Saúde alerta sobre uso de máscara e protetores faciais em crianças de até 2 anos – Dourados Agora

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01/11/2020 15h08 – Por Ministério da Saúde

Diante da emergência de saúde pública mundial causada pela Covid-19, muitas medidas de precaução vêm sendo tomadas.

No entanto, algumas condutas precisam de atenção especial, entre elas, o uso indevido de máscaras e protetores faciais em bebês recém-nascidos e crianças até dois anos.

Nos primeiros anos de vida, é preciso ter cautela na utilização destes equipamentos de proteção individual. Isso porque, para bebês e crianças, o uso inapropriado de barreiras faciais oferece risco de asfixia, estrangulamento e morte por engasgo – já que um bebê não tem capacidade motora para retirar a proteção em caso de refluxo.

Além disso, o uso de coberturas faciais pode comprometer a amamentação, já que as mães podem encontrar dificuldades na remoção e recolocação do protetor facial (faceshield) ou máscaras na criança.

Nos casos dos recém-nascidos, é importante ressaltar que a Organização Mundial da Saúde (OMS), em suas recomendações, não menciona ou recomenda o uso de protetores faciais.

Os cuidados na proteção aos recém-nascidos, para evitar a contaminação pelo coronavírus devem ser realizados conforme as orientações abaixo:

Evitar visitas sociais domiciliares à mãe e ao recém-nascido. Caso aconteçam, manter o distanciamento, uso de máscara e higienização dos adultos, de acordo com as recomendações.

Evitar contato público desnecessário, limitando assim a exposição do recém-nascido ao vírus, especialmente em lugares com aglomerações;

Manter as precauções de contato como higienização de mãos e as recomendações do uso de máscaras para pais e cuidadores em contato com a criança ao sair de casa para o seguimento na Atenção Primária, como imunizações ou consultas;

Evitar manuseio do recém-nascido por muitas pessoas, enfatizando a lavagem das mãos com água e sabão ou álcool gel 70% para cuidadores (incluindo irmãos) antes de tocar o bebê e o uso de máscaras, caso tenham sintomas ou contato com pessoas com síndrome gripal;

Mães com sintomas respiratórios ou que tenham contato domiciliar com pessoas com síndrome gripal devem usar máscara durante os cuidados e durante toda a amamentação e atentar a lavagem frequente das mãos;

Promover rotineiramente a limpeza das superfícies tocadas com recorrência, como maçanetas, interruptores de luz e equipamentos eletrônicos (especialmente celulares);

Assegurar que o ambiente onde a criança permanece esteja livre do tabaco e

Manter a vacinação das pessoas em contato próximo com a criança conforme orientação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).



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Fonte www.douradosagora.com.br

Ministro da Saúde segue internado devido à Covid-19; ele pode ter alta neste domingo

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(crédito: JOSE DIAS)

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, foi internado na noite desta sexta-feira (30/10), no hospital DFStar, em Brasília, com covid-19. O ministro passará a noite na unidade hospitalar devido a uma desidratação.

Segundo a assessoria do Ministério da Saúde, o ministro foi internado para fazer exames de acompanhamento e ser hidratado.

Pazuello foi diagnosticado com covid-19 na quarta-feira (21/10) e estava cumprindo isolamento no hotel de trânsito dos oficiais, no Setor Militar Urbano, em Brasília.

Pazuello é o 12º ministro de Bolsonaro a ser infectado pelo novo coronavírus.

Veja nota do Ministério da Saúde 

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, compareceu ao hospital DF Star, em Brasília, na noite desta sexta-feira (30) para se submeter a exames de acompanhamento do tratamento da Covid-19. O procedimento faz parte da conduta indicada pela equipe médica do ministro.

Pazuello permanece na unidade de saúde para hidratação e acompanhamento médico e deve ser liberado em breve.

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Fonte www.michelteixeira.com.br

Hospital São Camilo oferece cursos para profissionais da saúde e público geral – Jornal Dia Dia

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Foto: Grupo Mídia/Google

Em novembro, agenda conta com assuntos sobre Primeiros Socorros, Suporte Avançado de Vida Adulto e Pediátrico, Arritmia Cardíaca e Parada Cardiorrespiratória Intra-Hospitalar 

Com o objetivo de oferecer suporte teórico e prático para todos aqueles que desejam aprimorar seus conhecimentos na área da saúde, bem como promover a capacitação profissional, o Centro de Simulação e Pesquisa da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo realiza diversos cursos no mês de novembro.

