Ministro da Saúde segue internado devido à Covid-19; ele pode ter alta neste domingo

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(crédito: JOSE DIAS)

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, foi internado na noite desta sexta-feira (30/10), no hospital DFStar, em Brasília, com covid-19. O ministro passará a noite na unidade hospitalar devido a uma desidratação.

Segundo a assessoria do Ministério da Saúde, o ministro foi internado para fazer exames de acompanhamento e ser hidratado.

Pazuello foi diagnosticado com covid-19 na quarta-feira (21/10) e estava cumprindo isolamento no hotel de trânsito dos oficiais, no Setor Militar Urbano, em Brasília.

Pazuello é o 12º ministro de Bolsonaro a ser infectado pelo novo coronavírus.

Veja nota do Ministério da Saúde 

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, compareceu ao hospital DF Star, em Brasília, na noite desta sexta-feira (30) para se submeter a exames de acompanhamento do tratamento da Covid-19. O procedimento faz parte da conduta indicada pela equipe médica do ministro.

Pazuello permanece na unidade de saúde para hidratação e acompanhamento médico e deve ser liberado em breve.

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Fonte www.michelteixeira.com.br

A máscara de proteção pode danificar os lábios? Quais cuidados devemos ter?

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Definitivamente é hora de investir no que vem sendo chamado de Lipcare – cuidado com a pele dos lábios. Eles podem ficar escondidos por mais tempo do que visíveis, mas precisam, agora, mais do que nunca, de uma boa dose de hidratação, pois também sofrem o efeito da máscara

A máscara de proteção pode danificar os lábios? Quais cuidados devemos ter?

Maskne, Mask Mouth… realmente, a máscara de proteção para evitar o contágio por Covid-19 tem alguns efeitos negativos na pele (ressecamento) e na boca (mau hálito e cárie), mas a semimucosa dos lábios (uma transição da mucosa oral para a pele ao redor da boca) também pode ser afetada pelo uso constante da máscara. “O motivo é simples: os lábios são uma das partes mais sensíveis do corpo, contando com apenas de três a cinco camadas de células em comparação com a pele do rosto, que pode chegar a 16 camadas. Consequentemente, sua pele, mais delicada, também sofre o efeito do microclima criado pela máscara. Os lábios secam e até racham com mais frequência. Nessas circunstâncias, é necessário, mais do que nunca, o uso de cuidados hidratantes, nutritivos e suavizantes para protegê-los do ressecamento e irritação causados pelas máscaras”, explica a dermatologista Dra. Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O problema tem aparecido com frequência também em mulheres, já que muitas abandonaram o uso dos batons (que formam um filme hidratante), por conta das máscaras.

Porém, é claro que a máscara (cujo uso é indiscutível e necessário) não é a única culpada: existem outros fatores que afetam a saúde e a beleza dos lábios. Morder ou lamber os lábios com frequência é um dos principais hábitos que danificam a região, no momento. “Lamber ou morder os lábios pode gerar sensação de queimação, infecções, dor, inchaço, ressecamento e sangramento”, afirma a médica. O sol, obviamente, também é um desses agressores. “Ele agride a pele, então é claro que danifica também os lábios, que são bem mais finos. Por isso é importante usar protetor solar labial com FPS 30, no mínimo. O ideal é usar durante todo o ano, mas principalmente sempre que estivermos expostos ao sol”, afirma a médica. E cuidado: não confie na máscara, pois ela não vai proteger da radiação ultravioleta.

O que você provavelmente não sabia é que outra causa que age contra a beleza dos lábios é o consumo de cafeína. “Beber muito café pode desidratar e quando as células perdem a hidratação ficam mais suscetíveis ao aparecimento de rugas, também nos lábios. Portanto, devemos tentar evitar o excesso de cafeína”, diz a médica.

O cigarro, então, nem precisa falar, não é? Fumar não só seca os lábios, sem falar no aparecimento precoce do código de barras, como causa pequenas rachaduras e rugas, além de, também, alterar seu tom rosado natural. “Por um lado, eles ficam mais pálidos devido à falta de oxigênio, o que é particularmente perceptível nas membranas mucosas. Ao parar de fumar, a pele recupera sua oxigenação em questão de dias. Da mesma forma, a fumaça e as substâncias dos cigarros também causam escurecimento dos lábios (como acontece nos dentes ou nas unhas)”, diz a médica.

