Eventos políticos no interior de Goiás registram aglomerações, pessoas sem máscaras e bombas de gás para dispersar grupos | Eleições 2020 em Goiás

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Diversas cidades do interior do estado têm registrado aglomerações em virtude de comícios e carreatas políticas, em meio à pandemia de Covid-19. Em Itaberaí, a cerca de 90 km de Goiânia, a Polícia Militar chegou a usar bombas de gás lacrimogênio para dispersar um grupo de pessoas que se concentrava na Praça Bauduíno da Silva Costa, a principal da cidade, após carreata de uma candidata à prefeitura.

Um vídeo mostra uma multidão aglomerada na praça. A maioria das pessoas aparece sem máscara. Uma pessoa que gravou as imagens e não quis se identificar criticou: “Ninguém com máscara no meio da pandemia”.

Na gravação, é possível ver que, depois que a PM solta as bombas de gás, muitas pessoas saem correndo e a aglomeração é dispersada.

Ao G1, a assessoria da Prefeitura de Itaberaí informou que a gestão não entra em questões da Polícia Militar e que a decisão de usar ou não bombas de efeito moral são do major, que obedece aos decretos estadual e municipal para evitar a disseminação do coronavírus. Ainda segundo a assessoria, o fato ocorreu há cerca de duas semanas.

Apoiadores saíram correndo após PM soltar bombas de gás lacrimogênio, em Itaberaí, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Em nota à TV Anhanguera, a assessoria de Gilmar disse que na época do evento não havia regulamentação na cidade e que os participantes foram orientados a usar máscaras e manter o distanciamento.

Também em Quirinópolis, um evento do candidato a prefeito Anderson de Paula (PDT) reuniu várias pessoas em uma das avenidas da cidade. Um vídeo mostra aglomeração e alguns apoiadores sem máscaras. A assessoria do candidato disse que todos os cuidados foram tomados e que vai continuar adotando os protocolos de prevenção contra a Covid-19.

Evento de candidato a prefeitura de Quirinópolis registrou aglomeração e pessoas sem máscaras, em Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

No evento do candidato a prefeito de Goianésia Pedro Gonçalves (MDB), os apoiadores não usavam máscaras e ficaram aglomerados em um espaço fechado. A reportagem não obteve retorno da assessoria do candidato.

Evento do candidato Pedro Gonçalves (MDB) reuniu diversos apoiadores em espaço fechado, em Goianésia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Em nota, a assessoria de Sorgatto disse que foi realizada uma reunião na qual foi respeitada o distanciamento social e que contou com uso de álcool gel e aferidor de temperatura. A assessoria do governador, por sua vez, informou que não iria se pronunciar sobre o assunto, pois Caiado era “apenas convidado do evento”.

Veja outras notícias da região no G1 Goiás.

ELEIÇÕES 2020 EM GOIÁS

VÍDEOS: coronavírus em Goiás

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Fonte g1.globo.com

201 pessoas permanecem internadas na rede hospitalar com sintomas da doença

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Diminuiu, nas últimas 24 horas, o número de pessoas com sintomas da covid-19 internadas na rede hospitalar de Santos. Na sexta-feira, 30, eram 207 pacientes e, neste sábado, 31, são 201 (- 2,9%). Destes, 123 residem em Santos (61,2%) e 78 em outras cidades (38,8%).

 

Do total de internados, 79 estão nos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), voltados aos casos mais graves, sendo 47 moradores de Santos (59,5%) e 32 de outras cidades (40,5%). A taxa de ocupação hospitalar dos 622 leitos covid-19 disponíveis é de 32%. Nos 258 leitos de UTI covid-19 disponíveis, a taxa de ocupação é de 31%. Na rede privada, a taxa é de 38% e, no SUS, de 25%.

 

NOVOS CASOS


Mais três casos de covid-19 entre munícipes foram notificados à Seção de Vigilância Epidemiológica (Seviep), passando o número acumulado de casos para 22.722. Desde total, 18.037 pessoas já se recuperaram da doença. Houve a confirmação de morte por decorrência da doença, a de um homem, de 81 anos, ocorrida durante internação no último dia 27. Agora, Santos registra 682 óbitos pela covid-19.