Entre as opções para o público geral estão os cursos de identificação de situações de emergência e de prestação dos primeiros socorros, com aulas teóricas e práticas oferecidas em duas datas, 9 ou 12 de novembro.

Já os profissionais e estudantes da área da saúde contam com oportunidades para aprender a realizar o suporte avançado de vida adulto e pediátrico e identificar e tratar arritmias cardíacas, além de obter conhecimentos sobre atendimento de uma parada cardiorrespiratória em adultos.

As aulas acontecerão de forma presencial, seguindo todos os protocolos de segurança para evitar a propagação de Covid-19, no Centro de Simulação e Pesquisa São Camilo, localizado à Av. Pompeia, 1.050 – Vila Pompeia, zona Oeste da capital.

Confira a agenda completa abaixo e agende sua inscrição pelo site www.hospitalsaocamilosp.org.br.

SERVIÇO:

Primeiros Socorros para Leigos

Datas: 09/11

Horário: 14h às 18h

Objetivo: ensinar sobre o que são os primeiros socorros, assim como as situações e procedimentos de emergência realizados, procurando evitar o agravamento do quadro no qual a vítima se encontra.

Público-alvo: público geral

Investimento: a partir de R$ 60

Suporte Avançado de Vida Adulto Intra-Hospitalar

Data: 11/11

Horário: 8h às18h

Objetivo: capacitar os participantes para o atendimento inicial do adulto, realizando o diagnóstico das principais situações e/ou patologias e tratamento de lesões que levam à morte rapidamente, com ênfase em cardiologia. Seguirá as diretrizes institucionais e padrão internacional do Colégio Americano e ILCOR Association.

Público-Alvo: médicos, enfermeiros, graduandos de enfermagem e medicina no último semestre

Investimento: a partir de R$ 300

Primeiros Socorros para Leigos

Datas: 12/11

Horário: 18h às 21h

Objetivo: ensinar sobre o que são os primeiros socorros, assim como as situações e procedimentos de emergência realizados, procurando evitar o agravamento do quadro no qual a vítima se encontra.

Público-alvo: público geral

Investimento: a partir de R$ 60

Suporte Avançado de Vida Pediatria Intra-Hospitalar

Data: 16/11

Horário: 8h às18h

Objetivo: capacitar os participantes para o atendimento inicial de crianças, realizando o diagnóstico das principais situações e/ou patologias e tratamento de lesões que levam à morte rapidamente, com ênfase em cardiologia. Seguirá as diretrizes institucionais e padrão internacional do Colégio Americano e ILCOR Association.

Público-Alvo: médicos, enfermeiros, graduandos de enfermagem e medicina no último semestre

Investimento: a partir de R$ 300

Arritmias Cardíacas no Adulto para Não-Especialistas

Data: 18/11

Horário: 8h às 17h

Objetivo: capacitar os profissionais não especialistas em cardiologia para atendimento, visando a identificação e o tratamento das arritmias mais frequentes no pronto-socorro adulto.

Público-alvo: médicos, enfermeiros, graduandos de enfermagem e medicina no último semestre.

Investimento: a partir de R$ 200

Suporte Avançado de Vida Pediatria Intra-Hospitalar

Data: 24/11

Horário: 8h às18h

Objetivo: capacitar os participantes para o atendimento inicial de crianças, realizando o diagnóstico das principais situações e/ou patologias e tratamento de lesões que levam à morte rapidamente, com ênfase em cardiologia. Seguirá as diretrizes institucionais e padrão internacional do Colégio Americano e ILCOR Association.

Público-Alvo: médicos, enfermeiros, graduandos de enfermagem e medicina no último semestre

Investimento: a partir de R$ 300

Parada Cardiorrespiratória Intra-Hospitalar do Paciente Adulto

Data: 26/11

Horário: 8h às 12h

Objetivo: instrumentalizar para o atendimento à parada cardiorrespiratória utilizando os recursos disponíveis nas unidades hospitalares.