Lipcare – Alguns cuidados, tão simples quanto eficazes, podem ajudar a aliviar todos os efeitos e manter o frescor e a juventude dos lábios. O primeiro passo é esfoliar, retirando as células mortas (por favor, suavemente, sem esfregar e com produtos específicos). “Essa esfoliação labial não deve ser diária, podendo ser feita a cada 15 dias. Não esqueça da hidratação imediata após a esfoliação, usando produtos na textura de bálsamos, manteigas, óleos, gloss hidratantes e máscaras labiais. Eles devem ter FPS de no mínimo 30, a fim de manter a região hidratada e protegida. Evite, também, passar a língua, já que a saliva dá uma falsa sensação de umedecimento em um primeiro momento, mas agrava o ressecamento depois”, finaliza a médica.

FONTE: DRA. PAOLA POMERANTZEFF: Dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), tem mais de 10 anos de atuação em Dermatologia Clínica. Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina Santo Amaro, a médica é especialista em Dermatologia pela Associação Médica Brasileira e pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, e participa periodicamente de Congressos, Jornadas e Simpósios nacionais e internacionais. http://www.drapaola.me/

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Fonte paranashop.com.br

Máscara pode aumentar procura por plástica facial

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Olhar destacado

Com parte do rosto coberto, os olhos ganham mais atenção nos procedimentos estéticos

Por Redação

27 out 2020 às 12:44 • Última atualização 27 out 2020 às 12:45

Uma das tendências de cirurgia plástica para este ano era a blefaroplastia, procedimento que remove o excesso de pele na pálpebra superior e de bolsas na pálpebra inferior. Devido ao envelhecimento natural, seu objetivo é oferecer um olhar rejuvenescido com um aspecto de menos cansado.

Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), revelam que a cirurgia da pálpebra é a terceira mais procurada no País.

Agora com parte do rosto coberto, os olhos ganham destaque especial; aumento no número de cirurgia – Foto: Divulgação

Com a obrigatoriedade de usar máscara para diminuir a proliferação da Covid-19, sendo os olhos a parte do rosto que não é coberta, ganha mais destaque e importância até na comunicação.

Outros países, como os Estados Unidos e Japão, registraram aumento nos procedimentos estéticos na região da face que contempla o olhar, e a blefaroplastia está entre eles.

Contudo, Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional de Cirurgia Plástica, lembra que há outros procedimentos que também podem ser requisitados, como a ritidoplastia, que é feita quando a pele perde elasticidade e musculatura, e o procedimento cirúrgico para levantamento de sobrancelhas, simples e feito em cerca de uma hora.

Korn estima aumento desses procedimentos, pois, além de o Brasil ser o segundo no mundo que mais faz cirurgia plástica no mundo, agora pacientes podem contar com diversas formas de pagamento.

“Hoje, as cirurgias estão muito mais acessíveis, mas tudo deve ser bem avaliado para a segurança do paciente. Como envolve a saúde, o ideal é pesquisar preços, sem abrir mão dos melhores médicos e hospitais. Há empresas que fazem intermediação financeira na área de procedimentos estéticos, sendo possível encontrar diversas opções que auxiliam em um planejamento do orçamento”, explica o diretor, que pontua que a questão não é mudar traços, mas sim melhorar as expressões para que a pessoa se sinta mais à vontade e feliz com a sua aparência.

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Fonte liberal.com.br

Quais problemas de saúde uma máscara suja pode causar e quais você já pode descartar | Ciência

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No início da última primavera boreal, colocar os elásticos da máscara atrás das orelhas e ajustar a borda sobre a ponte do nariz, em menos de 10 segundos, era um grande desafio. Já no outono boreal é um ato tão mecânico que acaba passando despercebido… e os descuidos estão na ordem do dia. O que é pior, abundam as máscaras perenes, aquelas que têm uma cor suspeitosamente amarronzada nos elásticos que deveriam ser brancos. Seja por deixá-las em qualquer lugar, do balcão do bar à mesa da cozinha, ou por usá-las mais tempo do que o devido, utilizar máscaras mais sujas do que o devido é comum. Seria algo anedótico se não fosse porque, segundo os especialistas, a sujeira faz com que as máscaras não protejam ao máximo contra a covid-19 e aumenta o risco de sofrer certos problemas.

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“A umidade, a poeira e outras partículas que estão no ambiente saturam o filtro depois de um tempo e sua capacidade de filtragem se reduz, portanto não são tão eficazes quanto no início do uso”, explica David Díaz Pérez, coordenador da Área de Enfermagem Respiratória da Sociedade Espanhola de Pneumologia e Cirurgia Torácica (SEPAR). Podem inclusive se tornar um vetor de transmissão do vírus se deixadas em superfícies inadequadas ou manuseadas com as mãos sujas, acrescenta. É preciso saber guardar bem as máscaras e seguir as recomendações quanto ao tempo de utilização, bem como as regras básicas de higiene. Trata-se de evitar tudo o que se segue.

