Jessé Lopes será investigado por “incitaçar” população a não usar máscara – SulNotícias

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Criciúma

Câmara de Dirigentes Lojistas de Criciúma (CDL) recebeu nesta quarta e quinta-feira (28 e 29) todos os candidatos à prefeitura de Criciúma com o intuito de apresentar as principais pautas relevantes para o comércio da cidade. Visitaram a sede da entidade na segunda e última rodada de conversas Rodrigo Minotto (PDT), Chico Balthazar e seu candidato a vice Julio Bittencourt (PT), Júlia Zanatta (PL) e Clésio Salvaro (PSDB) e seu vice Ricardo Fabris (PSD).

Em uma primeira sequência de reuniões, os dirigentes lojistas já haviam se encontrado com Cosme Manique Barreto (PODE), Aníbal Dário (MDB) com a candidata a vice Lisiane Tuon (DEM) e Ederson da Silva (PSTU). Cada candidato teve o mesmo tempo para conversar sobre os pleitos do varejo e também apresentar um pouco dos planos de governo para o próximo mandato.

De acordo com a presidente da entidade, Andréa Gazola Salvalággio esse momento é de extrema importância para o varejo, pois viabiliza o diálogo sobre as demandas latentes do setor. “Nós entregamos um documento a cada um dos candidatos com as principais demandas que afetam diretamente o comércio da cidade e o olhar adequado para esse departamento possibilitará mudanças positivas”, considera. 

Para o candidato Rodrigo Minotto a construção conjunta de um planejamento para a cidade é a base de um desenvolvimento que envolve o social, econômico e urbano. “Não é possível governar sozinho, a CDL juntamente com tantas outras entidades de diversos setores da nossa cidade tem o cunho de contribuir para a construção de algo que possa ser executado”, pondera.

O também postulante ao cargo Chico Balthazar frisa que a relação estreita com as entidades da sociedade se torna um canal eficaz para o diagnóstico preciso que fortaleça a economia. “O varejo é um importante meio de geração de impostos para o município e o poder público deve, evidentemente, ser um apoiador dessa parcela da cidade”, completa.

A concorrente Júlia Zanatta também acredita no trabalho conjunto entre o poder público e as entidades da região como forma de executar um plano de governo que contemple as principais demandas latentes da população. “O comércio é um grande propulsor da economia e precisa ter voz e vez dentro da prefeitura para que Criciúma possa ser reconhecida e valorizada”, expõe.

O atual prefeito de Criciúma e candidato à reeleição Clésio Salvaro ressalta que a CDL sempre esteve presente nos momentos necessários para elaboração conjunta das mais diversas ações. “Precisamos estreitar ainda mais essa relação para compartilhar as responsabilidades entre o poder público, os contribuintes e o setor privado”, afirma.

Reivindicações aos candidatos a prefeito de Criciúma

– estimular as ações promocionais coletivas de varejo, participando financeiramente do processo;

– ampliar as ações que gerem atratividade e fluxo turístico em Criciúma;

– criar calendário e plataforma digital promocional de Criciúma, incluindo todas as ações que acontecem na cidade, em todos os segmentos, facilitando a divulgação das datas e o engajamento  do comércio.

– Revitalização do centro, incluindo o cuidado adequado das Praças;

– Maior controle do uso da Praça Nereu Ramos, evitando acúmulo de atividades concomitantes, especialmente aos sábados;

– Fiscalização e retirada de ambulantes ilegais.

– Criar ações tipo dia “D” em bairros com serviços ao cidadão, integrando ao comércio. 

– Descentralizar atendimento básico de saúde. Postos mais equipados com mais modalidades  para melhora a saúde do trabalhador. 

– Viabilizar junto ao Governo do Estado a manutenção financeira da Base da Policia Militar do Rio Maina, sem que este serviço tenha custos extras para os cidadãos e os lojistas. 

– Efetivar parceria com a Polícia Militar para contratação de mão de obra para o Centro de Monitoramento;

– Implantar as disciplinas de Empreendedorismo, incluindo conhecimento sobre atividades de comércio,  e educação financeira na Rede Pública Municipal e realizar parcerias com instituições sociais estabelecidas no município para formação de jovens com conhecimento técnico em Comércio.

