A máscara de proteção pode danificar os lábios? Quais cuidados devemos ter?

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Definitivamente é hora de investir no que vem sendo chamado de Lipcare – cuidado com a pele dos lábios. Eles podem ficar escondidos por mais tempo do que visíveis, mas precisam, agora, mais do que nunca, de uma boa dose de hidratação, pois também sofrem o efeito da máscara

A máscara de proteção pode danificar os lábios? Quais cuidados devemos ter?

Maskne, Mask Mouth… realmente, a máscara de proteção para evitar o contágio por Covid-19 tem alguns efeitos negativos na pele (ressecamento) e na boca (mau hálito e cárie), mas a semimucosa dos lábios (uma transição da mucosa oral para a pele ao redor da boca) também pode ser afetada pelo uso constante da máscara. “O motivo é simples: os lábios são uma das partes mais sensíveis do corpo, contando com apenas de três a cinco camadas de células em comparação com a pele do rosto, que pode chegar a 16 camadas. Consequentemente, sua pele, mais delicada, também sofre o efeito do microclima criado pela máscara. Os lábios secam e até racham com mais frequência. Nessas circunstâncias, é necessário, mais do que nunca, o uso de cuidados hidratantes, nutritivos e suavizantes para protegê-los do ressecamento e irritação causados pelas máscaras”, explica a dermatologista Dra. Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O problema tem aparecido com frequência também em mulheres, já que muitas abandonaram o uso dos batons (que formam um filme hidratante), por conta das máscaras.

Porém, é claro que a máscara (cujo uso é indiscutível e necessário) não é a única culpada: existem outros fatores que afetam a saúde e a beleza dos lábios. Morder ou lamber os lábios com frequência é um dos principais hábitos que danificam a região, no momento. “Lamber ou morder os lábios pode gerar sensação de queimação, infecções, dor, inchaço, ressecamento e sangramento”, afirma a médica. O sol, obviamente, também é um desses agressores. “Ele agride a pele, então é claro que danifica também os lábios, que são bem mais finos. Por isso é importante usar protetor solar labial com FPS 30, no mínimo. O ideal é usar durante todo o ano, mas principalmente sempre que estivermos expostos ao sol”, afirma a médica. E cuidado: não confie na máscara, pois ela não vai proteger da radiação ultravioleta.

O que você provavelmente não sabia é que outra causa que age contra a beleza dos lábios é o consumo de cafeína. “Beber muito café pode desidratar e quando as células perdem a hidratação ficam mais suscetíveis ao aparecimento de rugas, também nos lábios. Portanto, devemos tentar evitar o excesso de cafeína”, diz a médica.

O cigarro, então, nem precisa falar, não é? Fumar não só seca os lábios, sem falar no aparecimento precoce do código de barras, como causa pequenas rachaduras e rugas, além de, também, alterar seu tom rosado natural. “Por um lado, eles ficam mais pálidos devido à falta de oxigênio, o que é particularmente perceptível nas membranas mucosas. Ao parar de fumar, a pele recupera sua oxigenação em questão de dias. Da mesma forma, a fumaça e as substâncias dos cigarros também causam escurecimento dos lábios (como acontece nos dentes ou nas unhas)”, diz a médica.

Lipcare – Alguns cuidados, tão simples quanto eficazes, podem ajudar a aliviar todos os efeitos e manter o frescor e a juventude dos lábios. O primeiro passo é esfoliar, retirando as células mortas (por favor, suavemente, sem esfregar e com produtos específicos). “Essa esfoliação labial não deve ser diária, podendo ser feita a cada 15 dias. Não esqueça da hidratação imediata após a esfoliação, usando produtos na textura de bálsamos, manteigas, óleos, gloss hidratantes e máscaras labiais. Eles devem ter FPS de no mínimo 30, a fim de manter a região hidratada e protegida. Evite, também, passar a língua, já que a saliva dá uma falsa sensação de umedecimento em um primeiro momento, mas agrava o ressecamento depois”, finaliza a médica.