‘Danos colaterais’ na forma de coceira e acne

A primeira barreira corporal sob a máscara é a pele, por isso é a que tem mais possibilidades de sofrer os efeitos do uso indevido. “O que sabemos é que o aparecimento de lesões na área coberta pela máscara é mais frequente e que essas lesões podem ser de diferentes tipos. O que mais vemos é a acne friccional, uma espécie de acne produzida por roçadura”, explica o dermatologista Raúl de Lucas, coordenador do Grupo de Dermatologia Pediátrica da Associação Espanhola de Dermatologia e Venereologia (AEDV). Outros “danos colaterais” possíveis são a rosácea, a vermelhidão, a irritação e a coceira –especialmente entre pessoas com pele sensível, dermatite atópica ou seborreica.

Depois vem a acne cosmética, que pode aparecer “se você passar seu creme hidratante ou a maquiagem e, imediatamente depois, colocar a máscara em ambiente úmido”. De Lucas adverte que se for usada maquiagem apesar de se estar com metade do rosto coberto, é necessário usar produtos menos oclusivos e, principalmente, não abusar da quantidade. Embora a maioria dos problemas dermatológicos que as máscaras podem causar se devam exclusivamente ao uso prolongado e à fricção, o caso da acne cosmética pode ser exacerbado em consequência do efeito oclusivo extra de uma máscara suja: a sujeira satura o filtro e impede que a pele respire adequadamente.

A boa notícia é que, a título preventivo, é possível reparar a pele ao chegar em casa seguindo uma rotina de higiene e hidratação. Em caso de dermatite, acne ou qualquer outra lesão, é conveniente consultar o especialista. “Acima de tudo, deve-se evitar a automedicação. Os cremes com corticoides estão sendo usados com autoprescrição e sempre devem ser usados sob supervisão médica, consultando se há algum risco em aplicar o creme e imediatamente depois usar a máscara, pois é possível que o efeito do medicamento seja potencializado”. Além disso, “se você usar a mesma máscara por mais horas do que o devido e ela estiver suja, não só não irá protegê-lo como também acumulará bactérias. É como se você usasse sempre as mesmas meias”, adverte De Lucas. “O normal é que não aconteça nada –tranquiliza–, mas não é higiênico”.

A máscara é culpada pelo mau hálito?

Depois da pele, a área de interesse seguinte é a boca. Nossa saúde buco-dental pode sofrer os efeitos do uso indevido da máscara? É uma pergunta interessante; e usá-la coberta provoca a criação de uma espécie de microclima com características indesejáveis? Óscar Castro Reino, presidente do Conselho Geral de Dentistas da Espanha, explica que na boca coexistem milhões de bactérias pertencentes a cerca de 300 famílias diferentes e que o fazem em simbiose. Teoricamente, a falta de oxigênio poderia perturbar o equilíbrio e fazer com que determinadas bactérias orais patogênicas se desenvolvessem e comessem terreno às outras. Porém, “é altamente improvável que nas condições normais de uso das máscaras aconteça essa situação de falta de oxigênio. Nem sequer usar a máscara por mais horas do que o estipulado não tem relação com nenhum problema oral, pelo menos com claras evidências científicas”, afirma Castro Reino.

Se você se deparou com cáries, infecções bucais ou qualquer outro problema desde que a pandemia começou, não culpe a máscara… ela não a tem, pelo menos não diretamente. O que pode acontecer é que não mostrar os dentes leve algumas pessoas a relaxar a higiene bucal. Grave erro. “Não devemos nos esquecer de que a mucosa oral é uma das vias de entrada do coronavírus. Manter a boca saudável é fundamental. E agora mais do que nunca é imprescindível cuidar bem da escova, lavar bem as mãos antes e depois de usá-la, limpá-la, enxaguá-la e secá-la, mantê-la protegida na capinha, nunca compartilhá-la, afastá-la do vaso sanitário para evitar possível contaminação e não guardá-la com outras escovas”, lembra o dentista.

E o mau hálito? “Algumas pessoas pensam que agora desenvolveram halitose, quando a verdade é que já sofriam disso antes de usar a máscara, mas não a tinham detectado”, diz Castro Reino. O que acontece costuma ser que, ao usar a máscara, uma parte do ar que expiramos fica em contato com o sistema olfativo durante mais tempo e assim as pessoas percebem o problema. Mas pode haver outra explicação para esta situação: se não descartarmos a máscara depois do tempo máximo de uso, a saliva se acumulará nela, o que se traduzirá não só em perda de eficácia, mas também no aumento do mau odor. Em todo caso, diante de uma sensação de mau hálito, o mais recomendável é ir ao dentista “para verificar sua existência e, nesse caso, sua causa, já que 85% das halitoses são de origem bucal e a maioria está relacionada às gengivas”, destaca Antonio Bujaldón, presidente da Sociedade Espanhola de Periodontia e Osseointegração (SEPA).