Público-alvo: profissionais da saúde

Investimento: a partir de R$ 80

Mais informações: (11) 3677-4405, das 9h às 17h, ou pelo e-mail: [email protected]

Sobre o Centro de Simulação e Pesquisa

O Centro de Simulação e Pesquisa tem por finalidade promover um ambiente de produção de conhecimento científico propício para o estudo e a pesquisa na área da saúde, visando qualificar e garantir atualização profissional de caráter multidisciplinar contínua e de alto padrão aos seus colaboradores e demais profissionais.

Além de instrutores competentes, a metodologia de ensino utilizada permite aos participantes o desenvolvimento de habilidades para a tomada de decisão.

Através da simulação realística, é possível aproximar o ambiente de aprendizagem à vida real, facilitando o aprendizado.

Rede de Hospitais São Camilo

A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo é composta por três hospitais modernos na capital paulista, nos bairros da Pompeia, Santana e Ipiranga, além de um outro em Cotia, especializado em reabilitação e Cuidados Paliativos. O da Pompeia é acreditado pela Joint Commission International (JCI).

As Unidades prestam atendimentos de emergência e eletivos em mais de 60 especialidades, cirurgias de alta complexidade e transplantes de medula óssea, além de oferecerem cerca de 800 leitos e um quadro clínico de mais de 4,3 mil médicos qualificados.

Os quatro hospitais privados da Rede subsidiam as atividades de outras 40 unidades administradas pela Sociedade Beneficente São Camilo e que atendem pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) em 15 estados brasileiros. No Brasil desde 1922, a Sociedade Beneficente, que pertence à Ordem dos Ministros dos Enfermos, fundada por Camilo de Lellis, conta ainda com 25 centros de educação, dois colégios e dois centros universitários.

Siga o Hospital São Camilo nas redes sociais: @hospitalsaocamilosp

Informações à imprensa: Máquina Cohn & Wolfe
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Fonte jornaldiadia.com.br

Programa Vigiar SUS é lançado pelo Ministério da Saúde — Português (Brasil)

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Vigilância, alerta e resposta a ações para melhorar a saúde e o bem-estar da população brasileira. Para isso, foi lançado nesta quinta-feira (29), o programa Vigiar SUS, uma Rede Nacional de vigilância decorrente da Covid-19 no país. O investimento previsto é cerca de R$1,5 bilhão.

“O nosso Vigiar tem como estratégia não apenas fortalecer, não apenas ampliar e modernizar. Ele quer aumentar cada vez mais a nossa capacidade de vigilância, de alerta e resposta no nosso Sistema Único de Saúde”, disse o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros.

As iniciativas buscam: fazer a detecção oportuna, alerta às mudanças no cenário epidemiológico, resposta articulada com Estados, Municípios e Distrito Federal, prevenção e controle de surtos e epidemias. Com isso, a expectativa é, por exemplo, dotar o país de estratégias de segurança nacional para as ameaças de segurança de saúde pública, melhorar as capacidades para preparação e resposta às Emergências em Saúde Pública, além de construir e fortalecer a capacidade de saúde pública no Brasil.

“O Vigiar SUS é mais tecnologia, o Vigiar SUS é mais vigilância em saúde, é mais segurança sanitária, é mais saúde para população brasileira”, ressaltou o secretário.

O programa possui oito eixos estratégicos: fortalecimento da rede de Laboratórios Centrais, estudo de prevalência de Covid-19 no Brasil, imunização para Covid-19, equipes de pronta-resposta, rede Centros de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), Rede Nacional de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (RenaVEH), vigilância sentinela das síndromes respiratórias e serviço de verificação de óbito.

Eixo 1

Ampliação e fortalecimento para resposta coordenada dos Centros de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs). As unidades são responsáveis pela inteligência epidemiológica de detecção, verificação, avaliação, monitoramento e comunicação de risco imediata de potenciais emergências em saúde pública.

A expectativa é aumentar o número de unidades de 55 para 129 com um investimento de R$ 129 milhões. Os recursos poderão ser utilizados em tecnologias, equipamentos e qualificação de profissionais.