FONTE: DRA. PAOLA POMERANTZEFF: Dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), tem mais de 10 anos de atuação em Dermatologia Clínica. Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina Santo Amaro, a médica é especialista em Dermatologia pela Associação Médica Brasileira e pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, e participa periodicamente de Congressos, Jornadas e Simpósios nacionais e internacionais. http://www.drapaola.me/

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Fonte paranashop.com.br

Covid-19. Guia para manter eficaz a proteção da sua máscara

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Lave a máscara todos os dias, é o mínimo. Não se esqueça que logo que põe a máscara bem ajustada à cara para sair de casa e enfrentar o dia com ela já está a respirar dentro dela. Ao longo das horas em que a mantém ajustada, fala, ri-se, eventualmente espirra ou tosse, cuspinhota e pode até dar gargalhadas. Como é que consegue ficar imediatamente descontraído ao retirá-la da cara, sendo o gesto seguinte dobrá-la e metê-la dobradinha novamente no bolso que lhe reserva para recomeçar no dia seguinte?

Uma sondagem da Yougov citada pelo jornal “The Guardian” revela que apenas 13% dos britânicos que usam máscaras reutilizáveis chegam a lavá-las uma vez que seja e 15% nunca as lavam, apesar dos conselhos sanitários que recomendam o uso de máscaras novas ou lavadas cada vez que se sai de casa para espaços públicos abertos ou fechados. A mesma pesquisa permitiu descobrir que apenas metade das pessoas que usam máscaras descartáveis não as reutilizam e 7% dos utentes que as reutilizam, nunca mudaram de máscara desde o início da pandemia.

É provável que haja quem esteja convencido de que, como as partículas que saem do nosso nariz e boca, e que ficam presas nas máscaras, são pessoais não têm, por isso, grande importância. Provas médicas dizem o contrário.

Caso se recolhesse uma amostra de uma máscara usada para análise encontrar-se-ia uma variedade de bactérias, vírus e fungos. A maioria destes poderia até ser inofensivo e até parecido com material que fosse recolhido das mãos, nariz, boca ou outras partes do corpo. Porém, a combinação desta bateria de micro-organismos com a humidade e fricção que resulta das horas de uso da máscara são pasto para surtos de “mascne”. Quem o garante ao diário britânico é o professor Cath Noakes, um perito em transmissão de doenças por via aérea da Universidade de Leeds.

O que é “Mascne”?
É um termo genérico que define todo o tipo de irritações e alergias provocadas pelo uso prolongado de máscara, incluindo acne. As máscaras são vetores para vírus, fungos e bactérias. Thivi Maruthappu, consultor de dermatologia no Hospital de Highgate e porta-voz da Fundação Britânica da Pele aconselha a que se lave a máscara todos os dias, dando preferência às que são feitas de algodão e tecidos suaves para minimizar a fricção com a cara.

Há risco de apanhar covid-19 de uma máscara contaminada?
Se a pessoa estiver contaminada com coronavírus, a máscara que usar vai estar fortemente contaminada. Nunca se deve usar a máscara de outra pessoa nem pegar numa que tenha sido usada por outrém sem lavar abundantemente as mãos com sabão. O risco de contágio é sério.

A máscara reutilizável deve ser lavada todos os dias. As máscaras que foram examinadas em laboratório continham vírus no interior e no exterior, fossem elas de tecido ou cirúrgicas, garante Raina MacIntyre, um investigador de doenças infecciosas da Universidade de New South Wales, em Sydney, Austrália. Cinco ou seis dias é mesmo demasiado tempo sem lavar.

Como devem as máscaras ser corretamente lavadas?
Um ciclo de máquina normal com sabão em água a pelo menos 60 graus resolve a questão. A lavagem à mão com água fria é insuficiente.