Um paraíso para as bactérias?

Um dos motivos para sermos escrupulosos em relação ao uso de uma máscara suja é que ela se torne um ninho de bactérias que provoque infecções respiratórias. Tem sua lógica. Felizmente, e de acordo com a opinião dos especialistas consultados, parece que podemos ficar relativamente tranquilos. María del Mar Tomás, porta-voz da Sociedade Espanhola de Doenças Infecciosas e Microbiologia Clínica (SEIMC), diz que “até o momento não foi descrito nenhum caso de infecção bacteriana nas vias respiratórias superiores associada ao uso indevido de máscaras cirúrgicas, embora não se possa descartar”.

O que parece estar relacionado com o mau uso da máscara é a sensação de falta de ar que afeta algumas pessoas. Em um estudo publicado em maio foram analisados os problemas secundários do uso de máscara entre a população jovem e concluiu-se que, entre os que se queixavam de problemas, o mais comum era a dificuldade para respirar. Como explica David Díaz Pérez, “o uso da máscara além do tempo recomendado faz com que o filtro fique saturado de umidade e, portanto, não tenhamos a sensação de fácil respiração que se tem no início”. Portanto, pode parecer que estamos com falta de ar. A solução está ao nosso alcance: usá-la sempre limpa e apenas durante o tempo estipulado.

O coordenador da Área de Enfermagem Respiratória da SEPAR lembra que a máscara “não está livre de efeitos incômodos e adversos para o usuário”, principalmente se descumprirmos as regras de uso e ignorarmos o tempo máximo de utilização ou as medidas de higiene. Mas também enfatiza que “é um elemento-chave na redução da transmissão da covid-19”. Em outras palavras: é literalmente vital usá-la e, para evitar problemas, não há outra opção a não ser fazê-lo da maneira correta.

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Fonte brasil.elpais.com

Covid-19: uso de máscara pode evitar 130.000 mortes nos EUA, diz estudo – 23/10/2020

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O número de vítimas da epidemia de Covid-19 pode dobrar nos Estados Unidos até o final de fevereiro de 2021, ultrapassando 500 mil vítimas, mas o uso de máscara pode prevenir 130 mil dessas mortes, concluem projeções publicadas por um estudo nesta sexta-feira (23).

O número de vítimas da epidemia de Covid-19 pode dobrar nos Estados Unidos até o final de fevereiro de 2021, ultrapassando 500 mil vítimas, mas o uso de máscara pode prevenir 130 mil dessas mortes, concluem projeções publicadas por um estudo nesta sexta-feira (23).

De acordo com o cenário considerado o mais plausível pelos pesquisadores, em que os governos locais restringiriam novamente as interações sociais e a vida econômica acima de um certo limite de mortalidade pela Covid-19, os Estados Unidos sofreriam, no entanto, cerca de 511.000 mortes pela epidemia em fevereiro. No entanto, se 95% da população de cada estado usassem sistematicamente uma máscara protetora na presença de outras pessoas, esse número poderia ser reduzido em quase 130 mil pessoas, de acordo com previsões do Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde (IHME).

Mesmo que a máscara fosse respeitada apenas em 85%, 95 mil vidas poderiam ser salvas, acrescentam os pesquisadores em seu artigo, publicado na revista Nature Medicine. “Está cada vez mais claro que as máscaras reduzem consideravelmente a transmissão de vírus respiratórios como o SARS-CoV-2 e, portanto, limitam a disseminação do Covid-19”, enfatizam os autores.

Em setembro, cerca de 50% dos cidadãos nos Estados Unidos disseram ter usado uma máscara protetora, apesar das reservas de alguns políticos sobre sua eficácia. Donald Trump raramente usa uma máscara em público, ele zomba do hábito de seu rival presidencial Joe Biden, e poucos de seus apoiadores cobrem o rosto durante seus comícios de campanha.

Desde janeiro, o novo coronavírus infectou pelo menos 8,3 milhões de pessoas nos Estados Unidos e matou pelo menos 223.000 delas. Em meados de julho, as equipes do IHME acertaram ao prever 224.000 mortes em 1º de novembro. No limiar do inverno, o país vive um recrudescimento da epidemia, com 75 mil novos casos detectados na quinta-feira (22), quase o dobro dos níveis registrados há um mês.