Eixo 2

Programa de Treinamento de Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS com equipes de pronta resposta às emergências em saúde pública para Covid-19. A iniciativa conta com um investimento de R$ 156 milhões e a expectativa é ultrapassar a meta do Regulamento Sanitário Internacional de 1 epidemiologista de campo para cada 200 mil habitantes.

Eixo 3

Ampliação e fortalecimento para respostas integradas à Covid-19 na Rede Nacional de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (RenVEH). A rede é composta por Núcleos Hospitalares de Epidemiologia (NHE), responsáveis por operacionalizar a vigilância epidemiológica em âmbito hospitalar e a previsão é ampliar de 238 para 675. Um investimento de R$ 230 milhões.

Eixo 4

Ampliação e fortalecimento da vigilância de síndromes respiratórias por meio da Vigilância Sentinela de Síndromes Respiratórias. Os locais são responsáveis por detectar os vírus que estão em circulação no Brasil, identificar precocemente eventos de saúde pública e investir em pesquisas para vacinas, soros e medicamentos. A expectativa é ampliar de 238 para 367 unidades garantindo no mínimo 2 unidades por Macrorregião de Saúde.

Eixo 5

Fortalecimento dos serviços de imunização para resposta segura e coordenada à Covid-19. A ideia é garantir a qualidade e segurança dos imunobiológicos, desde o laboratório produtor até o momento da oferta à população brasileira, na sala de imunização e nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) ou em operações de campo.

Eixo 6

Fortalecimento dos serviços de verificação de óbitos decorrentes da Covid-19. O serviço permite identificar precocemente possíveis riscos à saúde emergentes (já conhecidos ou inusitados), bem como casos de doença nova em determinado local. Com o programa, o objetivo é fortalecer 43 dos serviços já habilitados no contexto da Covid com a cobertura de 2.639 municípios, além de aquisição de insumos, suprimentos e produtos, capacitação de equipes, implementação de novas técnicas diagnósticas (autópsia minimamente invasiva) e adequação para maior proteção a usuários e prestadores de serviços.

Eixo 7

Ampliação e qualificação da capacidade dos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen) para resposta à Covid-19 e toda a rede de vigilância laboratorial, fortalecendo serviços de detecção e investigação de surtos, estudos de prevalência do vírus e monitoramento.

Eixo 8

Inquérito epidemiológico. Estimar a prevalência da infecção por Sars-CoV-2 nas capitais, unidades federadas e regiões. A ideia é obter dados sobre a prevalência da doença no Brasil, possibilitando conhecer a dinâmica no território nacional para adoção das medidas de prevenção, contenção e controle. Um investimento de R$ 204 milhões.



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Fonte www.gov.br

Saúde diz que projetos de reforma de hospital incendiado estavam ‘em andamento’

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Alvo de um incêndio que matou dois pacientes nesta terça-feira, 27, o Hospital Federal de Bonsucesso, na zona norte do Rio, tinha vários projetos “aprovados pelo Ministério da Saúde e em andamento para realizar uma série de reformas de urgência”, segundo nota divulgada pela pasta na noite desta terça-feira, 27.

“Apesar da unidade de saúde ter vários projetos aprovados pelo Ministério da Saúde – e em andamento – para realizar uma série de reformas de urgência, ainda não é possível afirmar as causas do incêndio”, afirma o Ministério. “Apenas após o trabalho da perícia será possível apontar os fatores que levaram ao ocorrido”, segue a nota.

O Ministério lamentou a morte dos pacientes e afirmou que a prioridade naquele momento era “zelar pela vida das pessoas e controlar a situação”.

“Ainda não foram identificadas as causas do incêndio, mas todas as providências estão sendo tomadas nesse sentido. O hospital já tinha um diagnóstico prévio sobre a situação estrutural do complexo hospitalar, inclusive de toda a rede elétrica – o que vai facilitar a apuração dos fatos que levaram ao ocorrido”, afirmou o Ministério da Saúde.





Escrito por:

Estadão Conteúdo




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Fonte correio.rac.com.br

3M tem lucro acima do esperado com impulso de produtos para saúde

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Vendas da unidade de produtos para cuidado da saúde da 3M, que também inclui itens cirúrgicos e para dentistas, saltaram 25,5% no trimestre

O conglomerado industrial norte-americano 3M divulgou nesta terça-feira resultado trimestral acima do esperado por Wall Street, impulsionado por forte demanda por produtos como máscaras faciais N95 gerada pela pandemia de coronavírus.