 

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VEJA OS DADOS RELATIVOS A MORADORES DE SANTOS

Casos confirmados: 22.722


Suspeitos: 325


Internações: 123 (47 em UTIs)


Recuperados: 18.037 (1.200 hospitalares)


Óbitos (confirmados): 682 (16 em investigação)


Testes rápidos: 76.813


Testes PCR: 37.481

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Fonte costanorte.com.br

Ecclestone questiona pessoas que não usam máscara facial – F1

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Bernie Ecclestone não entende por que ainda existem pessoas que não levam o coronavírus a sério. O ex-proprietário da Fórmula 1 está recolhido em sua casa na Suíça.

Ecclestone, dono da Fórmula 1 por muitos anos, até que foi adquirida pela Liberty Media em 2017, fez 90 anos esta semana.

O coronavírus e todas as suas consequências têm um impacto negativo em sua vida, ele admitiu ao Formel1.de. Ele se retirou para a Suíça com sua esposa Fabiana e o filho Ace. “Não entendo por que ainda há pessoas que não usam máscara facial. Esse maldito vírus é perigoso. É por isso que estou feliz por poder ir para a Suíça com minha família, aquele país oferece muita segurança.”

Sobre a própria saúde acrescentou: “Às vezes dói nas costas, aí vem o fisioterapeuta. Fabiana fica responsável pelas outras coisas. Na minha idade você não pode mais fazer bobagens. Só pode pagar imposto e morrer”, acrescentou.

 

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Fonte www.f1mania.net

194 pessoas foram multadas no Ceará por recusar o uso de máscara, diz secretaria | Ceará

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A resistência ao uso obrigatório de máscara no Ceará, como protocolo de segurança sanitária durante a pandemia do novo coronavírus, já rendeu 194 multas entre os dias 20 de agosto e o último sábado (24), segundo a Secretaria de Saúde do Estado.

Os números divulgados demonstram um aumento de 31,9% no número de multados em relação ao balanço anterior, que informava os números de autuados pelo não uso de máscara até o dia 7 de setembro (147).

A Secretaria da Saúde destaca que o “Governo do Ceará segue o trabalho de orientar a população sobre a importância do uso de máscaras de proteção nesse período de pandemia”, e que as 194 pessoas autuadas se recusaram a “a usar a máscara da maneira correta e acabaram sendo multadas, de acordo com o que estabelece a legislação vigente”, pontua em nota.

Lei estabelece multa para quem usar máscaras em cidades cearenses — Foto: Natinho Rodrigues/Sistema Verdes Mares

A Secretaria da Saúde afirma que já realizou 5.477 fiscalizações desde março, quando foi publicado o decreto estadual com as medidas para conter a disseminação da Covid-19. Além disso, 15 estabelecimentos já foram autuados por “deixarem pessoas entrarem sem máscara no ambiente”, informa a pasta.

Já a Policia Militar efetuou 132.633 abordagens, entre 20 de agosto e 24 de outubro.

De acordo com o Governo do Estado, equipes de fiscalização trabalham a conscientização quanto ao período de pandemia e a importância de seguir o protocolos de segurança sanitárias, como o uso de máscaras e álcool em gel.

A Polícia Militar, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Vigilância Sanitária, da Sesa, Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) e Guarda Municipal, são alguns órgãos que participam das ações de fiscalização e conscientização.

Além disso, o projeto determina que o agente, ao abordar e constatar a irregularidade, primeiro oriente quanto ao uso da proteção facial e apenas em caso de desobediência a orientação a multa de R$ 100 para pessoas físicas, podendo chegar a R$ 300 em caso de reincidência, seja aplicada.

Existem algumas exceções onde as pessoas não podem ser multadas, como pela retirada provisória da máscara para consumir alguma alimentação, em locais como restaurantes ou estabelecimentos similares, e motoristas que estiverem sozinhos no interior de seus carros.

Assista às principais notícias do Ceará resumidas em um minuto:

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Fonte g1.globo.com

Enfermeiro agredido no metro por chamar a atenção de pessoas sem máscara

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Um enfermeiro foi agredido no metro de Londres depois de chamar a atenção de três passageiros que não usavam máscara.

O profissional do Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS) foi agredido momentos antes de ser atirado para fora da carruagem do metro.

Segundo o The Independent, o homem sofreu lesões num olho e no queixo.

A agressão aconteceu no sábado mas só agora a foi tornada pública, e numa altura em que a polícia conseguiu a imagem de uma das pessoas que terá estado envolvida na agressão.