Embora a maioria dos especialistas concorde que é improvável que uma vacina eficaz esteja disponível por vários meses, medidas não farmacológicas, como uso de máscara, distanciamento físico, isolamento do paciente e rastreamento de contato são, por padrão, as ferramentas mais eficazes para conter a epidemia.  

As projeções

Para prever como serão os próximos meses, epidemiologistas e analistas do IHME construíram três cenários possíveis. No primeiro, considerado improvável, os estados norte-americanos continuam a suspender gradualmente as atuais restrições a viagens e interações sociais.

Em 28 de fevereiro, o número total de mortos da Covid-19 ultrapassaria 1 milhão e pelo menos 152 milhões de pessoas (45% da população) teriam sido infectadas com o coronavírus, eles estimam.

Mas é mais realista esperar que os estados, em vez disso, restabeleçam as medidas tomadas durante a primeira onda da epidemia, como fechar escolas, restringir o tamanho das reuniões públicas e fechar total ou parcialmente negócios considerados não essenciais.

O estudo, que qualifica essa hipótese como um “cenário de referência”, mostra que, no passado, esse tipo de medida era muitas vezes tomada quando o índice de mortalidade de um município ou estado ultrapassava o limite de 8 óbitos por milhão de habitantes todos os dias. 45 dos 50 estados dos Estados Unidos terão ultrapassado esse limite antes do final de fevereiro, acreditam os pesquisadores.

Mesmo com a reativação dessas restrições, o número total de vítimas da epidemia chegaria a 511 mil mortos e quase 72 milhões de infecções até o final de fevereiro, acrescenta a reportagem.

Por fim, em um terceiro cenário, onde 95% da população adulta adotaria a máscara, “129.574 vidas poderiam ser salvas” no período de 22 de setembro a 28 de fevereiro, conclui o estudo.

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Fonte noticias.uol.com.br

Maior uso de máscaras cirúrgicas pela população pode ajudar no controle da pandemia no Brasil

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Em meio a uma pandemia mundial sem precedentes, que atingiu em cheio o Brasil, o uso de máscaras segue gerando controvérsias. Ao mesmo tempo em que parte da população já está consciente sobre a importância do seu uso, outra parte ainda é resistente, criando dificuldades para o devido controle da transmissão da Covid-19 no Brasil.




“O que mais preocupa é acharmos que estamos bem protegidos, porém nem sempre estamos. Observo que uma grande parcela da população ainda não conhece algumas informações cruciais neste momento: que depois daquelas de uso estritamente hospitalar, as máscaras médicas/ cirúrgicas são as que mais protegem contra o novo coronavírus, de acordo com praticamente todas as pesquisas nacionais e internacionais feitas até o momento; e que elas podem e devem ser utilizadas por toda a população, como já ocorre de forma bem mais disseminada na Ásia e Europa”, afirma o Dr. Jorge Luiz Araújo Filho (Dr. Biossegurança), mestre em Patologia, doutor em Ciências Biológicas e consultor da Máscara Delivery Original (www.mascaradeliveryoriginal.com.br).

O especialista analisou alguns gráficos do site oficial da European CDC, que podem ajudar a entender o quadro ainda grave da pandemia no nosso País. “É possível observar que as mortes diárias confirmadas por Covid-19 no Brasil estão em alta em relação aos outros países. Isso acontece provavelmente por dois motivos principais: a dificuldade de um correto distanciamento social, pois temos aglomerações em transportes públicos e comunidades em todo país, dificultando o distanciamento adequado. É aí que entra a importância do uso de máscaras, com a função de barreira protetora. Mas para que a população esteja realmente protegida, devemos observar a efetividade de proteção das máscaras que usamos”, aponta o Dr. Biossegurança.

Ao checar casos confirmados da doença no Brasil, o Dr. Biossegurança nota que eles só ficam abaixo dos Estados Unidos, país que faz testes em massa na população em escala bem maior. “Analisando os gráficos, é possível notar que países como a China e os da Europa, onde as populações já têm a cultura do uso da máscara cirúrgica no dia a dia, houve picos, tanto de casos de mortes quanto de casos confirmados, que foram controlados rapidamente, com a consecutiva diminuição dos casos confirmados e de mortes por Covid-19. Pesquisas apontam que, possivelmente, um dos motivos para esse rápido controle, e estabilidade durante a pandemia, seja o uso das máscaras cirúrgicas, proteção mais adequada para evitar tanto a contaminação quanto a transmissão da doença. É um cenário bem diferente do de países como Brasil e Estados Unidos, que ainda fazem grande uso de máscaras caseiras e que, conforme podemos ver nos gráficos, infelizmente ainda estão com números altos tanto de casos confirmados como de número de mortes”, diz o Dr. Biossegurança.