– Mobilidade e Transporte:
* Aumentar os horários de ônibus para os bairros e cidades vizinhas, principalmente nos dias de Sábado Mais e horários dos shoppings;
* implantar estacionamento rotativo nos bairros;
* impedir a circulação de caminhões pesados da av. dos Imigrantes
* Instalação de faixas elevadas parapessoas com necessidades especiais, idosos, escolares;
* implantação de rótula no cruzamento da rodovia José Spilere com a Rua Miguel Napoli, acesso para o Distrito Industrial.

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Fonte sulnoticias.com

Estudo analisa a personalidade de quem se recusa a usar máscaras – Portal Viu

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O uso de máscaras é um método recomendado por especialistas para o controle da pandemia do coronavírus. No entanto, há pessoas que relutam em usá-la.

Um estudo no Brasil teve como objetivo delinear os traços de personalidade dessas pessoas que se opõem às máscaras e constatou que elas têm um perfil antissocial. Num podcast da CNN Español, o médico peruano Elmer Huerta, consultor da CNN, analisou a pesquisa.

“Uma notícia publicada na terça-feira no jornal The Washington Post me chamou a atenção. Ela trata do fato de que algumas pessoas em alguns estados dos Estados Unidos relutam em usar máscara, apesar de a epidemia estar afetando gravemente suas regiões. Um desses estados é a Dakota do Norte.

De acordo com o doutor Christopher Murray, diretor do Instituto de Medição e Avaliação da Saúde da Universidade de Washington, citado no artigo do Washington Post, menos de 50% das pessoas usam máscara em Dakota do Norte, embora o estado tenha registrado na última semana um dos maiores números de mortes por Covid-19 no mundo em relação ao seu número de habitantes.

Na opinião do doutor Murray, deveria ser o contrário: quanto mais casos de uma doença ocorrem em um local, mais as pessoas reagem e mudam seu comportamento. Nesse caso, a expectativa seria que, conforme aumentassem as infecções, internações e mortes em uma região, as pessoas usassem máscaras em maior número.

Mas por que isso não aconteceu? Será que a convicção política que polarizou os Estados Unidos que explica esse fenômeno, ou há outra coisa?

Pode haver algo relacionado, por exemplo, à personalidade dos cidadãos”, afirmou Huerta.

A personalidade de quem não usa máscaras

Um estudo brasileiro realizado de março a junho publicado em 21 de agosto na revista Personality and Individual Differences, parece trazer parte da resposta.

Depois de estudar um grupo de pessoas relutantes em usar máscaras, descobriu-se que elas tinham:

– Níveis mais baixos de empatia, que é a capacidade de perceber, compartilhar e inferir pensamentos e emoções de outras pessoas;

– Níveis mais altos de insensibilidade;

– Tendência para o engano e o autoengano;

– Comportamentos de risco.

Segundo os autores, o principal objetivo do estudo foi analisar a relação entre os traços antissociais e o cumprimento das medidas de contenção da Covid-19.

Para isso, estudaram 1.578 adultos brasileiros entre 18 e 73 anos, que responderam ao questionário PID-5, que avalia as características de personalidade e ressonância afetiva de uma pessoa.

A ressonância afetiva é chamada de impulso que um ser humano tem de agir de acordo com os sentimentos causados por outra pessoa.

As questões de estudo

Os participantes também responderam a um questionário sobre a adesão às medidas de contenção da pandemia, como o uso de máscara ou a prática de distanciamento físico.

Os resultados do estudo encontraram dois perfis de pessoas:

– um de padrão antissocial, resistente a medidas de proteção contra a Covid-19;

– um padrão de empatia entre aqueles que cumpriram as medidas preventivas contra o coronavírus.

O perfil antissocial foi relacionado a uma pontuação mais alta no questionário de avaliação de personalidade em características como:

– Insensibilidade,

– Engano,

– Hostilidade,

– Impulsividade,

– Irresponsabilidade,

– Manipulação,

– Ter comportamentos de risco.