O homem que pode ver na fotografia acima está a ser procurado pelas autoridades.

Dados oficiais do Reino Unido dão conta de que já foram multadas cerca de 500 pessoas no país por não usarem máscara em espaços públicos.

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Fonte www.noticiasaominuto.com

Mais que denunciar o governo: cuidar das pessoas com sintomas de Covid-19 – 27/10/2020

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Termômetro, antitérmico, cartilha de cuidados domésticos, chamadas por vídeo ou voz de uma a três vezes por dia — a depender da complexidade do caso —, oxímetro, atendimento médico e psicológico quando necessário. Trezentos e quarenta e sete pessoas com sintomas de Covid-19, de cinco territórios vulneráveis de São Paulo e região metropolitana, foram acompanhadas pelo projeto Agentes Populares de Saúde, da UNEafro Brasil e do Instituto de Referência Negra Peregum, entre abril e setembro de 2020. Uma entrou para a estatística de 157.397 mortes notificadas por Covid-19 no Brasil até 25 de outubro.

Jorge Luiz Neves Pereira, negro, metalúrgico aposentado, aos 67 anos de idade começou a sentir cansaço, tosse seca, febre baixa e uma paralisia na perna. Sua filha Fabíola Carvalho é uma das coordenadoras da UNEafro e acionou a agente popular de saúde de São Bernardo do Campo, onde ele vivia. Por Jorge ter sérios problemas cardíacos, renais, e fazer hemodiálise havia dez anos, Fabíola foi orientada a levar o pai para o hospital. Inicialmente, foi descartada a infecção por coronavírus e Jorge ficou na ala verde, separada para pessoas sem suspeita ou confirmação de Covid-19. Cinco dias depois da internação, foi diagnosticada uma infecção pulmonar. Quatro dias depois, ao tentar visitar o pai, Fabíola foi informada de que ele havia sido transferido para outro hospital às pressas por provável infecção por coronavírus. A família não conseguia se comunicar com Jorge, nem recebia informações precisas do hospital. Treze dias depois da internação, Jorge foi entubado por complicações de Covid-19. Com quedas de pressão, não estava mais conseguindo fazer hemodiálise. Morreu dezenove dias depois de chegar ao hospital, no dia 3 de agosto.

“Foi negligência em cima de negligência. Ele estava na fila do transplante de rim fazia 5 anos quando descobrimos que não estava realmente na fila. Fez 10 anos de hemodiálise. Mas, mesmo com tudo isso, sinto que se ele tivesse sido tratado como paciente com Covid desde o início, poderia ter sido diferente”, diz Fabíola. O caso evidencia as falhas de comunicação e a falta de transparência nos diagnósticos e nas condutas das equipes médicas com familiares responsáveis, frequentemente relatadas por pessoas negras, e agravadas durante a pandemia.

A violência institucional de um idoso ser internado sem acompanhante e sem poder falar com a família é uma realidade nos hospitais públicos que dificulta perceber situações de descaso e negligência, além de aumentar o sofrimento emocional. “Ainda que nada ou muito pouco possa ser feito sobre o quadro clínico de alguém, o cuidado e o amparo deveriam ser premissas inegociáveis de qualquer serviço de saúde”, afirma Bruna Silveira, médica coordenadora do projeto. “As pessoas não deveriam temer os descasos, as negligências, as inadequações na comunicação e se sentir responsabilizadas por não conseguirem prever questões graves como essas em momentos de tanta vulnerabilidade. A dor pode ser inevitável, mas o sofrimento, nós temos o dever de aliviar”.

Em luto pela morte de Jorge Luiz Neves Pereira, agentes populares de saúde, sanitarista, médicas, psicólogas e educadoras da UNEafro fizeram uma primeira avaliação dos resultados do projeto. “Quando analisamos nossos dados em relação aos DATASUS, temos indicativos de que o projeto tem sido muito eficiente em suas ações de assistência”, registra a versão preliminar de um relatório que será divulgado nas próximas semanas.