E se eu só usar a máscara durante dez minutos e a guardar num lugar adequado para voltar a usar?
Pode ser suficiente se se desinfetar as mãos que a manipularem e só se tocar nas pegas da máscara. No dia seguinte, é necessário voltar a desinfetar as mãos antes de repor a máscara e sem nunca tocar senão nas pegas. É necessário uma bolsa com fecho éclair para separar a máscara de outras coisas que estejam no interior da mala ou dos bolsos, como chaves e carteiras, que podem contaminar a máscara. É sempre melhor partir do princípio de que a máscara pode estar contaminada ao manipulá-la.

Um spray desinfetante não substitui uma lavagem competente porque a água e sabão lavam também outras sujidades ou bactérias. Além do risco de inalar o desinfetante ao repôr a máscara sobre o nariz e boca. E para quem use máscaras com filtro é melhor partir do princípio de que o filtro perde o prazo de validade ao mesmo tempo que a máscara que o contém. Assim, deve ser mudado cada vez que a máscara é lavada, ou seja, todos os dias.

E quando chove e a máscara se molha?
Convém ter outra por perto, para trocar. Uma máscara molhada ou húmida reduz a capacidade de filtragem do vírus. Neste período de outono/inverno, esta é uma preocupação a ter em conta.

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Fonte expresso.pt

Em tempos de máscara de proteção, não podemos esquecer do nosso sorriso

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A chegada da pandemia de coronavírus mudou a rotina de bilhões de pessoas em todo o mundo. Nos quatro cantos do globo, os indivíduos tiveram que adotar novos comportamentos para evitar contágio. Ficar em casa não é mais uma realidade comparada aos meses de março, abril, maio e junho, em razão da reabertura dos comércios e retomada do trabalho. Mas uma regra continua valendo: o uso de máscaras de proteção é obrigatório. O item se tornou essencial ao deixar o lar. Virou item básico, assim como o celular, as chaves pessoais e a carteira.

Pensando nesse “novo modo de viver”, a coluna Claudia Meireles refletiu sobre os sorrisos ocultos por trás das máscaras que cobrem parte do nosso rosto. Afinal, eles não podem ser esquecidos e merecem a mesma atenção de antes.

Defensora do gesto que transparece amabilidade, cortesia e simpatia, a dentista Lorena Leão, ressalta que, agora, sorrimos com o olhar.

“O sorriso relaxa o corpo e a mente. Quando uma pessoa ri, o organismo libera endorfina, hormônio que promove uma sensação de bem-estar geral. Diversas pesquisas no mundo chegaram a conclusões que o riso emagrece, favorece a autoestima, diminui a dor e reduz o estresse. Um sorriso lindo e bem cuidado, em especial, traz segurança e a vontade de rir cada vez mais”, frisa a profissional, especialista em Ortodontia e Harmonização Facial.

Mulheres de máscara andando na rua
“Agora, sorrimos com o olhar”, fala Lorena Leão

O “boom” da Covid-19 no Brasil não impediu que a clínica da qual Lorena é proprietária, a L’OR, situada no Brasília Shopping, funcionasse, uma vez que foi classificada como serviço essencial e de menos risco de contaminação. “Sempre entendi que a biossegurança era extremamente essencial para minha clínica. Somos profissionais preparados para lidar com esse tipo de situação. É necessário um cuidado constante em relação à contaminação”, conta.

Dra Lorena Leão
Lorena Leão em sua clínica odontológica L’OR

Apesar da operação habitual, alguns pacientes não se sentiram (ou ainda sentem) confortáveis em consultar, o que exigiu da profissional algumas medidas que garantissem mais atenção a eles. “Tivemos o cuidado de entregar dentro do nosso universo um trabalho de divulgação informativo para que as pessoas pudessem manter a saúde bucal mesmo de casa, para quem realmente não podia vir”, explica.

“A pandemia está realmente causando um medo nas pessoas em saírem de casa, porém, é importante ressaltar que a saúde bucal em dia promove melhora na imunidade. Sem contar que se manter bem cuidado eleva a autoestima”, complementa.