De acordo com os autores, esses traços antissociais são característicos de pessoas com diagnóstico de transtorno de personalidade antissocial.

Os resultados

Esse grupo também teve pontuações mais baixas na ressonância afetiva. Ou seja, ele não foi capaz de reagir de acordo com os sentimentos causados por outras pessoas.

Ao contrário, o perfil do padrão de empatia apresentou maior pontuação na ressonância afetiva e menor pontuação nos traços associados ao transtorno de personalidade antissocial.

Em resumo, as pessoas que relutam em usar máscaras e que desafiam as normas de prevenção teriam mais características associadas a transtornos de personalidade antissocial. E, ao não reagir aos sentimentos provocados por outras pessoas, estariam mostrando que não se importam muito com o bem comum.

Os pesquisadores acreditam que seu estudo pode ajudar as autoridades de saúde a planejar e executar campanhas educacionais voltadas para os diferentes tipos de personalidade dos seres humanos.

O texto original em espanhol pode ser acessado aqui.

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Fonte www.portalviu.com.br

Usar a piscina na pandemia é possível, mas exige cuidados – 31/10/2020

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Dias com temperaturas quentes, vontade de usar a piscina para relaxar ou se exercitar. Mas, em tempos de pandemia, quais os riscos? “Não existe contaminação pela água; é impossível”, acalma a infectologista Roberta Schiavon Nogueira. “O coronavírus não tem sobrevida na água. Além disso, o cloro mata todos os agentes bacterianos. O problema é a aglomeração”, diz.

Com a reabertura das áreas recreativas e o retorno das aulas aquáticas, academias, condomínios e clubes adaptaram seus ambientes. Dentre as mudanças adotadas, limitação de uma pessoa por raia e higienização constante das áreas públicas são as mais comuns.

O Clube Esperia, por exemplo, na zona norte de São Paulo, passou a usar um sistema de agendamento das aulas, restringindo o número de alunos, além de respeitar o espaçamento de dois metros durante as aulas de hidroginásticas e limite de dois participantes por raia nas de natação. “Nossas aulas contam com um intervalo de 15 minutos entre as sessões para higienização e troca de turmas, além de dois períodos diários entre os turnos para limpeza e manutenção do espaço”, diz o presidente Luiz Felippe Lombardo.

Para Maria Gabriela Valverde, professora de natação infantil do Clube Esperia que retomou suas aulas após cinco meses de contrato suspenso, o cuidado se faz necessário desde o momento em que saímos de casa. “É um período muito novo. Dá uma sensação de alívio e receio de voltar”, relata.

Justamente por atender os pequenos, Gabriela confessa que com a volta às aulas, seus ensinamentos foram além do nado crawl. “Acabamos entrando em partes comportamentais, sobre manter a distância, claro que sem assustá-los. A gente tenta, de uma forma lúdica, passar a importância de se cuidar”, conta ela, que agora dá aulas com face shield, mesmo dentro d’água.

O uso livre das piscinas difere em cada caso. No Pinheiros, frequentado pela fotógrafa e diretora de arte Manuela Lourenço, não há agendamento porque, segundo a diretoria, ainda não houve necessidade. “Eu chego na piscina, deixo as minhas coisas em uma espreguiçadeira, nado, fico ali até me secar e coloco a máscara”, relata.

A cautela com a máscara nos locais de piscina deve ser ainda maior. De acordo com a infectologista Roberta, o ideal é levar uma máscara nova dentro de um saco que impeça a umidade para ser usada após o nado. “Quanto mais úmido o ambiente, menor a durabilidade da máscara”, diz.

Existe também uma preocupação com o toque nos objetos, bordas e corrimão da piscina. Porém, segundo Roberta, não é preciso se alarmar. “O risco é pequeno. Tem água sendo espirrada o tempo todo”, tranquiliza. Assim, ao entrar na piscina, caso tenha encostado na superfície, deixe sua mão na água clorada por alguns minutos para garantir a segurança durante o tempo na piscina. Depois de tocar no corrimão ao sair, higienize a mão com álcool em gel ou água e sabão.