Do total de pessoas atendidas, 90% são da classe E; 49,72% são negras (26,86% pretas e 22,86% pardas), 0,29% indígenas, 31,14% brancas e 18,86% não declarou sua raça/cor de pele. “A taxa elevada de incidência do projeto pode ser explicada pelo trabalho das agentes populares de saúde na busca ativa de casos sintomáticos — modelo que se assemelha aos dos países que mais testam pessoas com sintomas”, continua o relatório. “Trata-se, portanto, de uma população de maior vulnerabilidade social e racial que, no cenário nacional costuma apresentar as maiores taxas de internação, agravo, mortalidade e letalidade, mas que, no projeto, apresenta taxas bem mais baixas. Os dados demonstram a eficiência da assistência personalizada e individualizada que promovemos nos territórios”.

Nos casos de agravamento, quando a pessoa precisa ir ao hospital, o tempo médio de internação das pessoas acompanhadas pelo projeto também é mais baixo que a média nacional. Enquanto no DATASUS a taxa de internação entre abril e setembro variou entre 10% a 12%, com um pico de 30% no mês de julho, e o tempo médio de internação por Covid-19 é de 21 dias, a taxa de internação das pessoas acompanhadas pelo projeto é de 9,83% e o tempo médio de internação de 10,01 dias. “A minha hipótese é que com o acompanhamento das agentes populares de saúde, a equipe médica, o uso dos oxímetros, há menos necessidade de internação de urgência. E com menos tempo de hospital, as chances de outras infecções causadas pela internação diminuem. Infelizmente, icção hospitalar é uma realidade do Brasil”, explica o sanitarista do projeto José Murakami.

O trabalho está cuidadosamente apresentado em cinco episódios de uma websérie e dos textos publicados no blog do projeto. Todo o material para a formação de agentes populares de saúde está disponível em vídeo e em três cartilhas ilustradas e escritas em linguagem popular no site do projeto, com o objetivo de apoiar coletivos, organizações e movimentos que queriam replicá-lo ou adaptá-lo em suas comunidades.

O dado assombroso de 157 mil mortes por Covid-19 no Brasil é ainda maior se for considerada a subnotificação. Há especialistas que calculam serem mais de 200 mil as pessoas mortas. O governo brasileiro tem responsabilidade direta por este número de mortes. Já no mês de março, a #BolsonaroGenocida estava nos trending topics do Twitter. Em abril, relatores da ONU denunciaram o governo Bolsonaro por promover ações irresponsáveis, que colocam vidas em riscos. Em agosto, a Coalizão Negra por Direitos protocolou um pedido de impeachment recheado de dados e evidências que mostram a negligência do presidente com a pandemia.

É muito importante que, além de denúncias, movimentos sociais e organizações do terceiro setor estejam promovendo ações de solidariedade à população mais vulnerável. O Instituto Marielle Franco e a Universidade Federal do ABC produziram mapas das práticas colaborativas de enfrentamento ao Covid-19. A maior parte delas, de arrecadação e distribuição de cesta básica, material de limpeza e higiene. Mas há também os agentes populares de saúde, compartilhando informação, prevenção e cuidado nas periferias brasileiras. A campanha Mãos Solidárias, de movimentos de Pernambuco, tem promovido a ação O Povo Cuidando do Povo, formando agentes populares de saúde dentre moradores da periferia de Recife em um primeiro momento, e agora em diferentes regiões de todo o país, para distribuírem informação sobre cuidados básicos de saúde, combate à Covid e saúde popular.

O Agentes Populares de Saúde da UNEafro, em parceria com rádios comunitárias, distribui informação em emissoras como Rádio Cantareira, Rádio Paraisópolis, Rádio Heliópolis e Rádio Comunitária Itaquera. Os mesmos áudios são divulgados nas ruas, em 14 carros de som que circulam por 21 territórios em São Paulo, Guarulhos, Mogi das Cruzes e São Bernardo do Campo. Nas próximas semanas, os carros serão substituídos por bicicletas de som. No Instagram, no Facebook e no Twitter, são divulgadas postagens com dicas de cuidados domésticos e naturais com quem tem sintomas de Covid.



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Fonte www.uol.com.br

Mais de 8 mil pessoas foram notificadas por não usar máscara no Rio

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Do Globo:

Foto: Ricardo Moraes – 17.mar.2020/ Reuters
17/03/2020
REUTERS/Ricardo Moraes

As ruas do Rio têm ficado cada vez mais cheias, mesmo que a pandemia do novo coronavírus não tenha acabado. As aglomerações e os pedestres sem máscara, na mesma toada, se tornam menos incomuns.