A empresa registrou recuperação em relação ao trimestre anterior, quando as vendas da 3M sofreram com queda de produtos para escritórios por causa das medidas de isolamento social.

As vendas da unidade de produtos para cuidado da saúde da 3M, que também inclui itens cirúrgicos e para dentistas, saltaram 25,5% no trimestre sobre um ano antes e representaram mais de 25% das vendas totais da empresa.

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Fonte exame.com

São Paulo registra 38,7 mil óbitos e 1,09 milhão casos de coronavírus

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Nesta segunda-feira (26) o Estado de São Paulo registra 38.753 óbitos e 1.092.843 casos confirmados do novo coronavírus. Entre o total de casos diagnosticados de COVID-19, 983.651 pessoas estão recuperadas, sendo que 119.716 foram internadas e tiveram alta hospitalar.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 39,9% na Grande São Paulo e 39,3% no Estado. O número de pacientes internados é de 7.026, sendo 3.919 em enfermaria e 3.107 em unidades de terapia intensiva, conforme dados das 10h30 desta segunda-feira.

Hoje, os 645 municípios têm pelo menos uma pessoa infectada, sendo 587 com um ou mais óbitos. A relação de casos e óbitos confirmados por cidade pode ser consultada em: www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus.

Perfil da mortalidade

Entre as vítimas fatais estão 22.310 homens e 16.443 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 76,4% das mortes.

Observando faixas etárias, nota-se que a mortalidade é maior entre 70 e 79 anos (9.955), seguida pelas faixas de 60 a 69 anos (9.126) e 80 e 89 anos (7.943). Entre as demais faixas estão os: menores de 10 anos (44), 10 a 19 anos (69), 20 a 29 anos (324), 30 a 39 anos (1.103), 40 a 49 anos (2.544), 50 a 59 anos (5.047) e maiores de 90 anos (2.598).

Os principais fatores de risco associados à mortalidade são cardiopatia (59,8% dos óbitos), diabetes mellitus (43,3%), doenças neurológicas (10,9%) e renal (9,6%), pneumopatia (8,3%). Outros fatores identificados são obesidade (8,1%), imunodepressão (5,5%), asma (3%), doenças hepáticas (2,1%) e hematológica (1,8%), Síndrome de Down (0,5%), puerpério (0,1%) e gestação (0,1%). Esses fatores de risco foram identificados em 31.138 pessoas que faleceram por COVID-19 (80,3%).

Perfil dos casos

Entre as pessoas que já tiveram confirmação para o novo coronavírus estão 509.874 homens e 576.782 mulheres. Não consta informação de sexo para 6.187 casos.

A faixa etária que mais concentra casos é a de 30 a 39 anos (257.319), seguida pela faixa de 40 a 49 (225.194). As demais são: menores de 10 anos (27.541), 10 a 19 (52.434), 20 a 29 (184.838), 50 a 59 (164.038), 60 a 69 (99.566), 70 a 79 (50.576), 80 a 89 (23.861) e maiores de 90 (6.845). Não consta faixa etária para outros 631 casos.

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Fonte www.otaboanense.com.br

Marcelo promulga uso obrigatório de máscara na rua por 70 dias | Coronavírus

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O Presidente da República promulgou nesta segunda-feira o decreto da Assembleia da República que determina o uso obrigatório de máscara na rua, por um período de 70 dias, sempre que não seja possível cumprir o distanciamento físico recomendado.

Esta promulgação foi divulgada através de uma nota no portal da Presidência da República na internet.

“É obrigatório o uso de máscara por pessoas com idade a partir dos 10 anos para o acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável”, lê-se no diploma, que entrará em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.

O incumprimento desta obrigação — da qual estão dispensadas “pessoas que integrem o mesmo agregado, quando não se encontrem na proximidade de terceiros”, ou que apresentem declaração médica para o efeito constitui contra-ordenação sancionada com coima de 100 a 500 euros.