Na ACM São Paulo, as aulas de natação e hidroginástica voltaram ao normal em suas 11 unidades. Com a necessidade de agendamento prévio, 30% dos alunos inscritos nas atividades aquáticas retornaram às piscinas, inclusive a turma acima dos 60 anos. Nas raias, é permitido de 3 a 5 alunos e os professores e salva-vidas usam máscara e o protetor de acrílico, o face shield. Uma vez por período, os espaços são fechados para limpeza. Já o Sesc São Paulo permanece com suas piscinas fechadas, apesar da retomada gradual de outras atividades esportivas em algumas unidades. De acordo com a assessoria de imprensa da instituição, a equipe está em fase de avaliação.

Academias

Nas academias, a rotina também foi alterada desde julho, quando a prefeitura autorizou a reabertura das unidades, seguindo protocolos.

Além disso, cada uma buscou formas de demonstrar aos alunos que a volta com segurança é algo possível. Na rede Competition, que tem quatro unidades na cidade, a volta das atividades aquáticas foi escalonada, de acordo com as idades – a turma acima dos 60 anos, por enquanto, ainda não retornou. As aulas são agendadas via aplicativo e cada raia recebe dois alunos por aula. O uso da piscina aos domingos, que antes era livre, foi suspenso.

Em um primeiro momento, 30% dos alunos retornaram. Agora, esse número aumentou para 55%. “A principal dúvida foi com o uso da máscara na piscina ou somente nos vestiários. A nossa recomendação é que eles venham com máscara até o ambiente da piscina e, no local onde colocam sua toalha, também guardem sua máscara”, diz a diretora operacional da Competition, Flavia Brunoro.

Na Aquasport, que possui duas unidades na capital, as adaptações começaram antes mesmo do aval da prefeitura para a reabertura, como a instalação de lavatórios nas salas e reforço no sistema de troca do ar condicionado. Até o momento, 60% dos alunos retornaram. “Estava com a academia adaptada desde maio. Quando anunciaram que podíamos reabrir, não precisei esperar”, diz Eduardo Leme, gerente geral.

Na natação infantil, além da redução da turma, cada aluno agora fica em cima de sua plataforma e apenas um adulto pode acompanhar a criança. As aulas perderam 5 minutos, passaram a ter 40, para que as turmas evitem se encontrar entre a entrada e a saída. Para os adultos, a academia, que já tem raias mais largas do que o normal, com 2 metros, até 4 alunos rodavam na mesma aula. Agora, apenas dois nadam alternadamente e não podem parar na mesma borda. Dentro da área de piscinas, há dois tambores com cloro para que cada um higienize o material que irá usar, como as pranchas. No tratamento da água, o cloro ganhou um reforço de 0.5% além do mínimo exigido pela Vigilância Sanitária.

Nova rotina

Apesar de todas as adaptações, há quem ainda não se sinta seguro para voltar a treinar em ambientes fechados ou com aulas coletivas. É o caso do instrutor de pilates e triatleta amador Luiz Fernando Sassoli, de 37 anos. Antes da pandemia, ele havia conseguido uma vaga para usar duas vezes por semana a piscina olímpica do Complexo Esportivo do Pacaembu, administrado pela Prefeitura de São Paulo. A piscina, que fica fechada durante o inverno, era para ter sido reaberta em setembro, com a chegada da primavera. Mas, segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura, a reabertura não tem data para acontecer.

A solução que Sassoli – que é portador de uma doença autoimune e, por isso, tem a imunidade baixa – encontrou foi treinar na piscina aberta do prédio em que mora, na Vila Sônia, na zona sul da capital. Ele decidiu não recorrer à academias: “Piscinas particulares são todas fechadas. Não há circulação de ar no ambiente. E tem que dividir a raia com outro aluno. Como vou saber se ele tem ou não covid?”.

Sassoli procura treinar logo cedo, de acordo com as instruções de seu treinador. Mas há inconvenientes, como dias de chuva ou quando há muita gente usando a área de lazer. “Eu interfono para o porteiro e pergunto se está vazia.” Ele só pretende treinar em uma piscina coletiva quando houver vacina disponível.