Conforme a especialista informa, uma estratégia que beneficia a biossegurança de um consultório é a agenda exclusiva, organizada e espaçada, além das normas já conhecidas pelos estabelecimentos.

Para saber mais, siga o perfil da coluna no Instagram.



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Fonte www.metropoles.com

Chega propôs “máscaras de proteção obrigatórias” e agora vota “contra obrigatoriedade de máscara”?

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Acumula centenas de retweets e milhares de likes, mas apresenta títulos de notícias cortados, além de carecerem da devida contextualização e leitura dos respetivos textos.

Ou seja, indícios de que a sugestão implícita do tweet poderá ser falsa ou enganadora. Não por acaso, o Polígrafo recebeu várias denúncias nesse sentido e pedidos de verificação.

Importa começar por salientar que as notícias são verdadeiras, estando disponíveis na página do “Jornal Económico”, mas os títulos estão incompletos.

A primeira notícia, datada de 7 de abril de 2020, tem o seguinte título completo: “Chega quer máscaras de proteção obrigatórias nos supermercados“. Informa sobre um projeto de resolução apresentado então na Assembleia da República por André Ventura, deputado único e líder do partido Chega, no qual se defendia que os clientes e trabalhadores de supermercados deveriam utilizar o equipamento de proteção individual no interior desses estabelecimentos comerciais.

A segunda notícia, datada de 16 de outubro de 2020, tem o seguinte título completo: “Chega vai votar contra a obrigatoriedade de máscara e utilização da app StayAway Covid“. Informa sobre declarações recentes de André Ventura anunciando que votará contra a proposta de lei que o Governo apresentou no dia 14 de outubro, visando tornar obrigatória a utilização da aplicação StayAway Covid “em contexto laboral ou equiparado, escolar, académico, nas forças armadas e de segurança, e na Administração Pública”, assim como “o uso de máscara ou viseira para o acesso ou permanência nos espaços e vias públicas”.

Perante os títulos completos, além do contexto e da leitura dos textos, verificamos que a sugestão implítica do tweet em causa é enganadora. A partir destas duas notícias, por si só, não se pode concluir que Ventura tenha entrado em contradição, propondo “máscaras de proteção obrigatórias” e agora anunciando que votará “contra obrigatoriedade de máscara”.

O logro está na enorme diferença de amplitude entre o interior de supermercados e todos os espaços públicos ao ar livre.

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Avaliação do Polígrafo:

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Fonte poligrafo.sapo.pt

Empresa e fundação doam máscaras de proteção contra a covid-19 – Virtz

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Mais de 3 mil máscaras N95 foram doadas pela SEMP TCL e a Fundação ABH para duas instituições de São Paulo no combate ao coronavírus



A empresa de tecnologia SEMP TCL e a Fundação ABH (Affonso Brandão Hennel), que atua para o desenvolvimento de comunidades, realizaram a doação de 3 mil máscaras de proteção do tipo N95 para duas instituições que atuam no combate à pandemia do novo coronavírus em São Paulo.


Metade dos itens foi encaminhada à Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP), e o Hospital Municipal Dr. Moyses Deutsch – M’Boi Mirim recebeu as outras 1.500 máscaras.


“É uma honra contribuir com profissionais da saúde que, há mais de seis meses, trabalham incansavelmente na linha de frente para salvar milhões de vidas nesta pandemia sem precedentes”, diz Claudia Oliveira, diretora de Recursos Humanos da SEMP TCL.


“Esta doação, em parceria com a Fundação ABH, é a nossa forma de agradecer o comprometimento com a vida e garantir que mais atendimentos possam ser feitos com a segurança exigida para este momento tão delicado”, acrescenta ela.


As entregas dos itens foram feitas, em agosto, por Marina Hennel Fay, diretora executiva da Fundação ABH.