O especialista acredita que a melhor forma de se proteger da ameaça do novo coronavírus é praticar os três pilares para proteção: higienização das mãos, distanciamento social e pelo uso de máscaras médicas/ cirúrgicas, como as disponibilizadas na loja Máscara Delivery Original. “É fato: as máscaras caseiras não se comparam a elas em termos de segurança e conforto respiratório”, finaliza.

Sobre o Dr. Biossegurança – O Dr. Jorge Luiz Araújo Filho (Dr. Biossegurança) é Bacharel em Ciências Biológicas (UFPE), Mestre em Patologia (UFPE), Doutor em Ciências Biológicas pela UFPE (2011) e especialista em Ativação de Processos de Mudanças na Formação Superior de Profissionais de Saúde (ENSP/FIOCRUZ). Tem experiência administrativa na Coordenação do Eixo Básico do Curso de Medicina (UNIFIP) e como Facilitador de Grupo Tutorial na Metodologia da Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP/PBL) no Curso de Medicina. Atua como Professor, Palestrante e Consultor em Biossegurança.

Sobre a Máscara Delivery – E-commerce do Grupo Procomex, especializado em comércio exterior e que há 25 anos atende diferentes demandas de importação e exportação, proporcionando aos clientes operações seguras e confiáveis. Com AFE (Autorização de Funcionamento Especial da Anvisa), a loja online comercializa as máscaras cirúrgicas Pradix descartáveis de TNT de tripla proteção para uso hospitalar e civil em todo o Brasil. Além de oferecer mais de 96% de proteção de acordo com os test reports da fabricante no combate a vírus, poeira, fumaça, pólen, bactérias e fungos, as máscaras Pradix possibilitam maior conforto para respirar e se adequam a todos os tipos de rosto. Suas três camadas de proteção são compostas de uma camada exterior de tecido não tecido, uma camada intermediária de tecido fundido (filtro meltblown) e uma camada interna de tecido não tecido amigável à pele. A empresa possui certificação CE Europeu, FDA USA, e CFDA Certificadora Chinesa. Mais informações podem ser obtidas em www.mascaradeliveryoriginal.com.br e www.mascaradelivery.com.br.

Website: https://mascaradeliveryoriginal.com.br/

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Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

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Fonte www.terra.com.br

Máscara de pepino e mel pode remover sua pele seca e escamosa

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Máscara de pepino e mel pode remover sua pele seca e escamosa
Máscara de pepino e mel pode remover sua pele seca e escamosa – Foto: Pexels

Máscara de pepino e mel pode remover sua pele seca e escamosa.

A passagem do tempo será sempre um fator determinante em nosso corpo, por isso sempre se deve buscar alternativas para cuidar da nossa pele, já que é uma das primeiras a ser danificada pelo sol, o tempo. Uma das máscaras que agem rapidamente é o pepino com mel.

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Essa mistura junto com um ingrediente básico que vamos te explicar como usar farão parte da rotina especial de beleza que você merece para mostrar um rosto lindo. Seus amigos não vão acreditar quando virem que você parece muito melhor a cada dia.

Esta máscara é indicada principalmente para pessoas que sofrem de pele seca, ela combate isso imediatamente porque a combinação é bastante gentil com a derme, faz uma hidratação profunda. Pode interessar a você: É assim que você esfolia a virilha para remover a escuridão nessa área.

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A primeira coisa que você precisa saber é que, para fazer esta máscara primeiro, há uma etapa importante que você deve realizar antes de colocá-la no rosto. É uma esfoliação simples e rápida.

Você vai pegar um sabonete neutro, você vai passar nas mãos e fazer espuma, depois você vai colocar um pouco de açúcar e isso você vai passar no rosto, aos poucos você vai se massageando até esfoliar bem a pele.

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Faça isso por cerca de 5 a 7 minutos. Aí você lava bem com água morna, limpa o rosto e agora vai misturar o pepino com o mel, pegar umas rodelas de pepino, amassar, depois colocar uma colher ou duas de mel e passar na pele, aos poucos pouco, você deixa agir por 20 minutos e retira.

Não é necessário aplicar hidratante no final desta máscara, pois o mesmo mel hidratará seu rosto. Como recomendação, você deve fazer isso todos os dias.

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Fonte www.informebrasil.com.br

Mascne: uso de máscara pode favorecer a acne; saiba como amenizar efeito – 12/10/2020

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Hoje o assunto é a mascne, ou seja, as acnes que têm se formado no rosto por causa do uso constante de máscaras. Se você tem alguma dúvida, mande para mim no [email protected]

O uso de máscara no calor pode favorecer o aparecimento de acne, pois o acessório, além de irritar a pele por causa do contato direto, ajuda no aumento da umidade e da oleosidade na região.