A precaução se justifica

A infectologista Roberta alerta que é preciso ter cautela e observar se no local escolhido não há aglomeração. Afinal, a doença ainda é uma ameaça real. “Não é a hora de a gente banalizar. É preciso respeitar as restrições.”

Fique atento

Isolamento

Apesar de não haver contaminação pela água, fique atento ao entorno da piscina. Mantenha distância e use máscara.

Proteção

O ideal é levar uma máscara nova dentro de um saco que impeça a umidade, para ser usada após o nado. A antiga pode perder sua capacidade de proteção pela umidade do local.

Pessoal

Não compartilhe toalhas,

Óculos de sol ou qualquer outro objeto que possa ser facilmente contaminado.

Contato

Certifique-se de que seus professores usem máscara face shield para se aproximar de você. Isso garante que a saliva não atinja seu rosto.

Organização

Procure frequentar a piscina de sua preferência fora do horário de pico.

Segurança

Em caso de dúvida sobre o momento certo de voltar à atividade aquática, consulte seu médico.

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Fonte www.uol.com.br

#CaiuNaRede: Respiramos gás carbônico ao usar máscara, mas quantidade não é prejudicial

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Circula nas redes sociais uma imagem que afirma que o calor que se sente no nariz quando se usa máscara de proteção seria gás carbônico da respiração. A imagem compara a respiração com a máscara à em um escapamento. O conteúdo foi verificado no Caiu na rede: é fake?. Confira:

“Sabe aquele calorzinho no nariz? É o seu próprio CO2”
Texto que acompanha imagem no Facebook que, até as 13h do dia 29 de outubro, tinha sido compartilhada 79 vezes

VERDADEIRO, MAS

A informação é verdadeira, mas a quantidade de gás carbônico (CO2) que respiramos ao usar a máscara de proteção não é prejudicial à saúde. Segundo o Ministério da Saúde, o uso de máscaras conforme orientação não acarreta em problemas de saúde. Um documento oficial do ministério traz as orientações sobre o uso de máscara em função da pandemia de Covid-19. Seu uso é obrigatório no país desde julho de 2020.

Nota da redação: o projeto Caiu na rede: é fake? é uma parceria da Agência Lupa com Voz das Comunidades, Favela em Pauta, Maré de Notícias e conta com o apoio da Fundação Heinrich Böll Brasil. 

Editado por: Marcela Duarte



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Fonte piaui.folha.uol.com.br

Polícia usa arma de choque para retirar passageira que se recusa usar máscara em voo – Revista Marie Claire

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Polícia usa arma de choque para retirar passageira que se recusa usar máscara em voo (Foto: reprodução/youtube)

Polícia usa arma de choque para retirar passageira que se recusa usar máscara em voo (Foto: reprodução/youtube)

Uma mulher teve que ser imobilizada com uma arma de choque pela polícia durante uma briga em um voo da Spirit Airlines. De acordo com publicação do Daily Mail, ela teria se recusado a usar máscara facial. O incidente ocorreu no domingo, 25, a bordo de um avião que acabava de pousar em San Juan, Porto Rico, vindo de Newark, New Jersey, nos Estados Unidos.

Nas imagens, é possível observar a mulher, identificada como Nyasy Veronique Payne, gritando com um homem de camiseta branca. Ela então, dá um soco e os outros passageiros tentam contornar a situação. No entanto, a polícia precisou ser chamada e acabou usando uma arma de choque para imobilizá-la.

O momento foi registrado pelos passageiros que compartilharam as cenas nas redes sociais.

Ainda de acordo com  a publicação, a polícia diz que Nyasy “provocou um incidente agindo no que as testemunhas chamaram de comportamento agressivo, hostil e desafiador”. Já, outros passageiros disseram que a mulher e seus três companheiros de viagem se recusaram a colocar as máscaras e estavam se movendo no avião quando o aviso do cinto de segurança foi colocado.

Quando o avião pousou, os comissários de bordo supostamente chamaram a polícia para falar com o grupo. Nesse ponto, outro passageiro afirma que um grupo de homens ‘começou a gritar calúnias homofóbicas e raciais’ para ela e seus companheiros. Um dos homens teria dado o primeiro soco, que não foi capturado pela câmera. 