Um indicador disso pode ser observado num levantamento que a prefeitura do Rio divulgou neste domingo, que mostra que, entre os dias 5 de junho – início das notificações – e o último dia 22 de outubro, foram registradas 8.238 infrações pela não utilização de máscara, seja em vias públicas ou em estabelecimentos comerciais.

O número corresponde a 82,71% do total de 9.959 infrações anotadas durante este período pelos agentes.

De acordo com a Guarda Municipal, 7.769 infrações pelo não uso de máscara aconteceram nas ruas da cidade, e 469 dentro de estabelecimentos. São 606 advertências por aglomerações. Confira os números, segundo a GM:

(…)













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Fonte www.diariodocentrodomundo.com.br

Capotamento na PR-180 deixa cinco pessoas feridas

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Várias equipes do Siate foram mobilizadas até o prolongamento da avenida Piquiri, na PR-180 para atender vítimas de um capotamento.

A informação é que havia seis pessoas no veículo Corsa, sendo três crianças, quando o motorista perdeu o controle da direção após um pneu estourar e o carro acabou capotando. O trecho não tem asfalto e o veículo ficou bastante danificado.

Além de duas ambulâncias, médico e oficial de área prestam apoio às vítimas. O tenente Langner falou sobre o caso.

Segundo informações, o caso mais grave é de uma mulher de 40 anos que tinha dores no pescoço. As crianças, com idades aproximadas de 7, 3 e 2 anos tiveram escoriações ou cortes, mas a princípio sem maior gravidade. Uma outra mulher também foi levada para atendimento hospitalar. Já o motorista não precisou de encaminhamento.


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Fonte cgn.inf.br

Festa no Oziel aglomera pessoas sem máscara até de manhã – cotidiano

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Festa na rua no Oziel (Foto: Divulgação)

Uma festa que começou na noite de sábado (24) e foi até a manhã deste domingo (25) no bairro Parque Oziel, em Campinas, aglomerou dezenas de pessoas sem máscara de proteção contra o novo coronavírus. Imagens recebidas pela EPTV Campinas mostram o evento, chamado de “fluxo” (veja abaixo).

Segundo um morador que fez a denúncia e pediu para não ser identificado, o evento reuniu jovens ouvindo música alta e também motociclistas sem capacete empinando motos.

A GM (Guarda Municipal), que costuma fazer a fiscalização desse tipo de festa para evitá-las, informou que não foi acionada para ir até o local. A Guarda disse que, em casos como este, a orientação para a população é ligar para o 156 para fazer a denúncia.  

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Fonte www.acidadeon.com

Prefeitura de Santos registra queda no número de pessoas internadas por covid-19

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Diminuiu, nas últimas 24 horas, o número de pessoas com sintomas da covid-19 internadas na rede hospitalar de Santos. Na sexta-feira, 23, eram 192 pacientes e, neste sábado, 24, são 182 (- 5%). Destes, 104 são de Santos (57,1%) e 78 de outras cidades (42,9%).

 

Do total de internados, 84 estão em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), destinados aos casos mais graves, 45 deles moradores de Santos (53,6%) e 39 de outras cidades (46,4%).

 

OCUPAÇÃO

A taxa de ocupação geral dos 607 leitos covid-19 disponíveis está em 30%. Entre os 250 leitos de UTI, a taxa de ocupação é de 34%. Na rede privada, a taxa é de 44% e, no SUS, de 25%.

 

NOVOS CASOS

A Seção de Vigilância Epidemiológica (Seviep) recebeu 77 notificações de covid-19 entre munícipes de Santos, passando o número acumulado de casos de 21.965 para 22.042. Deste total, 17.893 pessoas já se recuperaram da doença, 1.186 delas após internação hospitalar. Não houve notificações de óbitos.

 

Até o momento, Santos registrou 674 mortes por decorrência da doença.

 

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VEJA OS NÚMEROS RELATIVOS A MORADORES DE SANTOS

Casos confirmados: 22.042


Suspeitos: 318


Internações: 104 (45 em UTIs)


Recuperados: 17.893 (1.186 hospitalares)


Óbitos (confirmados): 674 (16 em investigação)


Testes rápidos: 76.681


Testes PCR: 37.263

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Fonte costanorte.com.br