não se sinta seguro para voltar a treinar em ambientes fechados ou com aulas coletivas. É o caso do instrutor de pilates e triatleta amador Luiz Fernando Sassoli, de 37 anos. Antes da pandemia, ele havia conseguido uma vaga para usar duas vezes por semana a piscina olímpica do Complexo Esportivo do Pacaembu, administrado pela Prefeitura de São Paulo. A piscina, que fica fechada durante o inverno, era para ter sido reaberta em setembro, com a chegada da primavera. Mas, segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura, a reabertura não tem data para acontecer.

A solução que Sassoli – que é portador de uma doença autoimune e, por isso, tem a imunidade baixa – encontrou foi treinar na piscina aberta do prédio em que mora, na Vila Sônia, na zona sul da capital. Ele decidiu não recorrer à academias: “Piscinas particulares são todas fechadas. Não há circulação de ar no ambiente. E tem que dividir a raia com outro aluno. Como vou saber se ele tem ou não covid?”.

Sassoli procura treinar logo cedo, de acordo com as instruções de seu treinador. Mas há inconvenientes, como dias de chuva ou quando há muita gente usando a área de lazer. “Eu interfono para o porteiro e pergunto se está vazia.” Ele só pretende treinar em uma piscina coletiva quando houver vacina disponível.

A precaução se justifica

A infectologista Roberta alerta que é preciso ter cautela e observar se no local escolhido não há aglomeração. Afinal, a doença ainda é uma ameaça real. “Não é a hora de a gente banalizar. É preciso respeitar as restrições.”

Fique atento

Isolamento

Apesar de não haver contaminação pela água, fique atento ao entorno da piscina. Mantenha distância e use máscara.

Proteção

O ideal é levar uma máscara nova dentro de um saco que impeça a umidade, para ser usada após o nado. A antiga pode perder sua capacidade de proteção pela umidade do local.

Pessoal

Não compartilhe toalhas,

Óculos de sol ou qualquer outro objeto que possa ser facilmente contaminado.

Contato

Certifique-se de que seus professores usem máscara face shield para se aproximar de você. Isso garante que a saliva não atinja seu rosto.

Organização

Procure frequentar a piscina de sua preferência fora do horário de pico.

Segurança

Em caso de dúvida sobre o momento certo de voltar à atividade aquática, consulte seu médico.

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Fonte www.uol.com.br

Bahia tem 352 mil novos casos e 7,6 mil óbitos durante a pandemia

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Foto: Creative Commons
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A Bahia registrou, nas últimas 24 horas, 1.423 novos infectados pelo novo coronavírus e 1.614 pacientes foram recuperados. O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do estado (Sesab) confirmou que 29 óbitos foram causados pelo novo coronavírus.

No geral, a Bahia soma 352.700 casos confirmados e 7.600 vítimas fatais – a taxa de letalidade é de 2,15%. Do total de pacientes, 337.785 estão recuperados e 7.315 encontram-se ativos. Um total de 28.927 profissionais da saúde testaram positivo para Covid-19.

Daqueles doentes que permanecem com a Covid-19, 6.386 seguem com acompanhamento e tratamento domiciliar. Em 929 situações há internamento hospitalar – 491 em terapia intensiva.

A taxa de ocupação hospitalar nesta sexta-feira (30) está em 46% -, com preocupação maior em enfermaria pediátrica, que tem 37 dos 46 leitos disponíveis ocupados (76%). Em Salvador, a taxa de ocupação é de 52%. Na capital, a enfermaria pediátrica preenche 35 das 37 vagas (94,5%).



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Fonte bahia.ba

Empresa francesa cria máscaras contra a Covid-19 com fibras de cannabis – Revista Globo Rural

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Máscara de cânhamo (Foto: Divulgação)

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Uma empresa da França criou uma máscara de proteção contra a Covid-19 feita 100% de fibras naturais do cânhamo – planta de cannabis. Segundo a Géochanvre, o produto é biodegradável e tem vida útil superior a quatro horas.

O produto se apresenta como inovador por ser sustentável, apresentando-se como uma alternativa para as máscaras descartáveis ou feitas de plástico. O cânhamo usado na confecção é orgânico e não tem qualquer tipo de produto químico.

Outra vantagem, segundo a empresa, é que a máscara tem um formato de “bico de pato”, mantendo distância maior da boca e aumentando o conforto.

A Géochanvre também afirma que 1,4 milhão de unidades já foram vendidas no país. “É um produto natural e que volta direto para o solo”, ressalta Frédéric Roure, presidente e fundador da empresa.



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Fonte revistagloborural.globo.com

Tocantins registra 331 novos casos da Covid-19

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Covid-19


30 Oct 2020


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Tocantins registra 331 novos casos da Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que nesta sexta-feira, 30 de outubro, foram contabilizados 331 novos casos confirmados para Covid-19. Deste total, 128 foram registrados nas últimas 24 horas e o restante por exames coletados em dias anteriores e que tiveram seus resultados liberados na data de ontem.

Desta forma, hoje o Tocantins registra um total de 234.022 pessoas notificadas com a Covid-19 e acumula 75.425 casos confirmados da doença. Destes 63.347 pacientes estão recuperados e 10.981 estão ainda ativos (em isolamento domiciliar ou hospitalar), além de 1.097 óbitos.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) esclarece que o banco de dados do Estado é dinâmico, em virtude do fechamento das investigações epidemiológicas, que alteram principalmente locais de residência dos casos positivos, trazendo modificações diárias no acumulado dos municípios e no total geral do Estado.

Os dados consolidados neste boletim são referentes às notificações recebidas no último dia, que podem abordar resultados diagnosticados em dias anteriores e notificados posteriormente ao Cievs Estadual. Para manter a credibilidade dos dados contabilizados, os gráficos apresentam a distribuição de novos casos de acordo com a data do diagnóstico e não sua notificação, por parte dos municípios. Em cada edição, o boletim apresenta a distribuição dos novos casos também por este critério.

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Fonte www.ogirassol.com.br

Evander Holyfield tem apenas uma orelha para segurar uma máscara? – Hora 7

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Se você nunca ouviu falar no nome de Evander Holyfield, esse é o momento de conhecê-lo! Ele é um ex-pugilista norte-americano, e simplesmente pentacampeão mundial dos pesos-pesados! Contudo, não foram seus títulos, que o tornaram uma das figuras mais conhecidas do mundo, e sim uma fatídica luta contra Mike Tyson! Em novembro de 1996, Holyfield […]
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