Nyasy Veronique Payne foi presa pela polícia de Porto Rico e retirad da aeronave. 



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Fonte revistamarieclaire.globo.com

Idosa com doença pulmonar é expulsa de voo por não poder usar máscara

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Avião Embraer E175 Alaska Airlines


Uma passageira de 75 anos com doença pulmonar grave foi expulsa de um voo da Alaska Airlines devido ao risco de transmitir o novo coronavírus. A idosa não conseguiria viajar com uma máscara facial durante todo o período do voo devido aos equipamentos médicos que precisava usar.

O caso foi divulgado pela agência de notícias Alaska Public Media, que entrevistou a idosa. Judy Ferguson possui fibrose pulmonar em estado avançado. Ela viajava de Fairbanks, no Alasca, para Seattle, onde passaria por mais uma etapa do tratamento com seu médico.

De acordo com a reportagem, Judy usou uma máscara facial N95 e um visor de acrílico durante todos os procedimentos de embarque, mas retirou a proteção facial ao se acomodar no assento, substituindo por um capacete com respirador.

Um funcionário da Alaska Airlines, que se identificou como agente de solo, abordou a passageira e pediu que ela retirasse o equipamento e retomasse o uso da máscara. Judy explicou que acreditava que o capacete respiratório era mais seguro do que a máscara cirúrgica que ele insistia que ela usasse. O agente da empresa informou que a máscara estava de acordo com a política de proteção facial obrigatória da companhia, ao contrário do respirador.

A confusão se agravou e o supervisor da companhia foi chamado. Ele se recusou a continuar a discussão dentro da aeronave e pediu que ela desembarcasse. Nesse momento, a passageira retirou o respirador e recolocou máscara N95 e o visor de acrílico de volta, e continuou explicando que seus médicos informaram que o capacete respiratório possuía filtros mais seguros e que as máscaras cirúrgicas tinham segurança limitada nesse caso.

De acordo com o relato, alguns funcionários da Alaska Airlines pegaram a bagagem de mão da idosa e a escoltaram para fora do avião. Ela disse que foi recebida no portão por um policial do aeroporto, que a levou até o balcão de passagens.


Um agente de balcão da Alaska Airlines se ofereceu para reservar outro voo em duas horas se ela se acalmasse. Mas ela disse que recusou e saiu do aeroporto sob escolta. “Fui emocionalmente violada, tive um estresse tremendo e uma contusão no meu braço. Foi inacreditável!”, disse Judy à reportagem.

Após conversar com advogados, Judy Ferguson resolveu não processar a companhia aérea, apesar de acreditar que seus direitos sob a Lei dos Americanos com Deficiências foram violados. Ela disse que a Alaska Airlines deveria rever sua política de máscara e garantir que o tratamento de clientes com deficiência esteja em conformidade com a legislação

Porta-vozes da Alaska Airlines e do Departamento de Transporte estadual se recusaram a falar com a imprensa sobre o incidente. Um representante do Departamento de Transporte disse, em nota, que Judy não cooperou com a equipe da companhia e foi hostil com os funcionários. O representante da Alaska Airlines disse, também por escrito, que reembolsou o custo da passagem e lançou uma investigação interna.

Com informações da Fox News e do Independent

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Fonte www.aeroin.net

Juíza autoriza Nicolau a usar hospital de campanha, mas sem citar a prefeitura

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Ricardo Nicolau foi alvo de denúncia de Alfredo Nascimento (Foto: Reprodução)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – A juíza eleitoral Giselle Pascarelli Lopes, do TRE (Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas), autorizou o candidato a prefeito de Manaus Ricardo Nicolau (PSD) a citar o Hospital de Campanha sem mencionar a Prefeitura de Manaus e outras empresas envolvidas na construção da unidade hospitalar.

Lopes cassou uma decisão da juíza da Propaganda Eleitoral Sanã Nogueira de Oliveira da última terça-feira, 20, que proibia o candidato do PSD de usar o hospital de campanha sem citar parceiros. Na ocasião, Oliveira mandou Nicolau excluir quatro publicações no Facebook e Twitter sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

A juíza afirmou que condicionar a menção do hospital de campanha à divulgação dos parceiros seria o mesmo que proibi-lo, pois a empresa VV Refeições preferiu não aparecer na propaganda. Além disso, citar a prefeitura seria fazer propaganda indireta para o candidato Alfredo Nascimento (PL), que tem apoio do prefeito Arthur Neto.