Em causa está um projecto de lei dos sociais-democratas que foi aprovado na sexta-feira com votos a favor de PS, PSD, CDS-PP e PAN e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues, com abstenções de BE, PCP, PEV e da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira e o voto contra da Iniciativa Liberal.

A iniciativa de tornar obrigatório o uso de máscara na rua partiu do Governo, através de uma proposta de lei que causou polémica sobretudo devido a outra medida: a utilização obrigatória da aplicação para telemóveis StayAway Covid.

Para agilizar a aprovação do uso obrigatório de máscara no espaço público, o PSD apresentou um projecto de lei apenas com essa medida e o Governo retirou o agendamento da sua proposta no Parlamento.

Na votação deste projecto de lei na especialidade foram aprovadas algumas alterações ao articulado do PSD. Por proposta do PS, a medida vigorará por 70 dias em vez de 90 e está previsto que seja “avaliada, quanto à necessidade da sua renovação, no final desse período”.

Quanto às excepções, o diploma hoje promulgado estabelece que a obrigatoriedade de uso de máscara é dispensada “mediante a apresentação de atestado médico de incapacidade multiusos ou de declaração médica, no caso de se tratar de pessoas com deficiência cognitiva, do desenvolvimento e perturbações psíquicas”, ou “de declaração médica que ateste que a condição clínica da pessoa não se coaduna com o uso de máscaras”.

Segundo o diploma, esta obrigatoriedade também não se aplica “em relação a pessoas que integrem o mesmo agregado familiar, quando não se encontrem na proximidade de terceiros” nem “quando o uso de máscara seja incompatível com a natureza das actividades que as pessoas se encontrem a realizar”.

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Fonte www.publico.pt

Quais problemas de saúde uma máscara suja pode causar e quais você já pode descartar | Ciência

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No início da última primavera boreal, colocar os elásticos da máscara atrás das orelhas e ajustar a borda sobre a ponte do nariz, em menos de 10 segundos, era um grande desafio. Já no outono boreal é um ato tão mecânico que acaba passando despercebido… e os descuidos estão na ordem do dia. O que é pior, abundam as máscaras perenes, aquelas que têm uma cor suspeitosamente amarronzada nos elásticos que deveriam ser brancos. Seja por deixá-las em qualquer lugar, do balcão do bar à mesa da cozinha, ou por usá-las mais tempo do que o devido, utilizar máscaras mais sujas do que o devido é comum. Seria algo anedótico se não fosse porque, segundo os especialistas, a sujeira faz com que as máscaras não protejam ao máximo contra a covid-19 e aumenta o risco de sofrer certos problemas.

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“A umidade, a poeira e outras partículas que estão no ambiente saturam o filtro depois de um tempo e sua capacidade de filtragem se reduz, portanto não são tão eficazes quanto no início do uso”, explica David Díaz Pérez, coordenador da Área de Enfermagem Respiratória da Sociedade Espanhola de Pneumologia e Cirurgia Torácica (SEPAR). Podem inclusive se tornar um vetor de transmissão do vírus se deixadas em superfícies inadequadas ou manuseadas com as mãos sujas, acrescenta. É preciso saber guardar bem as máscaras e seguir as recomendações quanto ao tempo de utilização, bem como as regras básicas de higiene. Trata-se de evitar tudo o que se segue.

‘Danos colaterais’ na forma de coceira e acne

A primeira barreira corporal sob a máscara é a pele, por isso é a que tem mais possibilidades de sofrer os efeitos do uso indevido. “O que sabemos é que o aparecimento de lesões na área coberta pela máscara é mais frequente e que essas lesões podem ser de diferentes tipos. O que mais vemos é a acne friccional, uma espécie de acne produzida por roçadura”, explica o dermatologista Raúl de Lucas, coordenador do Grupo de Dermatologia Pediátrica da Associação Espanhola de Dermatologia e Venereologia (AEDV). Outros “danos colaterais” possíveis são a rosácea, a vermelhidão, a irritação e a coceira –especialmente entre pessoas com pele sensível, dermatite atópica ou seborreica.