Quando você respira ou fala, sua máscara tende a reter muito ar quente. Além de irritante, esse ar cria um ambiente quente e úmido, fazendo com que as glândulas sebáceas aumentem a oleosidade da pele, justamente na região em que a máscara é utilizada. Ou seja, um cenário ideal para o aparecimento de acnes na região do queixo, mandíbula e toda região superior da maçã do rosto.

Para amenizar o problema, é preferível optar por materiais para macios como algodão ou seda, evitando tecidos que possam trazer maior irritação e atrito para a pele, como os sintéticos.

Além disso, procure utilizar a máscara de forma que não esteja apertada a ponto de machucar o rosto e troque-a com frequência: use-a por, no máximo, 3 horas.

Antes de usar a máscara, faça uma limpeza da pele com sabonete apropriado; se a sua pele for oleosa, use sabonetes com ácido salicílico, e se a pele for sensível, sabonetes com calêndula e camomila. Um tônico também é uma boa opção no caso de pele oleosa. Usar hidratante e filtro solar também continua sendo essencial.

Se a acne já apareceu, você deve intensificar a rotina de limpeza diária, usar tratamentos específicos para essa região e, se for necessário, até fazer uso de antibioticoterapia —que é o tratamento de pacientes com sinais e sintomas clínicos de infecção pela administração de antimicrobianos.

E dá para usar maquiagem e máscara? Pode usar desde que você cuide da sua pele de forma adequada com a limpeza com sabonete e uso de tônicos ou hidratantes para evitar a oleosidade e a acne.

Outro ponto que merece atenção: trate sua máscara como uma roupa íntima. Lave após o uso para que o seu rosto não fique em contato direto com o suor, sujeiras e bactérias do dia a dia. Esse processo também é fundamental para o controle de infecções.

Dicas úteis

  • A pele deve estar sempre limpa ao colocar a máscara, ou seja, lave o rosto duas vezes ao dia –nem mais, nem menos– com sabonete específico para seu tipo de pele;
  • Evite tomar banho com água muito quente, para que não haja um rebote de oleosidade;
  • Hidrate o rosto com um creme próprio para a região facial, dessa forma, é possível evitar o atrito e pressão na pele;
  • No fim do dia, ao tirar a máscara, lave o rosto com sabonete apropriado e realize o skincare orientado pelo seu dermatologista.

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Fonte www.uol.com.br

Não pode tirar! Dicas para facilitar o uso da máscara durante o calor

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O calor e a seca não estão dando trégua. A previsão para os próximos dias é que a temperatura chegue aos 38°C no Distrito Federal, com umidade relativa do ar em torno dos 10%. O uso da máscara de proteção fica mais incômodo, no entanto, abandoná-lo não é uma opção.

“Pode ser desconfortável, mas não é insuportável. Não tem jeito, tem que usar”, reforça a médica infectologista Ana Helena Germoglio, do Hospital de Águas Claras. A infectologista lembra que a Covid-19 é uma doença infecciosa transmitida, principalmente, por meio de gotículas.  “A máscara é uma barreira, não deve ser dispensada”, completa.

Veja algumas dicas para facilitar o uso da máscara durante estes dias de onda de calor:

Dê preferência a tecidos de algodão
A infectologista sugere o uso de máscaras confeccionadas em algodão. Elas são leves, agradáveis ao toque e funcionam bem como barreira física para as gotículas contaminadas.

Faça mais trocas de máscaras ao longo do dia
A recomendação usual é que as máscaras sejam trocadas a cada duas horas ou quando estiverem úmidas, sujas ou danificadas. Com as temperaturas mais altas, elas ficarão úmidas mais rápido, então é importante aumentar o número de trocas.

Lave o nariz
Para amenizar a seca, uma boa saída é lavar o nariz pelo menos duas vezes ao dia com soro fisiológico. A umidificação das vias áreas proporciona uma sensação mais agradável, reduz o risco de sangramento e de contaminação pelo novo coronavírus.

Evite atividades físicas ao ar livre
A prática de atividades físicas ao ar livre – com ou sem máscara – deve ser evitada nos dias de muito calor, principalmente, nos horários de maior incidência solar, entre às 10h e às 17h.

Retire a máscara caso se sinta mal
A máscara não deve ser retirada em público, principalmente, em situações que não seja possível manter o distanciamento social. No entanto, quando a temperatura está muito elevada, as pessoas podem sentir tonturas. Em situações assim, é necessário retirar a máscara imediatamente.