Para Lopes, a Justiça Eleitoral não pode negar aos candidatos o direito de destacarem na propaganda suas realizações – no caso de Nicolau, a participação na gestão do hospital. A magistrada entende que “não se pode vedar a comunicação do candidato com os cidadãos que irão votar”, ao contrário, “é recomendável que isso ocorra”.

“O destinatário principal da propaganda eleitoral é o leitor, portanto, permitir que os agravantes publiquem suas realizações – a promoção pessoal – está de acordo com a legislação eleitoral, e concretiza o princípio da transparência e ao direito dever de informar”, disse Lopes, ao suspender a decisão de Sanã Nogueira.

Na propaganda eleitoral do candidato no rádio e na TV, Nicolau diz que ele criou um hospital de campanha em 4 dias. O hospital, no entanto, foi instalado em uma escola pública municipal que estava pronta para ser inaugurada, e a prefeitura de Manaus arcou com grande parte das despesas para funcionamento da unidade, e remanejou servidores da saúde para aturar na unidade hospitalar, tudo pago com dinheiro público.

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Fonte amazonasatual.com.br

Após feriadões ‘descontrolados’, MPMS quer medidas coercitivas a quem se recusar a usar máscara em Bonito

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O MPMS (Ministério Público Estadual) publicou recomendação ao prefeito de Bonito para que sejam intensificadas ações preventivas acerca da Covid-19 em épocas de alta temporada, finais de semana e feriados, tais como fomentar o uso de máscaras e outros equipamentos de prevenção, nas vias públicas de Bonito, especialmente da Rua Pilad Rebuá, no período noturno.

A recomendação é assinada pelo promotor de Justiça Alexandre Estuqui Junior, titular da 2ª promotoria de Justiça, e consta no DOMP (Diário Oficial do MPMS) desta segunda-feira (26). Além das medidas preventivas, a recomendação também pede que sejam adotadas medidas coercitivas a quem se recusar a aderir à prevenção, como não usar máscaras.

Para a publicação, o promotor de Justiça considerou as situações vivenciadas na cidade durante os feriados ocorridos nos meses de setembro e de outubro, quando cerca de 15 mil pessoas, em cada uma das datas, deslocaram-se à cidade, que fica a cerca de 300 km de Campo Grande. Ele pontua que nestas datas foram realizadas festas clandestinas, sendo necessária a intervenção policial.

A recomendação também considera que no feriadão do último dia 12 de outubro houve mais de 11 prisões em flagrante por álcool ao volante, além de aglomerações, pessoas sem uso de máscara e o alto contágio das forças policiais da cidade pelo novo coronavírus, fatos retratados nos jornais de Mato Grosso do Sul.

Repressão ao excesso

O promotor reforça pedido para que sejam adotadas medidas (administrativas e legislativas) pelo ente municipal para inibir a aglomeração de pessoas ao longo da Rua Pilad Rebuá, especialmente em pátios de postos de combustíveis; e que haja restrição restrinjam o uso de bebida alcoólica em via pública, visando impedir a aglomeração de pessoas e, ainda, o despejo de lixo em lugares públicos.

A recomendação também pede que, diante do grande número de positivados nas forças públicas de segurança do município de Bonito, sejam disponibilizados profissionais da saúde que possam realizar teste de Covid-19 gratuitos para todos os policiais militares e civis, além dos guarda-municipais, dentro de 48 horas do recebimento da recomendação.

Conforme a publicação, foi concedido prazo de dez dias para que a Prefeitura de Bonito se posicione acerca do acolhimento da recomendação, sem prejuízo de outras medidas espontaneamente tomadas para a contenção da pandemia.