Depois vem a acne cosmética, que pode aparecer “se você passar seu creme hidratante ou a maquiagem e, imediatamente depois, colocar a máscara em ambiente úmido”. De Lucas adverte que se for usada maquiagem apesar de se estar com metade do rosto coberto, é necessário usar produtos menos oclusivos e, principalmente, não abusar da quantidade. Embora a maioria dos problemas dermatológicos que as máscaras podem causar se devam exclusivamente ao uso prolongado e à fricção, o caso da acne cosmética pode ser exacerbado em consequência do efeito oclusivo extra de uma máscara suja: a sujeira satura o filtro e impede que a pele respire adequadamente.

A boa notícia é que, a título preventivo, é possível reparar a pele ao chegar em casa seguindo uma rotina de higiene e hidratação. Em caso de dermatite, acne ou qualquer outra lesão, é conveniente consultar o especialista. “Acima de tudo, deve-se evitar a automedicação. Os cremes com corticoides estão sendo usados com autoprescrição e sempre devem ser usados sob supervisão médica, consultando se há algum risco em aplicar o creme e imediatamente depois usar a máscara, pois é possível que o efeito do medicamento seja potencializado”. Além disso, “se você usar a mesma máscara por mais horas do que o devido e ela estiver suja, não só não irá protegê-lo como também acumulará bactérias. É como se você usasse sempre as mesmas meias”, adverte De Lucas. “O normal é que não aconteça nada –tranquiliza–, mas não é higiênico”.

A máscara é culpada pelo mau hálito?

Depois da pele, a área de interesse seguinte é a boca. Nossa saúde buco-dental pode sofrer os efeitos do uso indevido da máscara? É uma pergunta interessante; e usá-la coberta provoca a criação de uma espécie de microclima com características indesejáveis? Óscar Castro Reino, presidente do Conselho Geral de Dentistas da Espanha, explica que na boca coexistem milhões de bactérias pertencentes a cerca de 300 famílias diferentes e que o fazem em simbiose. Teoricamente, a falta de oxigênio poderia perturbar o equilíbrio e fazer com que determinadas bactérias orais patogênicas se desenvolvessem e comessem terreno às outras. Porém, “é altamente improvável que nas condições normais de uso das máscaras aconteça essa situação de falta de oxigênio. Nem sequer usar a máscara por mais horas do que o estipulado não tem relação com nenhum problema oral, pelo menos com claras evidências científicas”, afirma Castro Reino.

Se você se deparou com cáries, infecções bucais ou qualquer outro problema desde que a pandemia começou, não culpe a máscara… ela não a tem, pelo menos não diretamente. O que pode acontecer é que não mostrar os dentes leve algumas pessoas a relaxar a higiene bucal. Grave erro. “Não devemos nos esquecer de que a mucosa oral é uma das vias de entrada do coronavírus. Manter a boca saudável é fundamental. E agora mais do que nunca é imprescindível cuidar bem da escova, lavar bem as mãos antes e depois de usá-la, limpá-la, enxaguá-la e secá-la, mantê-la protegida na capinha, nunca compartilhá-la, afastá-la do vaso sanitário para evitar possível contaminação e não guardá-la com outras escovas”, lembra o dentista.

E o mau hálito? “Algumas pessoas pensam que agora desenvolveram halitose, quando a verdade é que já sofriam disso antes de usar a máscara, mas não a tinham detectado”, diz Castro Reino. O que acontece costuma ser que, ao usar a máscara, uma parte do ar que expiramos fica em contato com o sistema olfativo durante mais tempo e assim as pessoas percebem o problema. Mas pode haver outra explicação para esta situação: se não descartarmos a máscara depois do tempo máximo de uso, a saliva se acumulará nela, o que se traduzirá não só em perda de eficácia, mas também no aumento do mau odor. Em todo caso, diante de uma sensação de mau hálito, o mais recomendável é ir ao dentista “para verificar sua existência e, nesse caso, sua causa, já que 85% das halitoses são de origem bucal e a maioria está relacionada às gengivas”, destaca Antonio Bujaldón, presidente da Sociedade Espanhola de Periodontia e Osseointegração (SEPA).

Um paraíso para as bactérias?