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Fonte virtz.r7.com

Em abordagem, PM localiza pedras de crack escondidas em máscara de proteção e prende homem em flagrante | Presidente Prudente e Região

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Após uma abordagem, em Osvaldo Cruz, a Polícia Militar apreendeu pedras de crack que estavam escondidas em uma máscara de proteção individual, acessório utilizado para evitar o contágio da Covid-19. O flagrante, registrado na noite desta quarta-feira (7), também resultou na prisão de um homem de 37 anos.

Militares patrulhavam pela Rua Santa Cecília e, no cruzamento com a Rua El Salvador, avistaram um homem. Quando o indivíduo notou a aproximação da viatura policial e percebeu que seria abordado, tentou fugir correndo.

O homem foi seguido e alcançado e, mesmo resistindo à abordagem, passou por busca pessoal.

Durante a abordagem, os policiais constataram que o homem, já conhecido por envolvimentos com crimes de furtos e tráfico de drogas, escondia dentro da máscara de proteção da Covid-19 que usava um saquinho com 23 pedras de crack e R$ 41,85.

Com a situação, o indivíduo recebeu voz de prisão em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, desobediência e resistência, permanecendo preso à disposição da Justiça.

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Fonte g1.globo.com

Profissionais de saúde barbudos testam tecido para reforçar proteção da máscara contra a Covid; entenda | Coronavírus

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Os profissionais da saúde que atuam na linha de frente contra o coronavírus precisam usar equipamentos de proteção mais reforçados, e as máscaras precisam tem uma vedação firme junto à pele para evitar a passagem do SARS CoV-2. A barba pode ser um empecilho e, pensando nisso, pesquisadores do Reino Unido testaram um tecido elástico para cobrir os pelos (veja a foto acima).

O estudo foi publicado no “Journal of Hospital Infection” no início desta semana. O material precisa cobrir a barba desde o queixo, bochechas e fechar com um nó sobre a cabeça. A sobreposição passou por testes com 32 profissionais de saúde e, de acordo com o artigo, 30 deles passaram.

A técnica foi batizada de “Singh Thattha”, sendo que a segunda palavra se refere ao material utilizado. A ideia original é de um cirurgião de transplantes de Manchester, que primeiro usou uma mistura de poliéster com algodão para reforçar a máscara contra a Covid. Depois de um tempo, foi feita uma adaptação com tecidos plásticos usados em práticas esportivas, como elásticos de Ioga.

O estudo mostra que 92% dos profissionais aprovaram o uso do “Singh Thattha”. Os autores reconhecem que o método foi testado em uma pequena quantidade de pessoas, mas dizem que os resultados “fornecem resultados encorajadores para abrir espaço para estudos de larga escala”.

“Indivíduos barbados que não conseguem ou não podem se barbear têm uma nova técnica inovadora para poder usar máscaras respiratórias”, escreveram.

Homens barbudos utilizam Singh Thattha em pesquisa no Reino Unido — Foto: The Journal of Hospital Infection

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Fonte g1.globo.com

Passageiro de voo nos EUA inicia briga por se recusar a usar máscara de proteção – Revista Marie Claire

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Passageiros de vôo nos EUA iniciam briga por se recusar a usar máscara de proteção (Foto: Reprodução )

Passageiros de vôo nos EUA iniciam briga por se recusar a usar máscara de proteção (Foto: Reprodução )

Rylie Lansford não sabia, mas estava prestes a presenciar uma briga no avião que viajava, acompanhado de uma amiga, do Arizona para Utah, nos Estados Unidos. 

Os passageiros estavam em seus assentos, quando, de repente, um deles iniciou uma briga com um outro que sentava atrás porque estava sem máscara de proteção contra a Covid-19. O momento foi registrado pela mulher e compartilhado nas redes sociais.

“Isso aconteceu no avião hoje cedo”, escreveu na publicação.

Nas imagens, é possível observar o homem bem irritado batendo com violência em um outro que sentava atrás dele. Ele também gritou com o senhor que se recusava a colocar o acessório. “Ele estava apenas com uma proteção facial, então não achou que precisaria usar uma máscara adicional”, disse Rylie, que estava sentada uma fileira à frente.