Alerta de “grande perigo”
Nessa terça-feira (6/10), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de onda de calor e “grande perigo”  para moradores da região Centro-Oeste até o fim da próxima sexta (9/10). Há risco de morte por hipertermia – quando a temperatura pode comprometer processos metabólicos essenciais ao corpo.

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Fonte www.metropoles.com

Uso de máscara pode evitar surtos locais, como no caso de Trump – Notícias

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A suspeita é a de que o presidente dos EUA tenha se infectado com a covid-19 em um evento na Casa Branca em que quase ninguém usava máscara



O uso de máscara pode evitar surtos locais e contaminações em ambientes “clusters”, como comitivas, encontro sociais, restaurantes, voos e reuniões, afirma o infectologista Renato Kfouri, da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a primeira-dama, Melanie Trump, testaram positivo para a covid-19. A suspeita é a de que a contaminação tenha ocorrido em um ambiente “cluster”.


O evento em questão aconteceu no Rose Garden, na Casa Branca. A cerimônia em 26 de setembro foi realizada para a nomeação da conservadora Amy Coney Barret para a Suprema Corte.


As imagens do evento mostram que a grande maioria dos participantes não usou máscara nem cumpriu o distanciamento social de pelo menos 1,5m entre as pessoas. Oito pessoas que estavam no evento já testaram positivo para a covid-19.


O ex-governador de Nova Jersey, Chris Christie, anunciou no sábado (3) que contraiu o vírus. Kellyanne Conway, que renunciou ao cargo de conselheira sênior de Trump em agosto, confirmou na sexta-feira (2) que testou positivo. Mike Lee, senador republicano de Utah, confirmou seu teste positivo pelo Twitter, assim como o senador da Carolina do Norte, Thom Tillis. A Universidade de Notre Dame confirmou que seu presidente, o reverendo John Jenkins, também têm covid-19. Um jornalista que não foi identificado e que compareceu ao evento também contraiu o vírus, segundo a Associação de Correspondentes da Casa Branca.



O infectologista reforça que o uso de máscara por todos, associado a outras medidas de prevenção, são eficientes e importantes no combate à transmissão da covid-19. “São extremamente importantes, os únicos instrumentos que temos contra essa doença.”


A máscara cria uma barreira física que impede que a maior parte das gotículas que transportam o vírus seja carregada para o ambiente. “Se a pessoa contaminada está de máscara, ela libera menos vírus no ambiente. Se a pessoa saudável está de máscara, ela tem maior dificuldade de inalar esse vírus. Então é uma proteção nas duas vias.”


Além disso, Kfouri lembra que o uso de máscara por todos é importante por conta dos assintomáticos e pré-sintomáticos. “A gente já viu que os sintomas demoram para aparecer e antes deles aparecerem o contaminado já está transmitindo. Além das pessoas que não apresentam nenhum sintoma, mas tem capacidade de transmitir.”


Trump tem uma postura variável em relação ao uso de máscara. Em julho, contrariando suas declarações anteriores sobre o assunto, chegou a afirmar que o uso de máscara era um ato patriótico. Mas, no dia desta cerimônia, ele foi um dos participantes que não usou o acessório.


O médico afirma que alguns estudos mostram que a informação não homogênea, ou desencontrada, por parte dos governos, agentes de saúde e figuras públicas podem dificultar a adesão às medidas de prevenção e geram uma suspeita em relação às autoridades sanitárias.


“Além dos estudos, é de se imaginar que se você tem um ministro falando uma coisa, um político outra, o prefeito outra, vereador outra, vai causar uma confusão. A desinformação, nesses momentos de crise, atrapalha muito. Seria muito melhor se tivéssemos mundialmente um discurso homogêneo e transparente baseado em evidência científica. Infelizmente não é o que a gente tem assistido.”


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Segundo o infectologista, a eficiência da proteção da máscara depende, também, da utilização correta delas.


É necessário fazer a troca da máscara a cada duas ou quatro horas de uso ou sempre que ela ficar úmida. Utilizar a máscara de tamanho adequado que fique firme no rosto e cubra nariz e boca. Sempre que for tirar ou manuseá-la utilizar as tiras laterais e não encostar na parte da frente, além de não compartilhá-la com outras pessoas.


“Não tem como saber por mais quanto tempo precisaremos utilizá-la. Mas espero que essa epidemia deixe um legado, para que vire um costume. Sempre que uma pessoa estiver com uma doença de transmissão respiratória e precisar sair de casa, que ela utilize a máscara por uma questão de saúde pública.”


*Estagiária do R7 sob supervisão de Deborah Giannini


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Fonte noticias.r7.com