Um dos motivos para sermos escrupulosos em relação ao uso de uma máscara suja é que ela se torne um ninho de bactérias que provoque infecções respiratórias. Tem sua lógica. Felizmente, e de acordo com a opinião dos especialistas consultados, parece que podemos ficar relativamente tranquilos. María del Mar Tomás, porta-voz da Sociedade Espanhola de Doenças Infecciosas e Microbiologia Clínica (SEIMC), diz que “até o momento não foi descrito nenhum caso de infecção bacteriana nas vias respiratórias superiores associada ao uso indevido de máscaras cirúrgicas, embora não se possa descartar”.

O que parece estar relacionado com o mau uso da máscara é a sensação de falta de ar que afeta algumas pessoas. Em um estudo publicado em maio foram analisados os problemas secundários do uso de máscara entre a população jovem e concluiu-se que, entre os que se queixavam de problemas, o mais comum era a dificuldade para respirar. Como explica David Díaz Pérez, “o uso da máscara além do tempo recomendado faz com que o filtro fique saturado de umidade e, portanto, não tenhamos a sensação de fácil respiração que se tem no início”. Portanto, pode parecer que estamos com falta de ar. A solução está ao nosso alcance: usá-la sempre limpa e apenas durante o tempo estipulado.

O coordenador da Área de Enfermagem Respiratória da SEPAR lembra que a máscara “não está livre de efeitos incômodos e adversos para o usuário”, principalmente se descumprirmos as regras de uso e ignorarmos o tempo máximo de utilização ou as medidas de higiene. Mas também enfatiza que “é um elemento-chave na redução da transmissão da covid-19”. Em outras palavras: é literalmente vital usá-la e, para evitar problemas, não há outra opção a não ser fazê-lo da maneira correta.

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Fonte brasil.elpais.com

Ministério da Saúde divulga números atualizados da pandemia

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Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, divulgado no sábado (24), o Brasil acumula 5.380.635 casos de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Nas últimas 24 horas foram 26.979 novos casos. De acordo com balanço pelo Ministério da Saúde, a doença já matou 156.903 pessoas – 432 novos óbitos desde a sexta-feira (23).

Ainda segundo o balanço, 4.817.898 pessoas (89,5% dos casos registrados) já se curaram da doença e 405.834 estão sob acompanhamento. A frequência de óbitos por covid-19 está em 2.560 mortes a cada 100 mil pessoas contaminadas.

O balanço do Ministério da Saúde é feito a partir de registros reunidos pelas secretarias estaduais de saúde e enviados à pasta para consolidação.

São Paulo
O estado de São Paulo registrou 38.726 mortes e 1.089.255 casos confirmados de covid-19 neste sábado (24). Entre o total de casos diagnosticados da doença, 972.113 pessoas estão recuperadas, sendo que 119.027 foram internadas e tiveram alta hospitalar.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 40,2% na Grande São Paulo e 39,7% no estado. O número de pacientes internados é de 7.165, sendo 3.988 em enfermaria e 3.177 em unidades de terapia intensiva (UTIs), conforme dados da Secretaria de Saúde do estado divulgados pela manhã.

Hoje, os 645 municípios têm pelo menos uma pessoa infectada, sendo 586 com um ou mais óbitos. A relação de casos e óbitos confirmados por cidade pode ser consultada no site do governo estadual.

Perfil da mortalidade
Entre as vítimas fatais, 22.293 são homens e 16.433 mulheres. As mortes continuam concentradas em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 76,4% das mortes.

Considerando as faixas etárias, a mortalidade é maior entre 70 e 79 anos (9.943), seguida pelas faixas de 60 a 69 anos (9.119) e 80 e 89 anos (7.939).

Entre as faixas de menor mortalidade, estão os menores de 10 anos (44), 10 a 19 anos (69), 20 a 29 anos (324), 30 a 39 anos (1.102).

Os principais fatores de risco associados à mortalidade são cardiopatia (59,8% das mortes), diabetes mellitus (43,3%), doenças neurológicas (10,9%) e renal (9,6%), pneumopatia (8,3%).

Outros fatores identificados são obesidade (8,1%), imunodepressão (5,5%), asma (3%), doenças hepáticas (2,1%) e hematológica (1,8%), Síndrome de Down (0,5%), puerpério (0,1%) e gestação (0,1%). Esses fatores de risco foram identificados em 31.115 pessoas que morreram por covid-19 (80,3%).



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Fonte www.portalr3.com.br