  O   NYPost entrou em contato com a companhia aérea para pegar um posicionamento. A publicação afirma que, enquanto os passageiros sentavam-se em seus lugares, dois deles se estranharam. Então, uma comissária de bordo pediu ao homem que ele cobrisse o nariz e a boca, mas ele se recusou. Foi quando os viajantes começaram a trocar socos.

O senhor, que não foi identificado, teve que ser escoltado para fora da aeronave. Já o outro que causou a confusão permaneceu no avião, mas foi transferido de assento, já que se desentendeu com mais uma pessoa que estava viajando. A polícia foi chamada para ajudar.

Ao NY Post, a Allegiant Air informou que a política da companhia exige que as máscaras sejam “de um material sólido, cubram totalmente a boca e o nariz, se ajustem confortavelmente ao rosto e sejam fixadas sob o queixo”. A empresa distribui máscaras a todos os passageiros que embarcam.

A companhia disse ainda que não permite coberturas “com válvulas de exalação, orifícios (como renda ou malha), polainas de pescoço e bandanas. Protetores faciais podem ser usados além de uma cobertura facial, mas não como uma alternativa.”



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Fonte revistamarieclaire.globo.com

Avaliação da paisagem do mercado Máscaras de proteção médica de grau N95 por tipo, oportunidades e melhores taxas de mortalidade até 2026

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Oriente Médio e África (países do GCC e Egito)

América do Norte (Estados Unidos, México e Canadá)

América do Sul (Brasil etc.)

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Com 40ºC, população diz que máscara incomoda e pouca gente usa proteção no Centro

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Com o calor de quase 40ºC em Campo Grande, não há como negar que o uso da máscara incomoda. O tecido abafa o rosto, causando desconforto, mas ainda assim, o acessório continua sendo obrigatório para a prevenção do coronavírus. Porém, mesmo diante do perigo da infecção, muita gente tem optado por deixar a máscara de lado na Capital.

Com 40ºC, população diz que máscara incomoda e pouca gente usa proteção no Centro
Máscaras são obrigatórias para evitar coronavírus. (Foto: Marcos Ermínio)

A reportagem esteve no centro de Campo Grande na manhã desta quarta-feira (30) e notou que a maioria dos pedestres estavam sem máscara. No caso de quem estava com a máscara, o uso correto é uma raridade. Muitas pessoas estavam sem ou usavam a máscara de maneira inadequada, no queixo ou pendurada em uma orelha só. 

Ister Dama, de 68 anos, trabalha vendendo água próximo a um ponto de ônibus e tem que usar a máscara o dia todo. Ela conta que o acessório incomoda bastante nos dias de calor, mas mesmo assim, prefere usar para se proteger. 

Com 40ºC, população diz que máscara incomoda e pouca gente usa proteção no Centro
Ister acredita que máscaras de cores claras ajudam no calor. (Foto: Marcos Ermínio)

“É complicado por causa da respiração, dá mais canseira. Eu escolho máscaras mais claras para ajudar, acho que as escuras esquentam ainda mais”, comenta.

Arlindo Francisco, de 76 anos, também trabalha no centro e conta que precisa usar a máscara o tempo todo. “Está muito quente, a máscara dá falta de ar. Às vezes tiro para respirar melhor, mas tenho que usar na maior parte do tempo, caso contrário as pessoas não compram comigo”, diz.

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Além da máscara, Maria precisa usar luvas e touca. (Foto: Marcos Ermínio)

A ajudante de cozinha Maria de Fátima, de 53 anos, reclama que a máscara sufoca muito, mas não tem saída a não ser usá-la o tempo todo. “Como eu trabalho o dia todo de máscara, incomoda ainda mais. Trabalho na cozinha, é muito quente, tenho que usar luva, touca, máscara o dia todo. Não pode tirar”.

Com 40ºC, população diz que máscara incomoda e pouca gente usa proteção no Centro

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Fonte www.midiamax.com.br