“Advirta o destinatário que o não atendimento desta recomendação poderá ensejar medidas judiciais, especialmente o ajuizamento de ação civil pública para adoção de medidas mais restritivas, dentre elas, nos horários do comércio, no toque de recolher, além de fechamento de determinados segmentos/atividades comerciais”, detalha a publicação do MPMS, que data de 22 de outubro.

Após feriadões 'descontrolados', MPMS quer medidas coercitivas a quem se recusar a usar máscara em Bonito

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Fonte www.midiamax.com.br

Mais de 8 mil pessoas foram notificadas por não usar máscara no Rio

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Do Globo:

Foto: Ricardo Moraes – 17.mar.2020/ Reuters
17/03/2020
REUTERS/Ricardo Moraes

As ruas do Rio têm ficado cada vez mais cheias, mesmo que a pandemia do novo coronavírus não tenha acabado. As aglomerações e os pedestres sem máscara, na mesma toada, se tornam menos incomuns.

Um indicador disso pode ser observado num levantamento que a prefeitura do Rio divulgou neste domingo, que mostra que, entre os dias 5 de junho – início das notificações – e o último dia 22 de outubro, foram registradas 8.238 infrações pela não utilização de máscara, seja em vias públicas ou em estabelecimentos comerciais.

O número corresponde a 82,71% do total de 9.959 infrações anotadas durante este período pelos agentes.

De acordo com a Guarda Municipal, 7.769 infrações pelo não uso de máscara aconteceram nas ruas da cidade, e 469 dentro de estabelecimentos. São 606 advertências por aglomerações. Confira os números, segundo a GM:

(…)













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Fonte www.diariodocentrodomundo.com.br

Em tempos de pandemia, usar máscara é sexy? Entenda o maskfishing

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Você já ouviu falar em maskfishing? O termo, que em tradução livre seria o inglês para algo como “pesca com máscara”, é uma nova tendência que consiste em usar fotos com máscaras faciais em aplicativos de encontros para parecer mais atraente.

Em tempos de pandemia, as redes sociais estão repletas de memes sobre o assunto, e teve até plataforma de relacionamento proibindo os usuários de postarem exclusivamente fotos com máscaras.

Mas, afinal, o que levaria alguém a achar que tem mais chances (de date) usando uma máscara que esconde metade do rosto? Ou mesmo achar outra pessoa mais sexy por estar usando máscara?

De acordo com o terapeuta sexual André Almeida, existem vários motivos. Um deles, por exemplo, é para deixar implícito um autocuidado. Em tempos de coronavírus, isso pode ser um afrodisíaco.

“Pode ser uma forma de avisar que se você quiser ter um comportamento sexual com ele(a), será seguro. Não quer dizer que seja verdade, mas sexo vem muito de como a gente se sente seguro com a outra pessoa. Se ela passa segurança, isso pode despertar mais desejo”, explica.

Além da fetichização da própria máscara, o psicólogo pontua que pode haver adrenalina sexual envolvida também no fato de sair com alguém sem saber ao certo sua aparência, como uma espécie de “roleta-russa” de encontro às cegas.

Propaganda enganosa?

Sobre piadas em torno de uma possível “enganação” por parte da pessoa que usa a máscara em relação à sua aparência, André afirma que é uma palavra forte. “O ser humano, desde os primórdios, utiliza artifícios para melhorar sua atratividade, de forma que ele se sinta mais seguro”, diz.

Quando o assunto é aparência física, a preocupação maior gira em torno dos danos que podem ser causados à autoestima da própria pessoa. Assim como os filtros do Instagram, a longo prazo, artifícios como esse podem gerar insatisfações com a autoimagem.

“No momento em que a pessoa se pega sem máscara, por exemplo, pode acontecer daquela autoestima e confiança não ser a mesma, e isso acaba interferindo no comportamento sexual, deixando ela ansiosa etc.”, explica.

Segurança

Para finalizar, o sexólogo alerta para os riscos de sair com uma pessoa sem mal saber sua aparência física – por mais excitante que possa ser em um primeiro momento.

“É muito importante tomar cuidado, a segurança deve estar em primeiro lugar. Tem pessoas que podem utilizar esse anonimato para cometer crimes, por exemplo. Nós não vivemos uma utopia”, enfatiza.

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Fonte www.metropoles.com